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Teatro Feluma abre para o público e primeiras sessões comprovam acerto do investimento

A importância do novo espaço para a cena cultural do Estado requeria uma inauguração à altura. E ela foi feita no dia 2 de dezembro, com a presença de autoridades políticas e do poder judiciário, produtores culturais, artistas, colaboradores dos Institutos e alunos. “A FELUMA, ao longo dos anos, tem semeado o conhecimento e a inteligência por meio da Faculdade; a fraternidade por meio do Hospital; e agora chegou a vez da cultura”, enfatizou o vice-governador de Minas Gerais, Paulo Brant, que compareceu ao evento inaugural.

“É a cereja do bolo, que fecha um ciclo de inaugurações iniciado desde que o Dr. Wagner Eduardo Ferreira assumiu a presidência da Fundação”, anunciou o Prof. Geraldo Magela Gomes da Cruz, curador do Centro de Memória da Faculdade, cujo nome emprestou ao teatro Feluma.

O deputado Agostinho Patrus, presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, destacou o pioneirismo da Fundação ao se propor concretizar um projeto cultural tão arrojado. “Estou muito feliz em participar de um momento como este. Certamente é um lugar onde a educação encontra a arte, o que mostra o cuidado que a FELUMA tem com o próximo.”

Emoção e homenagens

O evento de inauguração contou com algumas surpresas que emocionaram o público. Ao fazer o seu discurso, Dr. Jair Raso homenageou o presidente da FELUMA com um número que aliou poesia, artes cênicas e música. Em seguida, dois violinistas da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais adentraram o ambiente executando uma peça clássica e, logo depois, os Batráquios – bateria da Atlética Ciências Médicas – surpreenderam a todos coroando o momento especial. Mateus Matos, aluno do 8º período de Medicina e componente da bateria, foi um dos componentes que estiveram na homenagem e se disse orgulhoso por participar de um momento histórico da instituição. “É muito interessante a Faculdade ter esse olhar cultural, acaba sendo uma válvula de escape para nós. Foi muito bom representar os acadêmicos aqui.”

Emocionado com a homenagem, o presidente da FELUMA fez uma promessa: “Nenhum artista mineiro vai pagar aluguel aqui. O espaço é de todos! Além disso, os espetáculos terão 10% dos assentos reservados para os alunos do ProUni e seus familiares. Eles não vão pagar por isso”, disse Dr. Wagner Eduardo Ferreira.

A inauguração do teatro vai ao encontro de uma preocupação que há mais de 70 anos tem pontuado a história da FELUMA: formar profissionais não apenas tecnicamente capacitados para o exercício de suas funções, mas, sobretudo, cientes do compromisso que devem assumir com a construção de uma sociedade melhor.

Comunidade artística agradece

Antes mesmo de o Teatro FELUMA ser inaugurado, o projeto foi apresentado à comunidade artística de Minas Gerais. Além de lideranças das artes cênicas, artistas plásticos, que poderão utilizar o espaço multiúso para exposições de pintura e fotografia, foram convidados a conhecê-lo. O objetivo é otimizar ao máximo a utilização do local, com a realização também de seminários e eventos científicos.

Por abrigar um leque de eventos tão diverso, a obra foi desafiadora para a engenheira Cristina Resende e a arquiteta Ana Machado, responsáveis pelo projeto. “A FELUMA investiu em sistemas completamente novos de iluminação, ar-condicionado, instalações elétricas, pisos, enfim, todo um trabalho de revitalização do prédio foi executado ao longo dos anos até se chegar ao sétimo andar, que abriga agora o Teatro”, observa Cristina.

Foto: Luciano Figuerôa

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