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Percussão da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais no Memorial Vale - e programação 1ª quinzena do Memorial Vale
O Memorial Vale, um dos espaços culturais do Instituto Cultural Vale, fica na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, e tem entrada gratuita
Novembro no Memorial Vale traz a programação em homenagem ao Mês da Consciência Negra. São destaque o samba de Cinara Ribeiro (dia 5), o pocket show Ubatuke, do rapper Radical Tee (dia 6) e o batuque do Quilombo dos Arturos (dia 12). O Grupo de Percussão da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais faz duas apresentações no dia 3 de novembro. O Programa Sempre um Papo trará para dentro do Memorial Vale uma conversa em homenagem a Carlos Drummond de Andrade, no dia 4 de novembro. E no dia 10 de novembro o Grupo Galpão faz leitura de um texto de Bertolt Brecht.
Três exposições seguem em andamento: até dia 4 de dezembro, “Mundo Vasto Acaba Mundo – A cidade invade a vila ou a vila invade a cidade?”, de Rogério Passos; até dia 8 de janeiro, “Para Além das Margens”, e até 29 de janeiro, as fotografias de Rafael Freire.
O Educativo do Memorial Vale abordará a história de Dona Maria, que está conectada à história da construção de Belo Horizonte. A narrativa mais conhecida e contada sobre ela a aborda como uma senhora que, após ser expulsa de sua própria casa e vê-la destruída, haveria rogado uma praga, amaldiçoando os construtores da nova capital e assombrando a cidade até os dias de hoje. A partir do que é possível observar em sua fotografia, como podemos imaginar Dona Maria e sua vida durante o curral Del Rey? Quais outras narrativas podemos construir para essa história? Por meio de uma intervenção, o Educativo convida o visitante a pensar sobre essas e outras questões. A ação acontecerá todos os dias do mês de novembro, durante o horário de funcionamento. Integra a programação do Mês da Consciência Negra.
O Memorial Vale, um dos espaços culturais do Instituto Cultural Vale, fica na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, e tem entrada gratuita.
Confira os detalhes da programação:
Dia 3, quinta-feira, em duas sessões - 19h e 20h30 horas - Orquestra Filarmônica de Minas Gerais – Música de Câmara | Percussão
O Memorial Vale recebe na quinta-feira dia 3 de novembro, em duas sessões, às 19 horas e às 20h30, o Grupo de Percussão da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, formado por Rafael Alberto, Hilvic González, Daniel Lemos, Sérgio Aluotto e Werner Silveira, encerrando as apresentações dos Concertos de Câmara no Memorial. No repertório, obras de Bob Becker, Leonardo Gorosito e Rafael Alberto, György Ligeti, Eckhard Kopetzi, Minoru Miki e Hermeto Pascoal. A retirada de ingressos é feita uma hora antes do evento e serão distribuídos no máximo um par de ingressos por pessoa. Lugares limitados.
A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais foi fundada em 2008 e tornou-se referência no Brasil e no mundo por sua excelência artística e vigorosa programação. Conduzido pelo seu diretor artístico e regente titular, Fabio Mechetti, o grupo recebeu numerosos prêmios e menções, entre eles, o Grande Prêmio da Revista Concerto em 2020 e 2015, o Prêmio Carlos Gomes de Melhor Orquestra Brasileira em 2012 e o Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Artes (APCA) em 2010 como o Melhor Grupo de Música Clássica do Ano. O CD Almeida Prado – obras para piano e orquestra, com Fabio Mechetti e Sonia Rubinsky, lançado em 2020 pelo selo internacional Naxos em parceria com o Itamaraty; foi indicado ao Grammy Latino 2020.
