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Feira do Empreendedor terá capacitações gratuitas direcionadas para Microempreendedores Individuais
Maior evento de empreendedorismo do estado começa na próxima semana
Minas Gerais é o terceiro estado com maior número de Microempreendedor Individual (MEI) (1.028.565 formalizados), atrás apenas de São Paulo (2.424.489) e Rio de Janeiro (1.047.464 MEI), de acordo com dados do Portal do Empreendedor (até setembro/2019). Os setores de serviço e comércio somam juntos mais de 750 mil formalizados, 73,4% dos MEI no estado. Para orientar quem já é MEI ou quer se formalizar, o Sebrae Minas promove, de 16 a 19 de outubro, capacitações gratuitas durante a Feira do Empreendedor, em Belo Horizonte. As inscrições podem ser realizadas pelo site www.feiradoempreendedormg.com.br
Criado há 10 anos, a figura jurídica do MEI representa hoje 67% dos pequenos negócios mineiros optantes pelo Simples Nacional. Para ser MEI, é necessário ter um faturamento anual limitado a R$ 81 mil (ou proporcional aos meses de funcionamento no ano de abertura), não ter sócio e nem filiais, trabalhar sozinho ou ter no máximo um empregado (que receba piso da categoria ou salário mínimo) e atuar em uma das ocupações permitidas pela Lei.
Entre as vantagens estão: abrir conta bancária de Pessoa Jurídica, emitir notas fiscais, ter acesso a linhas de crédito com condições mais atrativas, participar de licitações, além de ter uma carga tributária reduzida e um sistema de recolhimento único. O MEI conta ainda com benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, etc.
Em alta
A Lei nº 13.352/2016, conhecida como Lei do Salão Parceiro, proporcionou regularizar uma prática frequente nos salões de beleza: a contratação de profissionais como cabeleireiros, esteticistas, barbeiros, depiladores, maquiadores, manicures, entre outros, como parceiros que prestam serviços e não como empregados. O maior benefício é propor avanços na relação contratual. Cada profissional de beleza poderá trabalhar utilizando a estrutura física do salão, tendo como retorno o valor do seu trabalho e pagando ao dono um valor pelo uso deste espaço. Em contrapartida, o dono do salão tem a segurança na questão tributária e trabalhista.
Outro segmento que tem crescido ao longo dos últimos anos é o da prestação de serviços da construção civil. Para melhorar ainda mais os negócios deste setor, o relacionamento com os clientes pode ser primordial. “O atendimento é a chave do primeiro contato com o cliente. O pintor, por exemplo, se ao final do dia deixar a casa suja, material espalhado e sem recolhimento, o serviço pode ter sido bom, mas o profissional deixou uma imagem negativa, e o cliente não vai indicar para outras pessoas”, explica a analista do Sebrae Minas Laurana Viana.
Foto:Divulgação
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