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Conexões e tendências para a sustentabilidade
Caminhos e desafios da sustentabilidade em debate, no dia 3/10
Em comemoração ao Dia da Natureza, celebrado em 4 de outubro, o Observatório da Reciclagem Inclusiva e Solidária – ORIS realizará o debate Conexões para a sustentabilidade, cujo tema desta edição é Tendências da sustentabilidade. O encontro será na próxima quinta-feira, 03/10, às 19h30, no Museu das Minas e do Metal MM Gerdau, na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte.
Atualmente, fala-se muito sobre sustentabilidade ou desenvolvimento sustentável em diversos setores de nossa sociedade. Os padrões de consumo e o esgotamento das reservas naturais, as mudanças climáticas e a poluição das águas e dos oceanos, entre outros, colocam em debate que modelo de desenvolvimento estamos construindo. O caminho seguido pela economia até o momento foi extrair, produzir, vender, utilizar e descartar, sem se preocupar com a natureza e com as futuras gerações, como se os recursos naturais não tivessem fim. Este novo desafio impõe a necessidade de construção de uma agenda global, encabeçada pela ONU como AGENDA 2030 com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – ODS.
Afinal, estamos construindo cidades sustentáveis? Quais as tendências e experiências que demonstram que estamos em uma nova rota de sustentabilidade? Quais os bons exemplos que temos na capital Belo Horizonte? Como avançar nesta agenda? Quais as oportunidades de negócios e de novos modelos inovadores, colaborativos? Como os cidadãos podem engajar numa nova perspectiva econômica?
Em formato de bate-papo, os convidados irão expor e debater com a platéia sobre as tendências de sustentabilidade, suscitando a reflexão para as formas de consumo e a necessidade cada vez mais urgente de conscientização e mudanças de paradigmas para proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. São convidados desta edição: Lívia Dutra - bióloga, especialista em reciclagem inclusiva, mobilizadora da Rede Lixo Zero Santa Tereza e gestora do HUB LIXO ZERO; Nanda Miranda - curadora, designer e produtora de conteúdos e experiências, diretora da Perestroika BH; Darklane Rodrigues - assistente social, especialista em políticas públicas, atual sub-secretária de Segurança Alimentar e Nutricional da Prefeitura de Belo Horizonte; e Eduardo Memória - arquiteto, mestre em urbanismo e educador, que atua no Plano Metropolitano de Desenvolvimento Territorial da cidade.
Intervenção artística
Para agregar cultura e descontração ao debate, o evento convida o grupo Faca Amolada. Signo do amor de pai para filha, tem Isadora Rocha como vocalista e Chico Bread compositor e instrumentista. Ela possui elevadíssima expertise musical, é instrumentista de tambores, ukulele e castanholas e dona de uma identidade vocal primorosa. Chico Bread apresenta suas próprias canções que transportam as vivências de um poeta, escritor, filósofo da vida, artesão, pintor e desenhista. A música do Faca Amolada é literalmente circulante, pelas ruas das cidades, pelos cenários mineiros, montanhas, vales, rios e mares. Proporciona experiência marcante com as legitimidades da música brasileira, do regional ao popular e as inter-relações com os universos do jazz, blues, pop e rock. Um som de qualidade primorosa e contagiante!
Foto:Divulgação
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