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Sucesso! 31ª edição da Feira Nacional de Artesanato supera expectativas

Maior evento do gênero na América Latina foi a grande primeira realização em todo país desde o início da pandemia e agradou expositores e público, que já podem anotar na agenda: ano que vem tem mais!

Beleza, delícias e muitas compras marcaram os seis dias da 31ª edição da Feira Nacional de Artesanato, realizada no Expominas e que terminou no domingo. Cerca 30 mil pessoas visitaram os quase 500 stands com produtos de todas as regiões do país, movimentando mais de R$ 10 milhões. Tudo seguindo rigorosos protocolos sanitários neste que foi o primeiro grande evento no Brasil desde o início da pandemia - e que agradou, em cheio, a expositores e público.

“Missão cumprida! Esta é a sensação que estou pós-feira. Contra tudo e contra todos, decidimos que iríamos conseguir realizar o evento, onde as pessoas pudessem comparecer com segurança e os artesãos pudessem fazer bons negócios. Durante oito meses, quando dizíamos que a feira iria acontecer, que teria uma feira virtual e que o público poderia visitar sem susto, as pessoas olhavam com descrença. Achavam que era um sonho impossível. Mas provamos que não! Com persistência, seriedade e compromisso com a saúde, demonstramos que é possível dar continuidade à realização de eventos com público, atendendo a todos os protocolos sanitários”, destacou Tânia Machado, idealizadora e organizadora da Feira Nacional da Artesanato.

Satisfação compartilhada por expositores. Como a artesã Daniele Drumond, de Belo Horizonte, que expõe no evento há 12 anos. “No primeiro dia, vendi a mesma quantidade que tinha vendido em todas as outras edições juntas!” Este ano, ela encantou o público com cerâmicas lindas e muito coloridas. O stand onde ela ficava, bem no corredor central, estava sempre movimentado. Dele, toda hora saia alguém carregando sacolas. Precisou pegar mais peças no ateliê para atender a demanda.

Estoque extra vindo de avião

Outro que precisou renovar o estoque foi Ednilton da Silva Costa, do Acre, representante da marchetaria - arte milenar de incrementar imagens em peças de madeira. As peças trazidas para a 31ª edição da Feira Nacional de Artesanato foram feitas pelo artista plástico Maqueson Pereira da Silva, inspiradas na Floresta Amazônica, seus costumes e sua gente. “No começo da feira, no primeiro dia já foi vendido praticamente 80 % das carteiras que eu trouxe. Tive que mandar vir mais do Acre, de avião, para poder ter mais para vender”. As peças mais vendidas foram as carteiras, com preço entre R$ 1,4 mil e R$ 1,5 mil.

Do Mato Grosso do Sul vieram lindas peças em cerâmica e madeira, utilitárias e decorativas. E que foram embelezar a casa de muitos mineiros e turistas de outros estados que visitaram a 31ª edição da Feira Nacional de Artesanato neste início de dezembro. Katienká Klain, gerente de artesanato da Fundação de Cultura no Estado, destacou as boas vendas, especialmente no primeiro dia, para lojistas. E nem mesmo as restrições causadas pela pandemia, que fizeram com que o público fosse menor este ano, impediram que o estoque fosse diminuindo dia após dia.

“Superou as expectativas”

“Não teve um público grande circulando, mas todo mundo que veio, era para comprar. Então, toda vez que passava alguém no nosso stand, não saia de mão vazia. Sempre comprava alguma coisa. A gente sempre vendeu bem nos anos anteriores. Neste ano, estávamos com receio por causa da pandemia, mas, como foi a primeira feira presencial, as pessoas acabaram vindo e comprando mesmo! Superou nossas expectativas”, comemorou.

E para os apreciadores de artesanato, aqui vai uma ótima notícia: a 32ª Feira Nacional de Artesanato já está confirmada! Será entre os dias 7 e 12 de dezembro de 2021. Nos vemos lá!

31ª edição da Feira Nacional de Artesanato

Site: www.feiranacionaldeartesanato.com.br

Instagram: @feiranacionaldeartesanato
Facebook: /feiranacionaldeartesanato

Foto: Divulgação

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