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Projeto seleciona sambistas e grupos da Velha Guarda em BH para show e homenagem
Se você é sambista ou integra algum grupo que faz parte dessa história, inscreva-se no BH É BAMBA
Os selecionados receberão cachê artístico para o show no valor de R$3.000, para artistas individuais, e R$4.100 para grupos. Se você é sambista ou integra algum grupo que faz parte dessa história, inscreva-se no BH É BAMBA. Todas as inscrições são feitas dentro da plataforma do Mapa Cultural de BH.
Basta acessar https://mapaculturalbh.pbh.gov.br/oportunidade/709/ e seguir as instruções.
O projeto BH É BAMBA é realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, em parceria com a Associação Cultural e Artística Ouro Negro.
SOBRE O BH É BAMBA
Em cada pedaço dessa cidade tem samba. Subiu o morro, virou a esquina, tem samba. Desceu ladeira, encontrou um amigo, virou samba. Em cada roda, em cada terreiro, em cada quintal ou pedaço da história de Belo Horizonte tem a alegria da nossa gente em formato de samba. BH é do batuque e da canção, BH canta e dança. BH é da ginga e da tradição, BH festeja e não se cansa. BH é nossa Roda, BH é cidade de Bambas!
O projeto BH É BAMBA tem como objetivo promover uma grande celebração democrática desse gênero, que se espalha por todos os bairros da capital, assim como o resgate da nossa memória cultural, reverenciando aqueles e aquelas que professam o samba como uma escola de vida e que nem sempre encontram o apoio e reconhecimento das políticas culturais nas suas trajetórias. No Dia do Samba, toda a cidade vai entrar nessa roda, celebrando a diversidade artística da capital e fortalecendo essa valiosa manifestação cultural como patrimônio imaterial de Belo Horizonte.
SOBRE O SAMBA EM BH
As origens do samba em Belo Horizonte remetem aos primeiros festejos populares da cidade, desde a sua fundação, herdados do antigo Curral Del Rei. Já em 1897, registros indicam a tradição do carnaval e a presença dos tambores negros nas manifestações do Congado de Nossa Senhora do Rosário.
Na década de 1930, surge a primeira Escola de Samba da capital, a Pedreira Unida, na região da Pedreira Prado Lopes. Outros territórios muito importantes para o crescimento dessa manifestação cultural foram o Concórdia, o Conjunto Santa Maria e clubes de gafieira na Lagoinha ou na região central como o Elite e o Estrela Night Club. Durante as décadas de 1960 e 1970, artistas do samba de BH começaram a se projetar também em outras cidades, como Rio de Janeiro e São Paulo.
Na década de 1990, começaram a ressurgir espaços culturais e rodas de samba em diversos bairros da cidade, assim como novos compositores e compositoras, trazendo novas linguagens e propostas para o gênero do pandeiro e cavaquinho. Na década de 2010, com a retomada do carnaval de rua na região central, também floresceram os encontros entre diferentes gerações de sambistas e coletivos de preservação dessa memória na cidade. Neste ano de 2023, foi realizada reunião pública para a criação do Inventário do Samba como Patrimônio Cultural de Belo Horizonte, com convênio entre a Secretaria Municipal de Cultura e a Universidade Federal de Minas Gerais.
SERVIÇO: Prefeitura de Belo Horizonte e a OSC Ouro Negro selecionam sambistas de BH ára o projeto “BH É BAMBA - A cidade na roda do samba”
Inscrições gratuitas até 01/11 (ao meio dia)
Inscrições pelo Mapa Cultural de BH.
Link: https://mapaculturalbh.pbh.gov.br/oportunidade/709/
Manual de instruções para a inscrição:
https://drive.google.com/file/d/1qbrshh7Uo5ZCr2le3e7NHdB54Kxq-SJu/view?usp=sharing
Foto: Patrick Arley
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