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Rita Clemente vive mulher que perde os sentidos do corpo em monólogo no Centro Cultural UFMG

Na sexta-feira, 26 de outubro, às 12h30, o Centro Cultural UFMG recebe a atriz mineira Rita Clemente na interpretação de Amanda,monólogo escrito pelo dramaturgo Jô Bilac. A entrada é gratuita e integra o projeto Baixo Centro En[cena], como parte da programação do programa Muitas Culturas nos Campi. Classificação: 16 anos. O Centro Cultural UFMG fica na Av. Santos Dumont, 174, centro de Belo Horizonte. Mais informações pelo (31) 3409-8280, ou no facebook.com/centroculturalufmg

O que você veria se perdesse a visão? Amanda perde os sentidos, um a um, mas continua como se fosse possível, como se fosse fácil, como se fosse engraçado... E, mesmo diante do absurdo de sua vida, trafega entre o trágico e o humor, o real e a ficção.

“As perdas são como um alerta do quanto desejamos viver, e Amanda nos mostra a vontade e a determinação de sempre continuar, apesar de tudo, apesar do todo”, explica Rita Clemente, que vê em Amanda uma mulher “que perdeu tudo, menos o amor pelas pessoas, que não parava de crescer”.

O dramaturgo Jô Bilac coloca em jogo as relações sociais, o automatismo cotidiano, o esforço do ser humano em se manter ligado a seu grupo de amigos e família, mesmo diante da mais alta “deficiência” destas relações. Amanda não abre mão de fazer parte da vida daqueles que ama e sua deficiência a leva a redescobrir como fazer isso.

O espetáculo traz em cena a (re) conhecida atriz Rita Clemente, um dos nomes mais respeitados da atualidade no cenário das artes cênicas de Minas Gerais e do país. A direção é dela e de Diogo Liberano, ator, dramaturgo e produtor teatral, diretor artístico da companhia carioca Teatro Inominável.

Rita Clemente
Graduada em Música pela Universidade Estadual de Minas Gerais e como Atriz pela Fundação Clóvis Salgado, a atriz, diretora e professora Rita Clemente é destaque no teatro mineiro e uma das grandes expressões da cena nacional. Reconhecida por sua pesquisa acerca das possibilidades de diálogo entre o teatro e a música, foi premiada com a melhor direção em Dias Felizes, de Samuel Beckett, pelo Prêmio Questão de Crítica, que prestigia a cena inovadora no Rio de Janeiro. Assinou a direção de inúmeros espetáculos, como O que você foi quando era criança (melhor direção pelo Copasa Sinparc) e Amores Surdos (Grupo Espanca!), que lhe rendeu as indicações aos prêmios Shell SP e Qualidade Brasil SP. Como atriz, integrou os elencos da minissérie A Cura e das novelas A Vida da Gente, Amor a Vida e Liberdade, Liberdade, todas da Rede Globo. No cinema, atuou nos longas-metragensPequenas Histórias e Batismo de Sangue.

Foto? Divulgação
 

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