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Sessão Colabhorasom: edição dedicada ao mês da Consciência Negra traz shows com Manu Dias, Roger Deff, Carla Gomes e Tom Nascimento
Celebrando a diversidade na música mineira a Sessão Colabhorasom retorna reunindo artistas representativos da sonoridade múltipla deste cenário.
Nesta edição especial dedicada ao mês da Consciência Negra as apresentações da vez ficam por conta de Manu Dias, Roger Deff, Carla Gomes e Tom Nascimento. Dia 7 de novembro, a partir das 19h, n’A Autêntica (Rua Alagoas, 1172 – Savassi)
A entrada é franca e o público pode colaborar como puder para a continuidade da iniciativa.
Sobre a Sessão Colabhorasom
O projeto nasceu da premissa de aproximar artistas dos seus respectivos fãs de formas inusitadas, levando o artista à casa de quem o admira ou dando ao fã a oportunidade de falar sobre o artista antes de uma apresentação. O projeto foi um dos 21 contemplados pelo prêmio "Gentileza Urbana" 2017, concedido pelo IAB MG (Instituto de Arquitetos do Brasil Depto. Minas Gerais). Uma novidade é que agora o público pode contribuir para o projeto através do link https://www.eventosgofree.com/sessao-colabhorasom-16_636.
Artistas desta edição:
Manu Dias, cantora, compositora, figura marcante na cena musical mineira mais especificamente no samba, carisma e competência dão a tônica da personalidade da cantora. Nascida em Ouro Preto, já soma mais 15 anos de carreira, tempo suficiente para amadurecer a certeza de qual caminho a seguir.
Dona de uma voz marcante, aveludada e singular, defende com propriedade a bandeira do samba, gênero que a cantora escolheu para representa-la nos rumos da música. Sua carreira teveinício ao lado do Pai o também cantor e compositor “Toninho Batista”, as apresentações normalmente eram em bares e festas particulares, após um período, seguiu seu próprio caminho, montou sua banda e iniciou seus projetos, o primeiro deles foi “O Quê Que Essa Nega Quer” uma alusão a mudança da MPB para o Samba, em seguida “È Samba Que a nega Quer”.
Roger Deff
Nome atuante da cena Hip Hop, Deff é integrante da banda Julgamento, um dos mais antigos nomes do cenário. O rapper traz em seu trabalho solo uma sonoridade que viaja por ritmos brasileiros e pela universalidade da música negra, tendo a cultura de rua como base de construção. A narrativa aborda questões relativas a vivência nas periferias, mantendo a contestação do rap da década de 90, ao mesmo tempo em que apresenta um olhar mais pessoal e introspectivo sobre a vida cotidiana. Ao longo da carreira Deff dividiu palcos e estúdios com nomes como B Negão, Marcelo Veronez, Berimbrown, Rodrigo Borges e Marku Ribas.
Carla Gomes.
em Belo Horizonte, e formada nos bares e casas de shows da capital de Minas Gerais, essa moça de voz que conquista tem a ginga e o suingue no sangue, o samba e o pop no pé e, na cabeça, a tranquilidade de quem sabe o que faz. A paixão pela música brasileira despertou na época em que Carla Gomes começou a cantar e a tocar violão, aos 12 anos. Primeiro, na Capela de São Pedro, na comunidade da Vila Ventosa onde morava. Depois, com a ajuda das revistas de cifras, aprendeu seus primeiros acordes de Legião Urbana. Em 1997, conheceu aquele que seria seu primeiro parceiro: Bercy. Com ele, vieram as primeiras experiências tocando na noite. Clube da Esquina, Pato Fu, Marisa Monte, Chico Buarque, João Bosco, Tom Jobim e João Gilberto permearam o repertório da artista, que, depois, conseguiu espaço em projetos culturais e teatros para mostrar seu talento, inclusive no samba. Em 2011, no Rio de Janeiro, Carla Gomes ganhou o prêmio no Festival Carioca da Gema voltado para novos talentos do samba. Junto, vieram outros trabalhos, entre eles a primeira atuação da artista no musical Zumbi, de Gianfrancesco Guarnieri e Augusto Boal, dirigido por João das Neves. Toda essa experiência serviu para Carla Gomes virar uma voz a serviço da música do nosso país. Com produção e direção musical de Liminha, um dos responsáveis pelo sucesso de muitas feras do nosso país, ela está lançando o seu primeiro CD O Tempo Sou Eu.
Tom Nascimento
Mineiro, de BH, criado em Santa Luzia, possui 22 anos de carreira dedicados à música, como cantor, instrumentista, arte educador, intérprete e compositor. Iniciado no violão erudito, passeia pela riqueza damúsica popular brasileira e, especificamente, pelos ritmos e canções de origem africana, que encontram-se ainda com o Soul, reggae, Rock e outros estilos para compor um “Afro-Pop à mineira”. No período de 2004 a 2006, o artista foi vocalista do grupo Mineiro de Black Music, “Berimbrown”, participando do primeiro DVD da banda e dos discos “Irmandade” e “Berimbrown e os Mestres Negros da Música Brasileira”. Com a banda, o artista participou de três turnês pela Europa (Alemanha, Áustria e Suíça), e foi destaque na mídia nacional. Seu estilo único lhe rendeu convites marcantes para a sua carreira, como dividir palcos e gravações com grandes mestres da música brasileira, a exemplo de Milton Nascimento, Gilberto Gil, Luiz Melodia, Chico César, Sandra de Sá, Gerson King Combo, dentre outros.
A Autêntica
Voltada para a música autoral e com capacidade para 400 pessoas, o espaço tornou-se um dos principais redutos da música produzida na cidade, além de receber artistas de outras regiões do Brasil e do mundo. Inaugurada em fevereiro de 2015 A Autêntica é um espaço plural por onde passaram nomes importantes ligados ao rock, ao samba, ao jazz e a toda uma diversidade musical.
https://www.facebook.com/aautenticabh
Foto: Tiago Almeida
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