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Suculenta e irresistível: costelinha suína
Um prato que fala sobre o encontro de ideias e de sabores e foi batizado de Juntinho.
Vamos combinar, a boa e velha costelinha suína não é lá muito nobre. Mas quem se importa? O corte, sucesso nos botecos mineiros ganha cada vez mais espaço em cardápios de restaurantes badalados. “Logo no começo do Quina, servíamos um carré suíno que troquei pela costela. Venho me desprendendo desses cortes considerados mais chiques quando existem ótimas opções que representa melhor a culinária mineira, que é o que fazemos aqui” conta Uamiri Menezes, chef de lá.
A costelinha do Quina vem de Antonio Paulinelli, uma das casas de carnes mais tradicionais da cidade. No restaurante, é marinada por 12 horas no vinho branco, limão, ervas frescas e alho. Em seguida é selada na frigideira com um pouco de manteiga e vai para o forno onde fica em baixa temperatura por seis horas. Já desossada, é prensada e antes de ir para mesa do cliente, volta para o fogo onde recebe uma glace e segue para o forno. O resultado? Uma carne macia por dentro e crocante por fora. De dar água na boca, não é? “Costelinha Suína com Canjiquinha” do Quina é servida com canjiquinha cremosa, ovo perfeito e salada de rúcula orgânica com molho agridoce.
Na Cozinha Santo Antônio a costelinha é a grande novidade do cardápio. “Eu estava pelejando com este prato há muito tempo. Queria usar esse corte de costelinha lindo, que é usado na Mercearia 130 pra fazer o Picolé do Mineiro, e fazer ele assado em baixa temperatura, bem macinho. Começou assim” conta a chef Ju Duarte.
Depois veio o maravilhoso fubá suado, comida de subsistência, que conta a história de muita gente, Minas a fora e a dentro. “Aqui preparamos ele com o fubá de milho criolo vermelho, outra história incrível de resgate e resistência. O milho criolo é um projeto de recuperação de sementes ancestrais que vem sendo empreendido pelo Projeto Criolo Um presente para nós” explica.
Por fim vem o molho que recebe a costelinha. Ele é feito com o fundo do tabuleiro, concentrado de sabores, e o chocolate meio amargo da Kalapa, um chocolate orgânico produzido de forma sustentável e em respeito à natureza e às pessoas. “Eu juro que essa combinação é um espetáculo, o chocolate transforma a textura do molho e acrescenta o gosto da terra para equilibrar a untuosidade da carne” completa. Ah, e não podia faltar aquele gostinho cítrico que todo mineiro ama. Ele vem com uma pitadinha e laranja e de limão capeta!
Quina - Cozinha de Expressão e Coquetelaria
Avenida Prudente de Morais, 15 – Santo Antônio
Funcionamento de quarta a sexta de 18h30 às 22h. Sábado de 12h às 22h e domingo de 12h às 17h
Reservas: (31) 97598-4085
Instagram: https://www.instagram.com/quinabh
Cozinha Santo Antonio
São Domingos do Prata, 453 - Santo Antônio
Funcionamento de terça a quinta de 12:00 às 15:00. Sexta, sábado e domingo de 12:30 às 17:00
Reservas: (31) 982186417
Instagram: https://www.instagram.com/cozinha_santoantonio/
Foto: Divulgação
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