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Chico Pelúcio lança livro presencialmente na Mostra Reencontro do Galpão Cine Horto

Reflexões sobre Gestão e Sustentabilidade de Pequenos e Médios Espaços Culturais será lançado no dia 26 de novembro

O ator, diretor e gestor cultural Chico Pelúcio, integrante do Grupo Galpão e diretor geral do Centro Cultural Galpão Cine Horto, lança no dia 26 de novembro (sexta-feira) seu segundo livro Reflexões sobre gestão e sustentabilidade de pequenos e médios espaços culturais, durante a Mostra Reencontro de Teatro de BH, do Galpão Cine Horto. Na ocasião, haverá sessão de autógrafos.

Lançado pelo selo Edições CPMT o livro busca discutir a sustentabilidade de pequenos e médios centros culturais, quase sempre independentes, a partir da seleção e organização de uma série de artigos, palestras e aulas realizadas por Pelúcio ao longo dos últimos anos, além de sua experiência de 40 anos com o Grupo Galpão, de dois anos na Presidência da Fundação Clovis Salgado e de 23 anos com o Centro Cultural Galpão Cine Horto. Contribuiu para a escrita o fato de ter participado de diversos movimentos brasileiros de grupo de teatro e de espaços culturais.

Chico Pelúcio compartilha experiências e oferece um recorte da gestão e sustentabilidade do setor, pensando em estratégias de médio e longo prazos, em busca de um posicionamento mais sólido para o enfrentamento das adversidades presentes na área cultural. A publicação foi viabilizada com apoio do Edital n.° 24/2020 – Seleção de Propostas de Publicações Literárias - Lei Federal n.° 14.017 / Aldir Blanc, no âmbito do Governo do Estado de Minas Gerais.

Chico Pelúcio

De Baependi, Minas Gerais, 1959, Chico Pelúcio é ator, diretor e gestor cultural. Integrante do Grupo Galpão desde 1982 e diretor geral do Centro Cultural Galpão Cine Horto em Belo Horizonte (MG). Formado em Administração e Ciências Contábeis pela PUC Minas, com especialização em Cinema no IEC – PUC Minas. Foi um dos criadores do Festival Cante Conte de Baependi (1980) e do Festival Internacional de Teatro Palco e Rua de Belo Horizonte – FIT BH. Atuou como Presidente da Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes entre 2005 e 2006. Como ator e diretor teatral integrou a maioria das peças do Grupo Galpão e dirigiu o espetáculo Um Trem Chamado Desejo (2000), além de diversos espetáculos em parceria com outros grupos e companhias do Brasil, como Cia. Burlantins, Grupo Trama, Cia. La Mínima (Pagliacci, 2017, que lhe rendeu o Prêmio do Humor de Melhor Diretor), entre outros. Em 2015 lançou o livro “Do Grupo Galpão ao Galpão Cine Horto: uma História de Gestão Cultural” em parceria com Rômulo Avelar.

Selo Edições CPMT

Lançado em março de 2009, o selo Edições CPMT é uma iniciativa para preservação da memória do teatro e difusão do conhecimento no campo das artes cênicas. Tem o objetivo de agregar publicações diversas sobre teatro, oriundas de projetos do Galpão Cine Horto, do Grupo Galpão ou de instituições parceiras. Entre suas principais publicações estão a Revista Subtexto, os Cadernos de Dramaturgia, o livro Teatro Sem Diretor de Jurij Alschitz, os Diários de Montagem do Grupo Galpão e o livro Galpão Cine Horto: uma experiência de ação cultural. – https://galpaocinehorto.com.br/cpmt/edicoes-cpmt/

LANÇAMENTO DO LIVRO REFLEXÕES SOBRE GESTÃO E SUSTENTABILIDADE DE PEQUENOS E MÉDIOS ESPAÇOS CULTURAIS, DE CHICO PELÚCIO

Lançamento com sessão de autógrafos

26 de novembro (Sexta-feira) às 18h

Galpão Cine Horto (Rua Pitangui, 1613)
https://galpaocinehorto.com.br/

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Este evento não seria possível sem o patrocínio do Instituto Unimed‐BH (por meio do incentivo de mais de 5,2 mil médicos cooperados e colaboradores através da Lei de Incentivo à Cultura) e dos apoiadores Cemig, MGS e Usiminas. São parceiros que apoiam as ações que estamos realizando aqui, com o objetivo de proteger o público e a sociedade durante a pandemia e manter o teatro vivo! A Mostra Reencontro é apresentada pelo Ministério do Turismo e realizada com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte.

Sobre o Instituto Unimed-BH

Associação sem fins lucrativos, o Instituto Unimed-BH, desde 2003, desenvolve projetos socioculturais e ambientais visando a formação da cidadania, estimular o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, ampliar o acesso à cultura, valorizar espaços públicos e o meio ambiente. Ao longo de sua história, o Instituto destinou cerca de R$140 milhões por meio das Leis municipal e federal de Incentivo à Cultura, viabilizado pelo patrocínio de mais de 5,2 mil médicos cooperados e colaboradores. No último ano, mais de 7 mil postos de trabalho foram gerados e 3,9 milhões pessoas foram alcançadas por meio de projetos em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030. Neste ano, todas as iniciativas do Instituto celebram os 50 anos da Unimed‑BH.

 

Foto: Chico Pelúcio / Rodrigo

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