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GRUPO CORPO faz temporada popular apresentando Suíte Branca e Dança Sinfônica
Para fechar sua agenda de atividades de 2017, O GRUPO CORPO faz uma temporada a preços populares em Belo Horizonte.
O programa duplo, composto pelas duas peças que comemoraram os 40 anos da companhia em 2015, Suíte Branca e Dança Sinfônica, acontece de 30 de novembro a 6 de dezembro, no Cine Theatro Brasil Vallourec.
SUÍTE BRANCA
[2015]
coreografia: Cassi Abranches
música: Samuel Rosa
cenografia: Paulo Pederneiras
figurino: Freusa Zechmeister
iluminação: Paulo Pederneiras e Gabriel Pederneiras
Quando os primeiros acordes de guitarra e a silhueta sinuosa de uma bailarina riscam o ar, um quê de mistério insinua-se na cena. Logo, a aridez de uma paisagem estranhamente branca sublinha o clima enigmático.
Vestidos de branco do princípio ao fim do balé, movimentando-se sobre o linóleo também branco e tendo ao fundo um painel que pouco a pouco revela saliências e reentrâncias de uma estrutura que sugere uma gigantesca geleira, os bailarinos do Grupo Corpo percorrem o instigante emaranhado de temas composto por Samuel Rosa para a trilha de Suíte Branca.
Idealizado como as antigas tabulas rasas romanas ou uma página em branco, sobre a qual uma nova história começa a ser inscrita, Suíte Branca marca a primeira colaboração da jovem coreógrafa paulista Cassi Abranches com a companhia mineira de dança. Entre ondulações de braço e quadril, movimentos pendulares, suspensões e muitas intercorrências de chão, a partitura de movimentos erguida por ela propõe um diálogo com a lei da gravidade, onde é possível entrever os traços distintivos do Corpo que há tanto tempo habitam o nosso imaginário e, ao mesmo tempo, divisar a força de uma inequívoca alteridade.
DANÇA SINFÔNICA
[2015]
coreografia: Rodrigo Pederneiras
música: Marco Antônio Guimarães
cenografia: Paulo Pederneiras
figurino: Freusa Zechmeister
iluminação: Paulo Pederneiras e Gabriel Pederneiras
Criada para a celebração dos 40 anos de atividade do Grupo Corpo, Dança Sinfônica se estrutura a partir do mote memorialista proposto pelo diretor artístico Paulo Pederneiras. Autor de trilhas antológicas, como 21 (1992) e Bach (1996), na primeira obra sinfônica especialmente criada para a companhia mineira de dança, Marco Antônio Guimarães funde em sofisticada trama peças inéditas e passagens musicais evocativas de balés que marcaram a história recente do Corpo. O conjunto de temas, escrito com maestria para a formação da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, de 90 figuras, e interligado por engenhosas pontes musicais executadas pelo grupo Uakti, permite a Rodrigo Pederneiras passar em revista as melhores notações de todo um vocabulário que havia deixado para trás e, também, a processar, com a bagagem acumulada em décadas de exercício de desprendimento da forma, uma espécie de síntese de uma escritura coreográfica construída ao longo de 34 anos de residência na companhia.
Garimpados nos acervos particulares de profissionais que colaboraram ou exerceram algum tipo de influência na trajetória do Grupo Corpo ao longo desses 40 anos Grupo C– de bailarinos e maîtres de ballet a técnicos e camareiros –, mais de mil flagrantes fotográficos informais compõem o painel cenográfico, de 8m x 16m, que ambienta o espetáculo.
Em contraponto com o caráter cotidiano das situações ali representadas, cortinas e collants de veludo vermelho-vinho revestem as pernas do teatro e vestem as bailarinas, conferindo um discreto ar de solenidade à apresentação.
GRUPO CORPO
www.grupocorpo.com.br
Incentivo:
LEI FEDERAL DE INCENTIVO À CULTURA
Patrocínio Master:
GOVERNO DE MINAS GERAIS e PETROBRAS
Patrocínio:
COPASA, CEMIG, TAESA, BDMG, BDMG CULTURAL, ROUXINOL
Realização:
INSTITUTO CULTURAL CORPO, MINISTÉRIO DA CULTURA, GOVERNO FEDERAL
Foto: José Luiz Pederneiras
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