Notícias

Sidarta Riani lança novo single acompanhado de vídeo-performance para divulgação do seu próximo disco

Propondo o ‘mergulho’ em si como forma de cura, o multiartista mineiro apresenta “Asas do Infinito” segunda faixa do novo álbum “Canções de Sobrevivência em Tempos Apocalípticos”

Conhecido da cena mineira por seu trabalho com a banda Sr do Bonfim desde 2013, pelas articulações coletivas com grupos culturais e bandas como Lamparina e a Primavera e Cayena, além de atuações no carnaval belo-horizontino, Sidarta Riani se define hoje como um cantautor que esbarra num pop-alternativo e explora ritmos brasileiros com experimentações do indie e do psicodélico. Iniciando sua carreira solo com o EP “Muda” em 2017, ele agora se prepara para o lançamento de seu primeiro álbum.

Em setembro deste ano, o músico divulgou “Epitáfio I”, primeiro single de “Canções de Sobrevivência em Tempos Apocalípticos”, disco que está previsto para ser lançado no primeiro semestre de 2021 e que surgiu em função de reflexões latentes diante do contexto pandêmico, enquanto um "manifesto político-afetivo", tratando de questões de autoconhecimento, vida e morte, afeto, busca por pertencimento e possibilidades de se entender e se posicionar no mundo. Agora, no próximo dia 4 de dezembro, o multiartista apresenta, em todas as plataformas de streaming, a segunda faixa do trabalho, acompanhada de uma vídeo-performance desenvolvida, produzida e roteirizada pelo próprio artista e dirigida por ciber_org.

Asas do Infinito

Tendo como referência trabalhos de Jacob Collier, realizados dentro do quarto e com muitas sobreposições de camadas e instrumentos, passando por Pink Floyd, música erudita, além de inspirações na sonoridade oriental-hindu de Ravi Shankar - utilizando Sítaras e Tablas (feitas de sons de torneira) -, a composição constrói uma narrativa mântrica para trabalhar espacialidades em arranjos 3D no estéreo e explorar as possibilidades de experimentação e reapropriação da música brasileira.

A faixa e o registro visual que a acompanha se apresentam como uma busca pela reconexão com a ancestralidade do artista, cuja família é composta por trabalhadores autônomos da área de práticas terapêuticas como Yoga, Tai Chi Chuan, Reiki e Psicoterapia. “Asas do Infinito” é uma “pílula contracultural” e o chamado que o artista compôs para, em suas palavras, “voltar a se cuidar”, ilustrado em um curta de 7 minutos de duração dirigido por ciber_org.

“Trilha sonora de uma viagem interna”


Para realizar o registro visual que se tornou indissociável ao conceito da música, definido por Sidarta nas palavras acima, o multiartista reuniu uma equipe de artistas que também estão com suas atividades prejudicadas devido à pandemia para o trabalho conjunto.


Utilizando a dança meditativa e o movimento autêntico como intervenção urbana e provocação do meio social, Sidarta assume três personalidades em vídeo que coexistem em três locações de Belo Horizonte e seus arredores. Colocando seu corpo como objeto de interferência em contraponto à velocidade acelerada dos movimentos urbanos atuais, o multiartista medita nestes espaços de forma estática ou através de danças livres e lentas, buscando criar um lugar imaginário com os três personagens fictícios, que têm o intuito de provocar as pessoas a olharem para si e se autocuidarem.

Produção e Capa

A composição de “Asas do Infinito” começou como uma parceria de Elisa Pretinha (banda Menage), Cidoca (banda Menage) e Sidarta Riani e posteriormente foi arranjada, gravada e produzida por Sidarta Riani em sua casa e no Estúdio Macacos. A mixagem e masterização ficou por conta de Gustavo Lima de Almeida. A fotografia da capa é assinada por Paulo Abreu e as esculturas das ‘asas’ que compõem a arte foram criadas conceitualmente e montadas por Paloma Lima e Ana Laura Araújo.

Link para o clipe: https://youtu.be/epOSWBpbw1Y

Foto: Ciber_org

Selecionamos os melhores fornecedores de BH e região metropolitana para você realizar o seu evento.