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Pratos do ‘13º Festival Bar em Bar’ vão homenagear pontos turísticos famosos de BH
Lugares conhecidos dos belo-horizontinos, como Viaduto Santa Tereza, Praça da Liberdade, Mineirão e até mesmo de fama internacional como a igrejinha da Pampulha, serviram de inspiração para chefs criarem delícias que farão parte do circuito
Desenvolver petiscos com preços acessíveis que remetem a pontos turísticos consagrados de Belo Horizonte e, dentro deste contexto, homenagear a história da capital mineira, que completa 122 anos em 12 de dezembro. Essa será a tarefa dos 20 bares da cidade que irão participar da 13ª edição do Festival Bar em Bar, de 7 a 24 de novembro. O evento, que acontece simultaneamente em todo o país, é organizado pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL) e tem patrocínio nacional da AMBEV. Neste ano, o tema do circuito em todas as localidades participantes será “É pra todo mundo” e em BH a experiência gastronômica vai ser contada a partir da temática “Sua cidade tem história e sua comida também”.
Lugares conhecidos dos belo-horizontinos, como o Viaduto Santa Tereza, o Museu Abílio Barreto e o Parque Municipal e até mesmo de fama internacional como a igrejinha da Pampulha, entre outros, serviram de inspiração para os chefs criarem as delícias que farão parte do circuito.
No Engenho Dedé, no bairro Caiçara, por exemplo, o prato ‘camarão amazônico’, feito com moranga recheada com camarões puxados no azeite, alho, tucupi e jambu, acompanhados de dadinhos de tapioca, homenageia o Ginásio do Mineirinho, inaugurado em 1980. Já o Agosto Butiquim, no Prado, criou o ‘Blá Blá Blá na praça’, em referência à Praça da Liberdade, um dos maiores símbolos da arquitetura republicana do início do século XX. O petisco leva picadinho de língua com bacon à moda cervejeira, discos crocantes e brotos da horta.
A suntuosa Catedral Nossa Senhora da Boa Viagem também não ficou de fora das releituras nos pratos do Bar em Bar. O prato ‘Curral Del Rei e seus sabores’, feito pela Fábrica da Costela para homenagear o tempo religioso, tombado pelo Governo de Minas Gerais desde 1977, é preparado com cercadinho de torresmo à pururuca temperado na cachaça, arroz branco com queijo minas derretido e costela de porco com barbecue de goiabada.
Para a curadora do 13º Festival Bar em Bar em BH, Patrícia Pacheco, a escolha do tema vem para coroar a estreita relação da gastronomia da cidade com sua própria história e privilegiar a memória social e afetiva dos sabores de Minas, através das delícias dos bares e botecos. “Os temperos dos bares de BH são um capítulo à parte de nossa história ao longo desses 122 anos. Diante disso porque não entrelaçá-los aos pontos turísticos que fazem parte da nossa identidade”, afirma.
Segundo o presidente da ABRASEL-MG, Ricardo Rodrigues, além de trazer à tona temas que sempre vão de encontro à identidade cultural e gastronômica dos belo-horizontinos, o Festival Bar em Bar é, também, uma oportunidade para que o empresário do setor aumente o movimento e faturamento do seu estabelecimento. “Ele pode aproveitar este circuito para fidelizar clientes, atrair novo público, testar uma nova receita e aumentar a visibilidade do negócio”. Na edição de 2018, mais de 300 bares, de 13 estados, participaram do circuito em todo o país.
Foto:Divulgação
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