Dia 4, sexta-feira, às 18 horas – Sempre Um Papo nos 120 anos de Drummond
O Memorial Vale apresenta na sexta-feira, dia 4 de novembro, às 18 horas o projeto Sempre um Papo, que homenageia os 120 anos de Carlos Drummond de Andrade, celebrados no dia 31 de outubro. Como parte das comemorações da vida deste importante nome da cultura brasileira, o Sempre Um Papo recebe o fotógrafo Adriano Fagundes e Pedro Drummond que, desde 1987, trabalha como curador do legado de seu avô, Carlos Drummond de Andrade. Eles vão conversar sobre o livro “Vasto Mundo” (Editora Autêntica), obra que traz uma seleção de poemas, aforismos e textos em prosa extraídos da obra de Drummond, acompanhados de imagens capturadas pelo fotógrafo Adriano Fagundes ao longo de 30 anos de viagens pelo mundo, realizadas entre 1991 e 2021. O evento integra a programação da Semana das Minas, do Circuito Liberdade e tem o patrocínio do Instituto Cultural Vale. Retirada de ingressos uma hora antes do evento. No máximo um par de ingressos por pessoa. Lugares limitados.
Adriano Fagundes é brasileiro, nascido nos Estados Unidos, em 1971, e criado em Brasília até os 18 anos. Em 1990, muda-se para Nova York, onde estuda fotografia na School of Visual Arts e começa sua carreira trabalhando como assistente de importantes fotógrafos americanos, como o lendário fotógrafo da Vogue, Arthur Elgort. Adriano inicia a sua carreira de fotógrafo profissional em 1998. Além de "Vasto Mundo” (2021), tem outros 3 livros publicados: "Dos Andes ao Atlântico: uma viagem pelo Rio Amazonas” (2014), "Legado Olímpico" (2016) e "Paisagens Gastronômicas" (2019), finalista do Prêmio Jabuti. Mais informações em www.adrianofagundes.com.
Pedro Drummond é artista visual e cenógrafo nascido em Buenos Aires, em 1960. Frequentou o ateliê de Miguel Dávila, em Buenos Aires; no Rio de Janeiro, foi aluno de Maria Thereza Vieira e Haroldo Barroso; frequentou as aulas do Teatro O Tablado, sob direção de Maria Clara Machado. Desenhou várias capas de livros, CDs e web sites culturais. Desde 1987 trabalha como curador do legado de seu avô, Carlos Drummond de Andrade, de quem organizou várias coletâneas de poesia e prosa.
Dia 5, sábado, às 16 horas – Cinara Ribeiro se apresenta no Memorial Vale
Em comemoração ao Dia das Favelas, celebrado em 4 de novembro, o Memorial Vale recebe Cinara Ribeiro no dia 5 de novembro, sábado, às 16 horas. Vinda da favela Morro das Pedras, Cinara Ribeiro transmite a energia potente que emerge dos becos e das vielas destes territórios. A apresentação integra o projeto Diversidade Periférica, com curadoria de Patrícia Alencar e também faz parte da programação do Mês da Consciência Negra. Retirada de ingressos uma hora antes do evento. No máximo um par de ingressos por pessoa. Lugares limitados.
A cantora e compositora mineira Cinara Ribeiro é considerada uma legitima representante da nova safra de boas cantoras, recentemente reveladas na música Brasileira. Cinara lançou seu primeiro disco (Independente) em novembro de 2015 no Teatro Alterosa, com apoio do FAN (Festival de Arte Negra). A cantora neste disco valoriza a música mineira.
O projeto Diversidade Periférica traz mensalmente para o Memorial Minas Gerais Vale uma programação artística-cultural com conteúdos que mergulham na trajetória ancestral dos becos e vielas do espaço de saber chamado Favela, e também das comunidades de periferia de Belo Horizonte e vizinhanças.
