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ORQUESTRA DE CÂMARA SESIMINAS ENCERRA TEMPORADA 2017 “SEMPRE ÀS QUARTAS” NA SALA MINAS GERAIS E CONVIDA OS PIANISTAS CELINA SZRVINSK E MIGUEL ROSSELINI E O CLARINETISTA WILLIAM BARROS, MÚSICO DA ORQUESTRA
Concerto será na Sala Minas Gerais e apresenta obras de Bach, Mozart e Schubert
No dia 29 de novembro, às 20h, a Orquestra de Câmara SESIMINAS encerra a série “Sempre às Quartas”, da Temporada 2017, na Sala Minas Gerais. Sob regência do maestro Marco Antonio Maia Drumond, a Orquestra recebe o duo de piano Celina Szrvinsk e Miguel Rosselini, que interpretará o Concerto para dois pianos em Dó Menor, de Bach; e o clarinetista William Barros, que executará o Concerto para clarinete e orquestra em Lá Maior, de Mozart. Também integram o repertório Abertura “La Clemenza di Tito”, de Mozart, e a Sinfonia nº 5 em Si bemol Maior, de Schubert. Ingressos a R$30 (inteira) e R$ 15 (meia).
Para a Orquestra de Câmara SESIMINAS o ano de 2017 ficará registrado como um dos mais importantes de sua história. A série “Sempre às Quartas” integrou as comemorações dos 70 anos do SESI MG e contemplou oito concertos, todos realizados sempre às quartas-feiras com a participação de solistas e regentes de nível internacional, como o Kim Trio, formado pelas irmãs coreanas Nayoung Kim (piano), Taehyun Kim (violino) e Jiyeon Kim (violoncelo), o pianista Mauricio Veloso, o percussionista Rafael Alberto, o violinista e compositor Marcus Viana, e os maestros João Carlos Martins, Jaroslaw Lipke e Michael Rein.
O repertório
O programa tem sua primeira parte integralmente dedicada a Mozart. A abertura da ópera “La Clemenza di Tito” e o Concerto para Clarinete e orquestra em Lá Maior são duas de suas últimas composições. A primeira refere-se à sua derradeira ópera, figurando também este concerto como sua última composição dedicada a esta forma. Nas palavras do escritor uruguaio Lincoln Maitzegui Casas, “seu segundo movimento, construído em torno de uma melodia tocada pelas mãos de todos os deuses ... soa como um lamento, um grito contido de pesar pela vida que o abandona”. O solo ficará sob a responsabilidade do clarinetista William Barros, músico da Orquestra de Câmara Sesiminas.
A segunda parte é aberta com a execução do Concerto em dó menor para dois pianos e orquestra, de Bach. Escrito em sua forma original para dois cravos, a obra ganharia depois, pelas mãos do próprio autor, uma nova versão para dois violinos (em ré menor). Ao duo Celina Szrvinsk e Miguel Rosselini caberá a interpretação da obra.
Encerrando o concerto, o público ouvirá a Quinta Sinfonia em Si bemol Maior, de Franz Schubert. Escrita em 1816, quando o autor tinha apenas 19 anos, a obra teve sua primeira execução pública somente em 1841, 13 anos após a morte do compositor. Trata-se de uma sinfonia de instrumentação bem simples que retrata o que de mais belo há na música austríaca. O trio constante no seu terceiro movimento remete-nos ao lander – dança austríaca de salão, de métrica ternária antecessora da valsa.
Foto: Divulgação
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