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ESPAÇO DO AR É INAUGURADO NO SANTA LÚCIA, COM GASTRONOMIA, MÚSICA, DESIGN E ARTE
MAIS QUE UM RESTAURANTE, ESPAÇO OFERECE MULTIEXPERIÊNCIAS EM UMA CASA PROJETADA POR ÉOLO MAIA
Gastronomia, música, design e arte. Esses são os pilares do Espaço DO AR que acaba de abrir suas portas ao público no Alto Santa Lúcia. Com a proposta de trazer hospitalidade e simplicidade, a DO AR oferece restaurante/bar, feiras, concertos intimistas, espaço para workshops e reuniões. Mas sem cair no lugar comum – o que acontece, grande parte, pela arquitetura surpreendente do espaço.
Projetada pelo renomado Éolo Maia, um dos precursores da arquitetura pós-moderna no Brasil, a casa que abriga a DO AR é um atrativo por si só. Tem formato de um grande triângulo que aponta para o sul, com uma fachada volumétrica e escalonada, uma claraboia triangular no teto que deixa a luz natural entrar, cores primárias e um estilo marcante.
Um mirante circular permite contemplar a vista da cidade, o salão principal tem um palco para concertos, com mesas de duas a 10 pessoas. Um bar de drinks e cervejas, do lado de fora, é ideal para curtir de forma mais descontraída, além de mesas ao ar livre, para aproveitar o dia e a noite. A piscina foi coberta por uma rede e almofadas, com um projetor à frente para que os convidados possam desfrutar de um cinema ao ar livre.
“Somos um espaço diverso e fomos em cada área – gastronomia, música, design e arte – buscar o que tem sido criado de mais incrível. Os insumos são de altíssima qualidade, os parceiros foram escolhidos a dedo, os melhores em suas áreas e daqui, para fomentar a cena artesanal e local. Queremos que nossos convidados tenham uma experiência verdadeira, rica, mas leve... Que possam curtir uma atmosfera gostosa, em áreas diversas, mas tudo com muita verdade, muito garimpo, muito do que vem sendo produzido em BH. Essa é a nossa essência”, conta Isadora Moema, uma das proprietárias.
Gastronomia e bebidas
No menu, uma culinária afetiva e descomplicada, mas com muita personalidade. O cardápio é assinado pelo chef Rodrigo Mendes, com opções para café da manhã, almoço, café da tarde e petiscos para o happy hour.
Destaque para o petisco “Adorêi o bronze”, filé de peixe tamboril lindamente dourado, com chantilly de limão capeta. Entre os pratos, opções vegetarianas e também com todo o tipo de carnes, como o cupim no leite com mandioca cozida na manteiga de garrafa e saladinha de lentilha. O “Bão de mel” fecha bem qualquer refeição, com pão de mel e doce de leite, envolto de ganache espelhada com poeira de cúrcuma. O menu conta, ainda, com sanduíches, saladas, burgers e lanches.
A carta de drinks leva a assinatura do mixologista Diego Kruz, com oito cocktails exclusivos, preparados com destilados que vão de pisco a whiskey, passando também por rum e cachaça. O Colombo, por exemplo, leva brandy espanhol, espresso, leite condensado e castanha-do-pará. Enquanto o Impreciso inclui cachaça infusionada em frutas cristalizadas, grapefruit, mel de eucalipto e limão-siciliano. Os clássicos Negroni, Moscow Mule, Aperol Spritz, entre outros, também estão no cardápio.
Leo Nascimento foi o responsável pela curadoria das cervejas artesanais. Serão oito torneiras de cervejas locais. Entre elas: a Golden Mocha (Dos Caras) - Golden Ale a 33rpm (Vinil) - Bohemian Pilsener, Kaimishkas (Brucke) – Gruit e a Oroboro (Verace) - Belgian Strong Dark Ale.
Já a carta de vinhos, montada pela sommelier Ana Borges, será diversificada com espumantes, rosés, brancos e tintos. O destaque será o “vinho garimpo”, em que rótulos exclusivos serão selecionados e apresentados periodicamente. Na estreia, o mineiro Dom Leon Alvarez Syrah, da Vinícola Campo Alegre, que explora o terroir do Vale do São Francisco, na região de Diamantina.
Os cafés servidos na casa também serão especiais e levam a chancela da OOP. Os grãos catuaí-vermelho, de origem 100% arábica, vêm direto de um produtor da Serra da Mantiqueira. E serão servidos o clássico coado, cold brew, machiatto, e capuccino – além do café espresso.
Design e arte
Para funcionar como restaurante, a casa de Éolo Maia passou por adaptações. Pedro Haruf assina o projeto do muro, deixando a bela fachada mais visível; do palco, onde funcionava uma lareira; e dos mobiliários, criados exclusivamente para a casa, dialogando com o ambiente. A arquiteta Isabela Bethônico criou os balcões do café e do bar, as cozinhas e adaptou outros ambientes.
As cerâmicas utilizadas para servir pratos e cafés são de Jane Resek, também desenhados especialmente para o DO AR. A Botânica do Mercado levou seu projeto de paisagismo aos ambientes, enquanto o Estúdio Veste foi o responsável pelos estilosos uniformes da equipe.
Obras de arte estão espalhadas pela casa, para serem apreciadas. Sessões de cinema serão transmitidas na área da piscina, coberta por uma rede com almofadas.
Música e programação cultural
O salão principal abriga um palco para concertos, com curadoria de um dos sócios, Alysson Brener. O músico Leandro César montou um grupo de música instrumental brasileira especialmente para residir as quintas-feiras no DO AR. Já o internacionalmente conhecido percussionista Túlio Araújo se apresenta com um grupo de Jazz Fusion às terças-feiras.
Durante outros dias da semana, o palco será aberto a bandas e artistas de BH e do mundo. O DO AR também receberá feiras diversas aos sábados, com produtores locais em variados segmentos e programação para as crianças aos domingos.
Foto: Bruno Senna
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