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6º Descontorno Cultural leva mais de 200 atrações artísticas a todas as regionais de Belo Horizonte
Festival acontece entre sexta-feira (6) e domingo (8), contando com atrações de diferentes linguagens artísticas espalhadas pelos centros culturais municipais da cidade e abertura no Viaduto Santa Tereza, com o rapper paulistano Rincon Sapiência
De 6 a 8 de dezembro, Belo Horizonte sedia a 6ª edição do Descontorno Cultural – festival dos centros culturais municipais, que integra o calendário de comemorações dos 122 anos da capital. Realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, o evento terá na programação mais de 200 atrações artísticas, de diferentes linguagens, que ocuparão os 17 centros culturais da cidade, totalizando 12 horas de apresentações em cada um deles. Com o tema “A Cultura Circulando por Toda a Cidade”, a programação é gratuita e pode ser conferida no site portalbelohorizonte.com.br ou no documento em anexo.
Juca Ferreira, Secretário Municipal de Cultura, destaca que “uma das maiores forças do Festival Descontorno está em sua capacidade de promover interações e trocas por meio da circulação de suas atividades. Esse seu modo muito particular de democratizar o acesso às políticas públicas de cultura vem se firmando a cada ano pela intensidade com que aproxima a cidade do cidadão”.
“O Descontorno é um momento de grande celebração e de promoção das políticas públicas desenvolvidas ao longo do ano nestes equipamentos, proporcionando uma vasta programação gratuita para a população e visibilidade, protagonismo e reconhecimento à produção artística da cidade”, afirma Fabíola Moulin, presidenta da Fundação Municipal de Cultura.
Programação
A abertura do evento será na sexta-feira (6), a partir das 19h, no Viaduto Santa Tereza, com apresentações do rapper paulistano Rincon Sapiência, da mineira Tamara Franklin e do duo de artistas audiovisuais VJ Suave (SP). Já no sábado e no domingo, as atrações se desdobram pelos 17 centros culturais espalhados pelas nove regionais da capital, além do Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado. Durante os três dias de evento, vans e ônibus garantirão o transporte do público participante, de forma gratuita, por todos os palcos do festival.
A programação do 6º Descontorno Cultural foi definida a partir de um chamamento público, com 68 selecionados. Esse processo possibilitou a entrada de grupos de todas as regionais da cidade e região metropolitana. Voluntários que trabalham nos centros culturais, nos projetos do edital Cena Plural e da Lei Municipal de Incentivo à Cultura completam a lista de atrações.
Neste ano, o festival ganhou força com a integração ao Circuito Municipal de Cultura, o que proporcionou maior estrutura e a vinda de artistas de renome nacional, como Rincon Sapiência e Orquestra Ouro Preto. Artistas mineiros como Tamara Franklin, Viluji Rap, Groove da Esquina, Edu Pio, Grupo Calangos e Cia El Indivíduo estão entre as atrações, que abarcam linguagens como música, teatro, dança, circo, artes visuais, literatura e manifestações da cultura popular tradicional.
O festival traz atrações para toda a família, do público infantil ao idoso, nos 18 palcos, com espetáculos teatrais, circenses, contação de histórias e muito mais.
Sobre o Descontorno Cultural
Desde sua primeira edição, o Descontorno teve grande adesão nas nove regionais da cidade e rapidamente tornou-se um evento de destaque no calendário cultural de BH. A novidade deste ano foi a seleção de 68 grupos de música e artes cênicas por meio de edital de fomento, com inscrição simplificada, através da internet. O resultado é uma oferta cultural diversa e transversal, acessível para todas as idades.
Localizados em todas as regionais da capital e com forte participação das comunidades de seus entornos, desde a criação até a construção da programação, os centros culturais integram as políticas públicas de acesso, descentralização e formação da FMC.
A diretora de Promoção dos Direitos Culturais da Fundação Municipal de Cultura, Bárbara Bof, ressalta que a criação dos centros culturais está contemplada na Lei Orgânica do Município de 1990 e busca dar visibilidade à diversidade de manifestações artísticas promovidas pela cidade.
“Em 2018, foram mais de 7,4 mil atividades associadas a projetos diversos como Territórios Criativos e Arena da Cultura. Essas ações impactam de forma significativa na vida das comunidades, que entendem acesso aos bens culturais como um direito garantido pela Constituição e passam a ressignificar seus ambientes sociais e seu lugar na sociedade”, afirma.
Foto:Rafael Protzner
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