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A companhia de dança francesa "Compagnie KÄFIG", QUE CHEGA pela primeira vez ao Brasil com seu aclamado espetáculo "Pixel"
Unindo coreografias ousadas com impressionantes projeções digitais em 3D, “Pixel” abre sua turnê pelo país com única apresentação em Belo Horizonte.
Em outubro, o Brasil receberá pela primeira vez a Compagnie Käfig (França). Com seu aclamado espetáculo “Pixel”, a companhia de dança francesa estreia no país em Belo Horizonte, no dia 26 de outubro, quarta-feira, às 20h, no Grande Teatro do Palácio das Artes, apresentando a união de coreografias ousadas com impressionantes projeções digitais, criadas por Adrien Mondot e Claire Bardainne. Os ingressos estão à venda pelo site ingresso.com
Na montagem, bailarinos e imagens são unidos no palco - a tecnologia do digital coloca o homem como centro das imagens, dando ao público a sensação de não saber mais distinguir a realidade do mundo virtual. Além de Belo Horizonte, a companhia francesa vai passar por mais cinco cidades brasileiras: Paulínia, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Salvador.
A apresentação de “Pixel” em Belo Horizonte é uma realização da Pólobh, em parceria com a Dell’Arte Soluções Culturais que assina também as outras apresentações da turnê nacional. A iniciativa é viabilizada pelas Leis Federal de Estadual de Incentivo à Cultura, pelos patrocínios da Sulamérica, Accenture e Jornal O Tempo e conta com os apoios da Fundação Clóvis Salgado, Rádio Alvorada, City Me, Fredizak, Fundação BNP Paribas, HBA, Hotéis Othon, Revista Viver Brasil e Soubh.
Sobre Pixel
Em Pixel, a pesquisa sofisticada de Claire Bardainne e Adrien Mondot dão vida ao mundo digital de uma maneira artesanal e com extrema sensibilidade. O diretor artístico Mourad Merzouki une a dança ao delírio das imagens, expandindo a linguagem do “hip-hop” para um cruzamento de múltiplas disciplinas: circo, artes marciais, artes plásticas e dança contemporânea, sem perder de vista as raízes de sua dança, suas origens sociais e geográficas.
Os 11 bailarinos da companhia evoluem em um ambiente de sonho, na fronteira entre o virtual e a realidade. É um trabalho sobre a ilusão, conjugando a energia e a poesia, ficção e proeza técnica, “hip-hop” e circo, uma verdadeira expressão da arte oriunda das mentes delirantes de seus criadores.
Com apresentação da SulAmérica, patrocínio da Halliburton/Accenture e apoio da Fundação BNP Paribas, o espetáculo integra o Circuito SulAmérica de Música e Movimento, programa de fomento da seguradora SulAmérica que investe em ações para o desenvolvimento social e cultural por meio da arte, música e dança, trazendo uma agenda diversificada durante o ano todo nas diversas regiões do país.
Pixel, por Mourad Merzouki – diretor artístico da companhia
"Estamos constantemente expostos a imagens, vídeos e mídias digitais. Telas estão por todos os lugares. Alguém só precisa andar pelas ruas das grandes capitais de alguns países para imaginar o que será a cidade do futuro: uma grande exposição de imagens, que agora fazem parte da nossa vida cotidiana.
O projeto Pixel nasceu quando eu conheci Adrien Mondot e Claire Bardainne e do fascínio que senti naquele momento: era como se eu não fosse capaz de perceber a diferença entre os mundos real e virtual. Rapidamente decidi tentar uma nova associação usando essas novas tecnologias no mundo da dança.
A primeira experiência misturando dança e vídeos interativos foi de tirar o fôlego para os artistas que faziam parte do projeto. Com a mesma curiosidade e mente aberta que me inspira, enfrentei, durante essa nova aventura, um mundo impalpável criado pela projeção de luz desenvolvida por Adrien M / Claire B Company. O desafio de fazer os dois mundos interagirem um com o outro e o de encontrar um equilíbrio sutil entre as duas técnicas, para que a dança e as representações abstratas, interajam sem que uma delas fique em vantagem sobre a outra, fez com que eu me desestabilizasse novamente com a forma através da qual abordo o gesto. Sigo essa busca pelo movimento, que continuo a desenvolver e aprimorar em cada uma das minhas criações, com novas restrições e novos parceiros de "jogo".
Além das projeções de vídeo, eu queria que a música de Armand Amar casasse em perfeita
colaboração com a coreografia e as imagens, como um convite caloroso para viajar. Acompanhando os artistas, sua música revela a energia, bem como a poesia que se encontra no corpo do dançarino.
Esses novos caminhos de descoberta me permitiram trabalhar sobre essa prorrogação da realidade e enfrentar um mundo sintético, o que é estranho para um coreógrafo que se alimenta de corpos e material. Habitamos a dança em um espaço onde o corpo só enfrenta sonhos, desenvolvendo gestos em paisagens que se movem, criadas por Adrien M e Claire B.
Eu queria abrir o caminho no qual o mundo sintético da projeção digital interage com a realidade do dançarino.
Cada artista tem uma brincadeira imersa em um mundo desconhecido, com uma mente que compartilha a energia e o virtuosismo do “hip-hop”, misturando poesia e sonhos, para criar um show no cruzamento das artes."
Foto: Divulgação
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