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Maitê Proença fala sobre "Atuação" no último episódios podcast "Amanhãs: o futuro das artes da cena"
Maitê Proença e Rejane Faria são convidadas do 6º e último episódio do projeto em 2021, que irá falar sobre atuação. Entrevista vai estar disponível no podcast da Pólobh, a partir do dia 12 de novembro, com acesso pelas principais plataformas de streaming
A série de podcasts "Amanhãs: o futuro das artes da cena" encerra a sua primeira temporada completando seis episódios, com as participações de importantes nomes do fazer artístico cultural, que colocaram em pauta os diversos desafios do teatro no pós-pandemia. O projeto, que é realizado pela Pólobh com apoio Cultural do Sesc em Minas, teve início no dia 03 de setembro com a proposta de lançar seis episódios quinzenais, para refletir, a partir dos elementos que estruturam o fazer teatral, o futuro das artes da cena a partir dos desafios impostos pela Covid-19.
O último episódio será lançado no dia 12 de novembro, com as participações das atrizes Maitê Proença e Rejane Faria, em um bate-papo sobre “Atuação”. A entrevista vai estar disponível no podcast da Pólobh, a partir do dia 12 de novembro, com acesso pelas principais plataformas de streaming e conteúdo de áudio.
Marisa M. Coelho, diretora da Pólobh, a grande conclusão da série de bate-papos é que o teatro tem uma liturgia que precisa ser resgatada. “Durante três meses, reunimos experientes profissionais do teatro, em diferentes áreas de atuação, a fim de refletir sobre as mudanças que a pandemia da Covid-19 trouxe para o fazer cultural. Os seis episódios da série mostram impressões muito diversas, mas todos concordam que a magia da caixa preta, da concentração do público dentro do teatro, precisa ser regatada, e que o virtual abriu uma possibilidade de abrangência, e que não pode ser desprezada, para aqueles que não nunca tiveram a oportunidade de assistir a um espetáculo. A conclusão é que nós teremos novas possibilidades com a retomada da vida normal, que nos permitirá aproveitar da melhor maneira possível o valor do teatro, tanto presencial quanto virtual”, conclui Marisa.
A mesma opinião é compartilhada pela a atriz Maitê Proença. “O teatro tem muito pouco incentivo. Nós, artistas e demais profissionais das artes, conhecemos pouco o nosso país. Vamos para as capitais, conseguimos sair do eixo Rio e São Paulo, mas não entramos Brasil a fora, não chegamos às regiões que são carentes de cultura. É por isso que eu acredito que o digital precisa continuar. Não substituindo o presencial, isso nunca vai acontecer. Mas acho que se todos os profissionais das artes cênicas conseguirem compreender como fazer teatro on-line, que o formato digital é diferente do filmado, vamos chegar a essa parcela da sociedade e com muito êxito. Porque o on-line é diferente do filmado. O filmado afasta, e nós queremos aproximar o teatro de mais pessoas. Não estamos fazendo cinema, nem televisão. O teatro é olho-olho, e por isso ainda precisamos descobrir como fazer o teatro on-line, como tocar as pessoas que estão em casa. E isso é possível, estamos caminhando”, diz a atriz.
"Amanhãs: o futuro das artes da cena"
Para cada episódio, foram convidados profissionais de diferentes áreas do teatro: atores, dramaturgos, figurinistas, compositores, cenógrafos, produtores, iluminadores e encenadores. Os profissionais expuseram os seus pontos de vista sobre os experimentos cênicos do futuro e discutiram caminhos e experiências inovadoras para o espectador contemporâneo. Com mediação de Diogo Horta, agente e gestor cultural, curador, improvisador e professor de teatro, mediador dos episódios, os episódios trataram os temas: “Direção Teatral”, com participação do diretor de teatro e dramaturgo, Rodrigo Portella (RJ), e da atriz, diretora de teatro e professora de Interpretação Teatral, Raquel Castro (MG); “Dramaturgia”, em um bate-papo com o ator e dramaturgo pernambucano, Giordano Castro, e a mineira Mariana Lima Muniz, pesquisadora, professora da pós-graduação e Curso de Graduação em Artes e Teatro da UFMG; “Iluminação e Trilha Sonora”, com a atriz e iluminadora baiana Milena Pitombo, e o músico mineiro DJ Barulhista; “Figurino e Cenário”, com o estilista e figurinista carioca Fernando Cozendey, e pelo reconhecido designer, arquiteto e cenógrafo, Gringo Cardia; “Produção Teatral”, com Sílvio Guindane, ator, produtor, diretor de teatro e dramaturgo; e Aniela Jordan, experiente nome da Economia Criativa no Rio de Janeiro; e, finalmente, “Atuação”, com Maitê Proença e Rejane Faria.
Os conteúdos têm duração, em média, de 45 minutos cada, e podem ser acessados, individualmente, pelo podcast da Pólobh, disponível nas principais plataformas de streaming e conteúdo de áudio.
“PALCO INSTITUTO UNIMED-BH EM CASA”
O podcast “Amanhãs: o futuro das artes da cena” integra a programação do Palco Instituto Unimed-BH em Casa que tem promovido a apresentação online de espetáculos teatrais nacionais com a proposta de manter vivos o hábito e a potência do teatro. Após uma programação de sucesso em 2020, com duas temporadas e 08 espetáculos que reuniram mais de 2 milhões de pessoas pela internet e pela TV, o projeto retorna em 2021 para as apresentações de grandes montagens do teatro nacional, no formato virtual, entre os meses de julho e novembro de 2021. O projeto é uma iniciativa da Pólobh, produtora sediada em Belo Horizonte, MG, tem patrocínio do Instituto Unimed-BH, viabilizado por mais de 5,2 mil médicos cooperados e colaboradores, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Tem realização do Ministério do Turismo e Governo Federal, patrocínio da Pottencial Seguradora e apoio cultural do Sesc em Minas e Hypofarma, promoção exclusiva da Rádio Alvorada e apoio da Coreto Cultural, Fredizak, Jornal O Tempo, Rádio Super Notícia e SouBH.
Sobre o Instituto Unimed-BH
Associação sem fins lucrativos, o Instituto Unimed-BH, desde 2003, desenvolve projetos socioculturais e ambientais visando a formação da cidadania, estimular o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, ampliar o acesso à cultura, valorizar espaços públicos e o meio ambiente. Ao longo de sua história, o Instituto destinou cerca de R$140 milhões por meio das Leis municipal e federal de Incentivo à Cultura, viabilizado pelo patrocínio de mais de 5,2 mil médicos cooperados e colaboradores. No último ano, mais de 7 mil postos de trabalho foram gerados e 3,9 milhões pessoas foram alcançadas por meio de projetos em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030. Neste ano, todas as iniciativas do Instituto celebram os 50 anos da Unimed-BH. Clique aqui e conheça mais sobre os resultados do Instituto Unimed-BH.
SERVIÇO: Série de podcasts “Amanhãs: O Futuro das Artes da Cena”
Canal - Podcast Pólobh
TEMAS E DATAS
Direção Teatral – conteúdo já disponível no podcast da Pólobh
Dramaturgia – conteúdo já disponível no podcast da Pólobh
Iluminação e trilha sonora – conteúdo já disponível no podcast da Pólobh
Figurino e cenário – conteúdo já disponível no podcast da Pólobh
Produção – conteúdo já disponível no podcast da Pólobh
Atuação – disponível a partir do dia 12/11
Foto: Divulgação / Dalton Valério
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