Patrícia Alencar, curadora do Diversidade Periférica, é mineira nascida na Favela do Morro do Papagaio, em Belo Horizonte. É ativista social, gestora cultural, arte educadora e dançarina, engajada na luta contra o racismo e pela igualdade social, desenvolve suas atividades desde de 1998. Hoje é uma das Diretoras da CUFA (Central Única de Favelas), co-fundadora da Frente Favela Brasil e também faz parte da Associação Sócio Cultural Bataka. Produziu eventos de relevância para Belo Horizonte, como o Dia das Favelas, Taça das Favelas, Carnafavela, Hip Hop Rua, entre outros. Sua atuação tem como premissa a transformação social por meio das artes e por meio do protagonismo de moradores de favelas.
Dia 6, domingo, às 11 horas – Radical Tee apresenta o pocket show Ubatuke
O Memorial Vale apresenta no dia 6 de novembro, domingo, às 11 horas, o pocket show Ubatuke, do rapper Radical Tee, em comemoração ao Dia da Favela. O álbum, que leva o mesmo nome do show, foi criado em comemoração aos 30 anos da carreira do rapper Radical Tee e transmite a memória familiar do artista e de convidados, além de suas vivências dentro da Cultura Hip Hop. Integra o projeto Diversidade Periférica, com curadoria de Patrícia Alencar e faz parte da programação do Mês da Consciência Negra. Retirada de ingressos uma hora antes do evento. No máximo um par de ingressos por pessoa. Lugares limitados.
Anderson Luiz de Paula, mais conhecido como Radical Tee (morador da Zona Oeste de Belo Horizonte), integrante do lendário Retrato Radical reflete no seu trabalho as influências musicais vindas dos bailes dos anos 80 e 90, período em que as festas blacks realizadas nas quadras esportivas espalhadas pelos bairros da cidade reuniam multidões de jovens, oriundos das periferias e das regiões privilegiadas.
O projeto Diversidade Periférica traz mensalmente para o Memorial Minas Gerais Vale uma programação artística-cultural com conteúdos que mergulham na trajetória ancestral dos becos e vielas do espaço de saber chamado Favela, e também das comunidades de periferia de Belo Horizonte e vizinhanças.
Patrícia Alencar, curadora do Diversidade Periférica, é mineira nascida na Favela do Morro do Papagaio, em Belo Horizonte. É ativista social, gestora cultural, arte educadora e dançarina, engajada na luta contra o racismo e pela igualdade social, desenvolve suas atividades desde de 1998. Hoje é uma das Diretoras da CUFA (Central Única de Favelas), co-fundadora da Frente Favela Brasil e também faz parte da Associação Sócio Cultural Bataka. Produziu eventos de relevância para Belo Horizonte, como o Dia das Favelas, Taça das Favelas, Carnafavela, Hip Hop Rua, entre outros. Sua atuação tem como premissa a transformação social por meio das artes e por meio do protagonismo de moradores de favelas.
Dia 10, quinta-feira, às 19h30 - Ciclo de Leituras – Grupo Galpão
O Grupo Galpão apresenta no dia 10 de novembro, quinta-feira, às 19h30, no Memorial Vale a leitura dramática do dramaturgo alemão Bertolt Brecht. A apresentação faz parte do processo criativo de sua nova montagem que está em preparação, prevista para 2023. Retirada de ingressos uma hora antes do evento. No máximo um par de ingressos por pessoa. Lugares limitados. Com interpretação em Libras.
Envolvido na pesquisa de um projeto cênico musical baseado nos temas centrais da obra do dramaturgo alemão Bertolt Brecht. Essa leitura será um mergulho na peça "As visões de Simone Machard", de Brecht, em que o autor contextualiza a queda da França e a invasão do país pelas forças nazistas a partir da simbologia da figura da heroína Joana D’arc, encarnada na figura da menina Simone Machard.
Criado em 1982, o Grupo Galpão tem sua origem ligada à tradição do teatro popular e de rua. Há 40 anos desenvolve um teatro que alia rigor, pesquisa e busca de linguagem, com montagem de peças que possuem grande poder de comunicação com o público. Formado por atores que trabalham e trabalharam com diferentes diretores convidados – como Gabriel Villela, Cacá Carvalho, Paulo José, Yara de Novaes e Marcio Abreu (além dos próprios integrantes que também já dirigiram espetáculos do Grupo) – o Galpão formou sua linguagem artística a partir desses encontros diversos, criando um teatro que dialoga com o popular e o erudito, a tradição e a contemporaneidade, o teatro de rua e o palco, o universal e o regional brasileiro.
