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Economia Criativa em Minas Gerais será tema de seminário no BDMG Cultural

Evento é uma parceria do BDMG, Fundação João Pinheiro, UFMG, Sebrae e Sistema Fiemg

A discussão é de longa data, mas ainda é um grande desafio estabelecer um plano que contribua com o desenvolvimento da economia criativa em Minas Gerais. Diferentemente de outros setores, a economia da cultura envolve bens singulares, que vão desde as obras de arte e patrimônio histórico, até os produtos tecnológicos e de cultura regional.

Pensando nisso, o BDMG, a Fundação João Pinheiro, a UFMG, o Sebrae e o Sistema Fiemg vão promover uma discussão da economia criativa em Minas Gerais, no Seminário: Plano Estadual da Economia Criativa em Minas Gerais, que será realizado de7 a 10 de novembro, no BDMG Cultural.

A partir do trabalho coordenado de diversos grupos de discussão, serão levantadas informações para o subsídio de políticas públicas para o segmento. O objetivo é diagnosticar os diferentes setores que compõem a Economia Criativa do estado, identificando dificuldades e também potencialidades de desenvolvimento. A abertura, dia 7, às 19h, contará com a presença de Marco Acco, doutor em ciências e professor Universidade Federal da Paraíba, um dos mais destacados pesquisadores do setor. Ele vai abordar o tema “Economia Criativa: Conceitos e Desafios”.

A programação se estenderá até o dia 10, a partir de grupos de discussão. Estão ainda previstas palestras de Michelle Arroyo, Rita Gusmão, Rafael Moreira, Gustavo Greco, Antonieta Cunha, Rodrigo Vivas, Carla Mendonça, Edson Puiati, Eduardo de Jesus e Aluizier Malab. Eles vão abordar diferentes aspectos da cadeia da economia criativa, nas áreas de Patrimônio e Expressões Culturais; Artes do Espetáculo (teatro, circo e dança); Softwares, Aplicativos e Jogos Eletrônicos; Desing; Edição de Livros; Artes Visuais e Digitais; Criações Funcionais (moda); Gastronomia; Mídias Audiovisuais (vídeo e cinema, televisão), e Música.

Para o presidente do BDMG Cultural, João Paulo Cunha, o seminário vai permitir aprofundamento teórico, debate conceitual e um avanço prático, já que congrega várias instituições públicas. “Estamos também ampliando o diálogo com o setor criativo e produtivo, convidando representantes de várias áreas da economia criativa do estado para participar das discussões”, explica.

Cada setor presente ao seminário, por meio de seus representantes, deverá produzir um relatório que servirá de instrumento para a continuidade do processo de discussão e elaboração de proposta de política pública para a área. Além disso, será também debatida a criação e o modelo de funcionamento do Observatório da Economia Criativa de Minas Gerais.

Foto: Élcio Paraiso

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