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Conservatório UFMG realiza o programa ao vivo Diálogos: o presente da Música
Em processo de registro como bem cultural imaterial do país, o choro é um gênero instrumental genuinamente brasileiro.
Na próxima terça-feira, 19 de outubro às 19h30, o programa ao vivo “Diálogos – o presente da Música” recebe a professora da UEMG e cocoordenadora do registro do choro como patrimônio cultural, Lúcia Campos, a flautista, compositora e fundadora do Muringueiro, Marcela Nunes, e o violonista de 7 cordas e membro do Clube do Choro de Belo Horizonte, Sílvio Carlos.
O bate papo dos convidados, chorões atuantes em Belo Horizonte e pesquisadores do choro, será mediado por Marcos Flávio – trombonista e professor da UFMG. A conversa será sobre o choro e sua relação com Belo Horizonte abordando, também, sua conexão com as telas e a retomada das atividades presenciais.
Em processo de registro como bem cultural imaterial do país, o choro é um gênero instrumental genuinamente brasileiro. Nascido no Rio de Janeiro, encontrou morada também na capital mineira. Numa relação quase centenária, esta forma musical urbana consolidou-se em Belo Horizonte a partir da década de 1930 e 1940, através de instrumentistas e compositores próprios, que eram ouvidos tanto nas rádios mineiras quanto em festas, serestas e bares que se tornaram redutos de rodas de choro.
Desde então, o choro seguiu presente na cena cultural belo-horizontina, em um cenário rico e diverso, que mescla o tradicional a uma profícua produção contemporânea. Até o início da pandemia, os chorões da cidade se reuniam em rodas e palcos, suscitando uma agenda praticamente diária de eventos e encontros.
O programa “Diálogos - o presente da Música” é realizado quinzenalmente, sempre às terças-feiras às 19h30, e exibido ao vivo pelo canal do Conservatório UFMG no YouTube (www.youtube.com/conservatorioufmg).
Foto: Regilene Coelho
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