Dia 12, sábado, às 10h30 – O Batuque do Quilombo dos Arturos
O Memorial Vale recebe no sábado dia 12 de novembro, às 10h30, o batuque do Quilombo dos Arturos, dentro do projeto Sensações Memoráveis. O evento vai lembrar o batuque que era praticado pelos negros como uma forma de refúgio para aliviar a dor, o sofrimento e a opressão da escravidão. Hoje faz parte do Patrimônio Cultural Imaterial, sendo um ritual representado pela dança de umbigada e pelas cantigas de roda, que são levadas ao som dos tambores e das violas. A curadoria do projeto Sensações Memoráveis é de Marco Paulo Rolla e esse evento faz parte da programação do Mês da Consciência Negra.
Nos Arturos essa expressão do batuque surgiu por meio do fundador da comunidade, Arthur Camilo, e hoje faz parte do Patrimônio Cultural Imaterial da cidade de Contagem e do estado. O mestre do Batuque é o Mestre Zé Bengala.
Dia 13, domingo, às 11 horas – Coletivo “Abre a Roda Mulheres no Choro”
O Memorial Vale recebe no domingo, dia 13 de novembro, às 11 horas, o coletivo Abre a Roda Mulheres no Choro, que busca reconhecer e incentivar as mulheres nas rodas do Choro e colocar em cena mulheres instrumentistas de Belo Horizonte. A apresentação integra o projeto Memorial Instrumental, com curadoria de Juliana Nogueira. Retirada de ingressos uma hora antes do evento. No máximo um par de ingressos por pessoa. Lugares limitados.
O coletivo Abre a Roda Mulheres no Choro surgiu em 2017 com o objetivo de reconhecer e incentivar toda a cadeia em torno da participação da mulher na música. O grupo lança um olhar para as instrumentistas de Belo Horizonte através da criação de uma roda de choro aberta e democrática, na qual as mulheres se apresentam como protagonistas. Além disso, o grupo apresenta shows com repertório autoral e de compositoras brasileiras em eventos e festivais. O Abre a Roda é composto por musicistas expoentes da capital mineira: Alice Valle, Bárbara Veronez, Claudia Sampaio, Fernanda Vasconcelos, Luciana Alvarenga, Maria Bragança, Maria Elisa Pompeu, Marina Gomes, Raissa Anastásia, Shari Simpson, Thamiris Cunha, Tauini Mauê.
Exposições em andamento:
Até 4/12 - Exposição “Mundo Vasto Acaba Mundo – A cidade invade a vila ou a vila invade a cidade?”, de Rogério Passos
O Educativo do Memorial Vale apresenta a exposição “Mundo Vasto Acaba Mundo – A cidade invade a vila ou a vila invade a cidade?” que conta a trajetória da Vila Acaba Mundo por meio da história dos mapas, percurso apaixonadamente percorrido pelo urbanista e arquiteto Rogério Passos, que o explorou ao longo da dissertação de mestrado defendida junto ao Departamento de Geografia da UFMG, no ano de 2021. A apresentação integra o Projeto Novos Pesquisadores do Educativo do Memorial Minas Gerais Vale e pode ser vista até 4 de dezembro.
A mostra acontece no Cyber Café e terá vídeos nos monitores, que abordarão questões relativas à Cartografia, produção de mapas e seus usos. Também haverá algumas reproduções físicas de mapas, uma projeção em uma das colunas transversais e uma plotagem no vidro da porta do jardim de inverno remetendo à Vila Acaba Mundo.
