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ESCRITORA E ACADÊMICA CARMEN SCHNEIDER LANÇA LIVRO “PALAVRAS DESCRUZADAS” NA ACADEMIA MINEIRA DE LETRAS, DIA 22/11

OBRA TRAZ MAIS DE 30 RESENHAS E ENSAIOS SOBRE OS TRABALHOS LITERÁRIOS PRODUZIDOS PELOS IMORTAIS MINEIROS

A Academia Mineira de Letras recebe no dia 22 de novembro, às 18h, o lançamento do livro“Palavras descruzadas: resenhas e ensaios sobre trabalhos literários dos acadêmicos da Academia Mineira de Letras”, da escritora e acadêmica Carmen Schneider Guimarães, quinta sucessora da cadeira n° 5.

O evento faz parte do programa Universidade Livre – Plano Anual de Manutenção AML, realizado mediante a Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio do Instituto Unimed-BH, por meio do incentivo fiscal de mais de 4,7 mil médicos cooperados e colaboradores; e copatrocínio da CBMM. A AML integra o Circuito Liberdade.

Pesquisadora da vida e obra de escritores, poetas e artistas, Carmen Schneider reúne em “Palavras descruzadas” mais de 30 ensaios e resenhas sobre as composições de imortais da AML. Boa parte deles foi publicada na Revista da Academia e em outros periódicos, além de terem sido adaptados para palestras.

“O texto que comemora o centenário de Afonso Arinos de Melo Franco é um dos mais importantes da coletânea, com o qual recebi o prêmio do Concurso Nacional de Literatura Vivaldi Moreira, em 2006”, conta a escritora. A obra tem prefácio assinado pela presidente da AML, a escritora e mestre em Literatura Elizabeth Rennó, e comentários de apreciação de Josina Nunes Drumond, doutora em Literatura Comparada.

O evento de lançamento ainda contará com a exibição de filme sobre a inauguração do prédio anexo ao solene casarão dos Borges da Costa, na década de 1990, preparado pelo cineasta Guilherme Schneider Guimarães, filho da escritora.

SOBRE A PALESTRANTE:

Carmen Schneider Guimarães é natural de Vitória (ES) e radicada em Minas desde 1947. Ocupante da cadeira nº 5 da Academia Mineira de Letras desde 2012 e presidente emérita da Academia Feminina Mineira de Letras (Afemil), é autora de livros de contos e novelas, como o premiado Corpo Molhado(1978) e o infantojuvenil Lola, a Prima de Timbolo (1967), finalista no Concurso João de Barros. Dedicou grande parte de sua vida ao estudo de artistas, poetas e escritores. Também escreveu novelas para a rádio de Itaúna, onde viveu por alguns anos, e para o caderno de Turismo e o Pensar do jornal Estado de Minas, além de apresentar o programa Turismo na Passarela, na TV Alterosa. A escritora foi ainda correspondente dos jornais A Tribuna, de Vitória, e O Jornal, do Rio de Janeiro, e das revistas Pesca, Campismo, Turismo e Caça e Revista de Ficção – Histórias para o prazer da Leitura.

Foto: Divulgação

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