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Sarau de lançamento da Revista Canjerê encerra Temporada FAN
A Fundação Municipal de Cultura encerra a programação da Temporada FAN – Negritude em Foco no mês de dezembro. O evento contou com uma série de atividades de outubro a dezembro sob a temática das artes e cultura negras, numa programação construída por produtores privados, com a chancela da FMC, apoio do Festival de Arte Negra – FAN, e patrocínio da ArcelorMittal Brasil. Todas as ações da Temporada FAN – Negritude em Foco têm entrada gratuita.
Revista Canjerê
A revista Canjerê é uma publicação quadrimestral produzida pelo Instituto Cultural Casarão das Artes desde setembro de 2015. O veículo se coloca como afirmação e reverberação de produções artísticas e acadêmicas que versam sobre: cultura africana, afro-brasileira e diásporas. O lançamento da 5ª edição será um sarau, com a presença das poetas Mel Duarte, Nívea Sabino e da rapper Kainná Tawá.
Sandrinha Flávia, editora da revista ressalta: “Trabalhar na produção e edição da revista Canjerê é um desafio e um valoroso aprendizado todos os dias para toda equipe. O fato de abrirmos o espaço para que várias pessoas do Brasil e da África escrevam, amplia o campo, e é assim que surgem as pautas inéditas. Os temas apresentados, geralmente são produzidos por pessoas que amam a temática na qual se propõe a escrever e isso é muito rico”.
O Sarau de lançamento da Revista Canjerê acontece no próximo sábado (10/12), no Centro de Referência da Juventude – Praça Rui Barbosa, 50, Centro, a partir das 16h.
Mel Duarte
Poeta de 27 anos, Mel Duarte atua com literatura independente desde 2006, quando conheceu o movimento de Saraus em São Paulo. Teve suas poesias publicadas em mais de 10 antologias, faz parte do coletivo “Poetas Ambulantes” que realiza intervenções poéticas dentro dos transportes públicos de São Paulo e é uma das organizadoras da batalha de poesias voltada para o gênero feminino “Slam das Minas- SP”.
O FESTIVAL DE ARTE NEGRA – FAN-BH
O FAN-BH é um festival dedicado à valorização e à difusão da arte negra. Suas referências articulam as raízes ancestrais da cultura negra às expressões de sua contemporaneidade e dedica-se a fortalecer as matrizes tradicionais africanas ainda preservadas e aquelas resultantes do contato com outras culturas. Com periodicidade bienal, o festival compreende uma ampla programação cultural, marcada pela diversidade de linguagens artísticas e pela participação de artistas, grupos e pesquisadores da arte e da cultura negra. Desde 1995, atua como um importante instrumento para valorização de manifestações populares, impulsionando a formação de um mercado local e fomentando a inserção de artistas da cidade nos circuitos culturais. Suas atividades também provocam diversificadas reflexões e promovem a democratização do acesso ao bem cultural pelos diversos setores da cidade.
Em sua 8ª edição, que comemorou 20 anos em novembro de 2015, o Festival contou com a participação de cerca de 90 mil pessoas e consolidou suas ações na valorização e reflexão de questões estético-culturais ligadas à presença crítico-criativa da cultura afro-brasileira no mundo contemporâneo.
Foto: Divulgação
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