Rogério Passos é urbanista e arquiteto formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mestre em Geografia e doutorando em Arquitetura e Urbanismo na mesma instituição. Possui Graduação Sanduíche em Fundamentos de Arquitectura pela Universidad del País Vasco – Espanha (UPV/EHU). Atuou em educativos de museus como Espaço do Conhecimento UFMG e Museu das Minas e do Metal (MMGerdau). Desenvolve pesquisas sobre cartografia, urbanismo com perspectiva de gênero e planejamento urbano e regional.
Até 8 de janeiro - Exposição “Para Além das Margens”
O Memorial Vale apresenta a exposição “Para Além das Margens”, que tem curadoria de Gabriel Gutierrez e traz obras de Cao Guimarães, Christian Knepper, Elza Lima, Marcel Gautherot, Maureen Bisilliat, Pierre Verger, Ronney Alano, Walter Firmo. As imagens escolhidas foram expostas primeiramente no Pavilhão do Brasil, construído para a Expo 2020, em Dubai. Como um manifesto do que podemos chamar de essencialmente brasileiro, elas transpiram, do momento capturado, a experiência do homem popular em sua epopeia existencial. Intencionalmente, as imagens retratam os sujeitos que habitam o Brasil. A mostra segue em exibição até 8 de janeiro.
Até 29 de janeiro - Exposição Rafael Freire
O Memorial Vale recebe a exposição do fotógrafo Rafael Freire, que tem 29 anos e é um fotógrafo independente, morador da Favela da Serra, em Belo Horizonte. Ele se dedica a retratar a vida e a beleza de quem mora ao seu redor, na comunidade conhecida como Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte. Rafael é idealizador do projeto “Favela, a Flor que se Aglomera” e se diz um "contador de histórias reais". A exposição integra o projeto Mostra de Fotografia, com curadoria de Eugênio Sávio e segue até 29 de janeiro no espaço do Café do Memorial.
Rafael se define como o “expert em peles negras” e “o menino das flores”. “Nascido e criado numa favela, gostamos do passinho do funk, rebolar até o chão, pintar o cabelo de rosa, amarelo, andar sem camisa. Aquele sorriso largo, aquele samba na lage...favela..aquele tanto de criança correndo, nasce um novo conceito, revelando qualquer morador como uma bela e única obra de Art..”..escreve Rafael em seu post no Instagram https://www.instagram.com/rafaelfreiiire/ .
Serviço: Memorial Minas Gerais Vale
Endereço: Praça da Liberdade, nº 640, esquina com Rua Gonçalves Dias, Savassi
Funcionamento - Terça, quarta, sexta e sábado: das 10h às 17h30, com permanência até as 18h.
Quinta, das 10h às 21h30, com permanência até as 22h.
Domingo, das 10h às 15h30, com permanência até as 16h.
Entrada Gratuita
Memorial Minas Gerais Vale
O Memorial Minas Gerais Vale, um dos espaços culturais do Instituto Cultural Vale, já recebeu mais de 1,1 milhão de pessoas, de todos os lugares do Brasil e de outros continentes. São mais de 1.600 eventos realizados e cerca de 200 mil pessoas em visitas mediadas. Integra o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte, um dos maiores complexos de cultura do Brasil. Caracterizado como um museu de experiência, com exposições que utilizam arte e tecnologia de forma intensa e criativa, é um dos vencedores do Travellers’ Choice Awards do TripAdvisor. Na curadoria e museografia de Gringo Cardia, cenários reais e virtuais se misturam para criar experiências e sensações que levam os visitantes do século XVIII ao século XXI. Mais que um espaço dedicado às tradições, origens e construções da cultura mineira, o Memorial é um lugar de trânsito e cruzamento entre a potência da história e as pulsações contemporâneas da arte e da cultura, onde o presente e o passado estão em contato direto, em permanente renovação. É vivo, dinâmico, transformador e criador de confluências com artistas independentes e com diversos segmentos da cultura mineira.
Foto: Elza Lima
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