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Teatro João Ceschiatti será palco do CONCERTO BIG BAND CEFART de final de ano
A apresentação é uma síntese do trabalho desenvolvido em 2019; no repertório, jazz, salsa, samba, bossa nova, soul e funk americano
O ano de 2019 tem sido intenso para a Big Band Cefart, grupo musical criado para desenvolver as habilidades dos alunos dos cursos de instrumento do Centro de Formação Artística e Tecnológica da Fundação Clóvis Salgado. Após estudos, ensaios e apresentações, dia 31 de outubro, às 19h, no Teatro João Ceschiatti, será o momento da Big Band Cefart encerrar o ciclo anual em grande estilo, com a apresentação do concerto de final de ano. Uma oportunidade para o público conferir a síntese do trabalho musical do grupo desenvolvida em 2019.
Regida pelos professores Camilo Christófaro (contrabaixo) e Harrison Santos (saxofone) sob coordenação geral do professor Pacífico Júnior, a proposta da Big Band Cefart concilia atividades de caráter artístico e pedagógico, buscando inspiração no formato das big bands, as famosas orquestras de jazz. Além disso, o grupo, que conta com 23 músicos, tem cumprido um papel extremamente relevante na formação dos alunos, habilitando-os para a performance, improvisação e interpretação de música popular, diversificando, assim, seus caminhos de inserção no mercado de trabalho.
“O foco do nosso trabalho é que os alunos desenvolvam aspectos diversos do instrumento trabalhando tanto a parte técnica quanto a parte estética. O objetivo é que eles tenham uma vivência musical para se profissionalizarem”, explica o professor Camilo Christófaro, que será o responsável pela gravação da apresentação. Já a regência deste concerto ficará a cargo do professor Harrison Santos, uma vez que a proposta do projeto é que os dois professores intercalem a condução do grupo nas apresentações.
O repertório da Big Band Cefart é composto da vasta sonoridade e textura do jazz tradicional e contemporâneo, passando pelo samba, salsa, bossa nova, soul e funk americano. “O músico não pode se prender a um estilo ou vertente. Ele precisa ter a facilidade de transitar por vários gêneros. Como a Big Band é um grupo popular e não erudito, essa vivência ajuda muito neste desenvolvimento. Proporciona mais possibilidades”, ressalta Rafael Manteiga, trompetista da Big Band e aluno do Cefart há quatro anos.
Foto:Paulo Lacerda
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