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Série Manhãs Musicais da FEA apresenta: Recital de música de câmara (violão, flauta e contra-baixo elétrico) com o violonista Daniel Christófaro e convidados

18 de novembro, domingo, às 11h, na Sala Sergio Magnani

Daniel Christófaro

Iniciou seus estudos de violão com Guilherme Paolielo em 1994 na Fundação de Educação Artística onde freqüentou aulas de harmonia, análise, contraponto e percepção musical com Rubner de Abreu, Rogério Vasconcelos e Eduardo Campolina. Ingressou na Escola de Música da UFMG no curso de graduação em Composição em 1998, concluindo as matérias de análise, contraponto, harmonia e orquestração com Eduardo Campolina, Sergio Freire e Oilian Lana. Mudou a ênfase do curso para violão em 2001 concluindo a graduação na classe do professor Fábio Adour em 2004. Em 2008 iniciou o mestrado na mesma instituição orientado pelo professor Flávio Barbeitas, desenvolvendo a dissertação “A escrita para violão e cordas no Concerto Metis de Roland Dyens” e interpretando essa obra pela primeira vez no Brasil em 2009 junto a Orquestra SESIMINAS sob a regência de Marco Antonio Maia Drumond e reapresentando-a em 2010 no recital de conclusão do mestrado com o mesmo grupo.

Participou de masterclasses com Betho Davezak, Fábio Zannon, Alieksey Vianna e Odair Assad. Obteve o 1º lugar no 1º concurso Jovens Intérpretes de Música Contemporânea do Festival de Inverno da UFMG (2002) e a vaga na área de cordas dedilhadas no concurso Jovens solistas da UFMG (2003).

Lecionou violão no curso de extensão da escola de música da UFMG e percepção musical e prática de criação como professor substituto na mesma instituição. Lecionou violão e prática de conjunto em Rio Acima, Sarzedo, Itabira, Pró-Music (BH).

Atua como solista e camerista, tendo participado dos grupos: Quinteto Dialeto onde participou como instrumentista e arranjador, apresentando o espetáculo “De Carne e Sonho” junto à Mimulus Cia. De dança; Duovideodó, duo de violões com Sérgio Starling; Duo na Corda (violão e violino) com Guilherme Pimenta; Baião de Dois (violão e contrabaixo) com Camilo Christófaro; Madeirame (quinteto instrumental) de composições próprias. Atualmente, leciona na violão na Fundação de Educação Artística.

 

Bruno de Oliveira (contrabaixo elétrico)

Iniciou seus estudos de Música no Centro Cultural Tambolelê aos 18 anos, participando de oficinas de percussão, teatro, canto, violão, dentre outros.  Inicia seus estudos de contrabaixo com Hector Espinosa na Fundação de Educação Artística.

Bacharel em contrabaixo pela Universidade Estadual de Minas Gerais em 2016, atua como freelance, tocando baixo acústico e elétrico. Integra diversos grupos em Belo Horizonte, entre os quais, “Graveola e o Lixo Polifonico” e “Marina Gomes e a Trinca”.

Participou de turnês em mais de 15 países na Europa, além de ter se apresentado nos EUA, Argentina e Colômbia.

Atua também como professor de contrabaixo acústico e elétrico.

 

Bruno Teixera (Flauta)

Bacharel em música popular na UFMG. (2012 - 2016)

Ministrou aulas de flauta na extensão da escola de música da UFMG. (2013 – 2015)

Participou das gravações do disco “Nas Margens” de Rafael Marttins. (2013)

Estudou improvisação com Estêvão Teixeira e Cléber Alves. (2013) - Estudou Arranjo e flauta com Mauro Rodrigues. (2015) - Tocou com importantes nomes da música brasileira como: Cristóvão Bastos, Jurim Moreira e Marcos Suzano. (2012) - Trabalhou na equipe de digitalizadores do Livrão da música Brasileira, coordenada por Toninho Horta. (2015) Vencedor do Prêmio Jovem Instrumentista BDMG. (2016)

Integrou a Geraes Big Band durante três anos, onde trabalhou com Eduardo Neves, Nivaldo Ornelas e Vittor Santos. (2014 e 2015) - Participou de workshops e máster classes com importantes nomes da música instrumental brasileira, como: Eduardo Neves, Nivaldo Ornelas (2014) e Vittor Santos (2015); Marcelo Martins (2016).

Integrante do grupo Curumim, formado por Eduardo Pinheiro, Samuel Passos e Felipe Bastos.  Integrante do grupo Choro Amoroso. Projeto mais recente, concebido pelo músico Túlio Araújo. (2018)

Atua constantemente em diferentes trabalhos em BH: Rodas de choro, acompanhado artistas cancioneiros e projetos instrumentais.

 

A SÉRIE MANHÃS MUSICAIS

Em 1963, ano inicial da Fundação de Educação Artística, foram instituídas as Manhãs Musicais, quando o maestro Sergio Magnani organizou a série de concertos assim denominada, no Auditório do Instituto de Educação. Os recitais eram mensais e tinham como temática a música do século XX. Na nova sede da Rua Gonçalves Dias, desde fins de 1997, a FEA retomou essa prática oferecendo concertos quinzenais e até semanais, aos domingos, às 11h, com temática mais abrangente.

 

A FUNDAÇÃO DE EDUCAÇÃO ARTÍSTICA – FEA

A Fundação de Educação Artística - FEA - é uma entidade sem fins lucrativos, de forte cunho social, com penetração em todas as classes sociais, que tem como objetivo contribuir - onde o Estado não atua suficientemente - para a democratização, o aprimoramento e a atualização do ensino das artes e, em particular, da música. Criada, em maio de 1963, por um grupo de artistas e intelectuais mineiros, apresentou-se, desde sempre, como um centro de experimentação, renovação e difusão artística de base cultural ampla.

No âmbito educacional, merece destaque o papel desempenhado pela FEA no processo de atualização do ensino musical, não só em Belo Horizonte, como também em diversos centros de formação do País. Por valorizar o intercâmbio entre as artes, a Fundação de Educação Artística mantém-se sempre aberta a novas ideias, experimentações, pesquisas e é, essencialmente, uma defensora contumaz da música de nosso tempo.

 

Foto: Divulgação 

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