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Memorial Vale abre exposição comemorativa dos cinco anos do edital Jovens artistas

Há cinco anos, o Memorial Minas Gerais Vale tem dado espaço para a produção de artistas mineiros em início de carreira, selecionados a partir de um edital que proporciona todo o processo de montagem, divulgação e exposição de suas obras em um espaço nobre da capital – a Praça da Liberdade. Para celebrar a iniciativa, que ajuda a revelar talentos da arte mineira, o museu preparou a mostra retrospectiva “Exposição Cinco Anos do Edital Memorial Vale”, reunindo trabalhos contemplados desde 2013, em 19 exposições, entre individuais e coletivas. A abertura será no dia 18 de dezembro, seguindo em cartaz até o dia 17 de março de 2019, com entrada gratuita. O Memorial Vale fica na Praça da Liberdade, 640, esquina com Gonçalves Dias, em Belo Horizonte.

“A exposição pretende construir uma visão de conjunto do que foi exposto, fazendo o recorte de um panorama da arte nesse período, dando visibilidade aos jovens artistas, abrindo espaço para a produção contemporânea mineira. A exposição contribuiu para alavancar a carreira dos artistas que passaram pelo Memorial Vale, através de convites para exposição em outros espaços e instituições”, destaca o gerente do Memorial Minas Gerais Vale, Wagner Tameirão. Foram 19 exposições entre 2013 e 2018 reunindo artistas e coletivos em início de carreira que mostraram suas obras e processos artísticos de fotografia, pintura, desenho, instalação, vídeo e performance. Novamente esses artistas estarão em foco, agora lado a lado em exposições individuais, em uma coletiva que permita perceber traços comuns, dissonâncias e diferenças. Alguns artistas estarão presentes na exposição por meio de registros fotográficos e documentação, já que sua obras eram instalações, performances ou ocupações mais efêmeras, das quais não havia possibilidade de remontagem.

 

Artistas/trabalhos que estarão na exposição: 2013-2014: Entre, de Carolina Cordeiro; América, sacco e vanzetti, de Ricardo Burgarelli; Guerra dos perdidos, de Ricardo Burgarelli e Luísa Horta; Enquanto te esperava, de Camila Otto; O que não é vasto é raso, de Renata Laguardia; O Livro da dúvida – capítulo 1 – Adentrando o falto, de Estandelau. 2014/2015:Dupla dobra, de Marina R.B; Cinza Fluorescente, de Walter Gam; Fachada, de C.L. Salvaro; Célula/vaga, de Daniella Domingues. Ciclo 2016/2017: No mesmo tempo que crescem as plantas e todas as coisas, de Efe Godoy; Horizonte –Instabilidade, de Victor Galvão; Hiato, de Luiz Eduardo S. Lemos; Por trás das formas, de Gilson Rodrigues. Ciclo 2017/2018:Tipologia das multidões, de Luiza Nobel; Não me espere para o jantar, de Adriel Visoto; Selfie Service, de Xikão Xikão; As coisas quando não são mais elas, de Carolina Botura.

Em 2019, a mostra seguirá para o Museu Vale, em Vila Velha, como parte do Programa de Itinerância Cultural, uma iniciativa da Fundação Vale com patrocínio da Vale.

O programa, que tem amplitude nacional, por meio de uma ação integrada, prevê a troca de conteúdo artístico e cultural entre os quatro espaços culturais patrocinados pela Vale, além de ações de valorização da identidade cultural em munícipios pelo interior do país.

Foto; Walmir Monteiro

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