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Cemig é a nova patrocinadora master da Fundação Clóvis Salgado

Empresa já patrocina a instituição, e agora amplia seu apoio à cultura mineira

A Cemig se consolida em 2019 como uma das maiores incentivadoras da cultura em Minas Gerais. A empresa acaba de se tornar a patrocinadora master da Fundação Clóvis Salgado (FCS), e assume o naming right do mais importante espaço cultural da capital mineira, que agora passa a se chamar Grande Teatro Cemig Palácio das Artes.

Para o presidente da Cemig, Cledorvino Belini, a companhia tem uma história que se funde com a de Minas Gerais, e sempre esteve à frente de grandes iniciativas culturais. “Temos orgulho em anunciar a companhia como patrocinadora master da Fundação Clóvis Salgado pelos próximos dois anos. É uma grande oportunidade de ampliarmos o apoio à instituição, que tanto contribui para a inclusão social no meio cultural”, afirma o executivo.

Para o diretor de Comunicação e Sustentabilidade da Cemig, Marco Antônio Lage, investir em cultura é um dos pilares que fazem da companhia um patrimônio de Minas Gerais e grande fomentadora de desenvolvimento do estado. “É um momento de mudanças na Cemig. Estamos apoiando instituições e projetos importantes, como a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, o Grupo Corpo e Corpo Cidadão, o Grupo Galpão e Galpão Cine Horto, ou seja, uma carteira ampla e diversificada, que atende a população de forma democrática e abrangente”, conta o diretor.

Ainda via Leis de Incentivo, a Cemig apoia o Minas Trend, e patrocina a manutenção de museus estaduais, do Instituto Inhotim, do Grupo Ponto de Partida, da Universidade de Música popular (Bituca) e do Minas Tênis Clube.

Cultura para todos

A presidente da Fundação Clóvis Salgado, Eliane Parreiras, avalia que o apoio da Cemig vai trazer benefícios diretos à população, além de incentivar produtores e artistas, que poderão trabalhar para um público maior e mais diversificado. “A parceria com a Cemig vai viabilizar a expansão de programas que já existem, tornando mais acessível o contato com a arte, por meio de gratuidades ou de ingressos a preços populares, ampliando ainda mais uma programação que já é extensa, mas pode crescer bastante e atender muito mais pessoas” afirma Eliane.

A presidente da FCS reforça que os investimentos não devem ser vistos como sendo para a Fundação, mas para Minas Gerais e para a classe produtiva cultural como um todo. “Isso porque a maioria dessas pessoas usufrui ou se relaciona com o Palácio das Artes e com os outros espaços ligados à Fundação. Será mais conforto, mais acessibilidade, mais programação, mais diversidade e mais pluralidade. Será mais cultura para o povo mineiro”, completa.

Foto:Paulo Lacerda

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