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“Nhoque” chega ao CCBB BH para celebrar 30 anos do Armatrux

Musical traz atores e bonecos, com trilha de John Ulhoa e Richard Neves

No dia 7 de outubro, sexta-feira, o Grupo Armatrux completa os festejos de 30 anos com o espetáculo “Nhoque”. A temporada segue até 24 de outubro, com sessões às sextas e segundas, às 19h, sábados e domingos, às 17h, no Teatro I do CCBB BH (Praça da Liberdade, 450 - Funcionários). Como medida de acessibilidade, as apresentações em 7, 8, 9 e 10 de outubro possuem tradução em Libras. A nova montagem oferece ao público, de todas as idades, um grande musical no estilo Armatrux e seu teatro de imagens. Em cena, atores, uma banda de bonecos, projeções, dança e muita música. O repertório, assinado por John Ulhoa (Pato Fu) e Richard Neves, inclui clássicos de Tim Maia, Vander Lee, Sidney Magal e Evaldo Braga, além de composições exclusivas. A cada apresentação, o grupo recebe, ao vivo, um cantor ou cantora para uma “palinha”. A cantora Júlia Tizumba, que interpreta a boneca Mafalda Jackson, é a convidada da noite de estreia. Maurício Tizumba também tem participação especial no espetáculo, na voz gravada do boneco Tenório Jackson. A direção geral do musical é de Paula Manata.

Os ingressos da temporada de “Nhoque” custam R$30 e R$15 (meia) e estão à venda na bilheteria do teatro ou pelo site bb.com.br/cultura. Classificação indicativa: livre. Mais informações pelo telefone (31) 3431-9400 e pelas redes sociais do CCBB BH. Este projeto tem apoio do Centro Cultural Banco do Brasil e é realizado com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura e da Lei Municipal de Incentivo Cultura, com patrocínio do Instituto Unimed-BH.

“Nhoque é um convite a refletir sobre os nossos tempos, uma brincadeira séria. Um show para divertir o público de todas as idades, e que propõe perguntas sobre o que significa ser um grupo de arte nos dias atuais, em um país como o Brasil”, diz Paula Manata.

 

A atriz e fundadora do Grupo Armatrux conta que a ideia original foi conceber o espetáculo para a rua, onde o grupo começou há três décadas. “Queríamos falar para plateias de todas as idades sobre o direito do artista de ocupar o espaço público”. Mas, segundo a artista, o amplo histórico de circulação da companhia pesou na escolha de criar um espetáculo que pudesse ser adaptado também a outros espaços. “A rua, com seu cenário natural grandioso, suas árvores, prédios, asfalto, tem uma atmosfera circular de diálogo, mas que dispersa o olhar. Dentro da ‘caixa cênica’, o espectador não perde os detalhes da proposta de encenação e da coreografia. Ainda mais num teatro como o do CCBB, bonito e bem cuidado”.

Para a atriz Raquel Pedras, ir para o palco traz novos sentidos ao espetáculo. “Acho que a gente vai conseguir estar mais próximo do público presente e vamos ganhar nas sutilezas, nos pequenos movimentos, nessa relação mais íntima com o espectador. E isso vai mostrar outras camadas, tanto para a experiência nossa de atuação, quanto para a fruição de quem assiste”, acredita.

A encenação do musical chama a atenção pela versatilidade de linguagens e pelo primor técnico que, para a atriz Tina Dias, é resultado de muito trabalho em grupo: “Nhoque é bem contemporâneo e representa a construção de uma linguagem própria nesses 30 anos de Armatrux. O público se depara com a dança, o teatro físico, a música, a manipulação de objetos e de bonecos, linguagens que fomos experimentando em nossos espetáculos e aprimorando ao longo do tempo, e que, neste trabalho, aparecem em cena com a mesma importância”, afirma.

Durante o show-espetáculo, o público vai se emocionar com sucessos que marcaram a produção musical brasileira dos anos 70 e 80, como “Escrito nas estrelas”, “Meu sangue ferve por você”, “Sossego” e “Sorria, sorria”. O trabalho reúne também músicas autorais compostas especialmente para a montagem, como é o caso de “Nhoque” - canção-tema, de autoria do guitarrista John Ulhoa, que propõe uma brincadeira sobre a vida e o ofício dos músicos. “Nhoque é uma sátira ao rock mais clichê, é feita em cima do riff mais básico de guitarra que alguém pode aprender. É perfeita pro Jão de Jones (boneco), o momento perfeito pra ele brilhar. Ao mesmo tempo, acho que transmite para crianças uma espécie de fundamento do rock, esse estilo que na verdade já é vovô”, conta Ulhoa. Paula Manata acrescenta que “Nhoque também nos remete a coisa boa, gostosa de comer, de fácil digestão, assim como esse espetáculo e suas canções”, diz.

Além de vasto repertório – mais de 20 trabalhos apresentados dentro e fora do Brasil -, o Armatrux também é conhecido por sua banda de bonecos que, em "Nhoque", reaparece com novidades: “quem manipula os bonecos são os atores, mas criamos a ilusão para o público, numa grande brincadeira, em que ora o boneco é o ator, ora o ator é o boneco”, diz Tina Dias. A atriz divide cena com Rogério Araújo, Cristiano Araújo, Raquel Pedras, Diony Moreira, Y.umi, Pablo Xavier e Eliatrice Gischewski, que manipulam, atuam e dançam lançando seus corpos no espaço, em movimentos livres e coreografados.

A banda de bonecos – intitulada “Armatrux, a banda” - é formada por DJ Montana (DJ, tecladista e vocal), Tenório Jackson (vocalista), Mafalda Jackson (vocalista), Jão D’Jones (guitarra e vocal), Noel (baixo e vocal) e Cabeça e Mentalidade (cantores convidados). “O boneco somos nós. É também um pedaço de espuma, é um pedaço de madeira; são objetos manipuláveis. O boneco é um grande ator, aquele que se permite ser manipulado, aquele que nos possibilita a criação, a criatividade, a ilusão”, acrescenta Paula Manata.

Os bonecos foram criados pelo designer e desenhista Conrado Almada e confeccionados pelo bonequeiro Dudu Félix (Pigmaleão). A direção de arte de “Nhoque” é de Paula Manata, Rogério Araújo e Cristiano Araújo. Cristiano também assina o desenho de luz. A concepção do cenário é de autoria de Camila Buzelin, os figurinos de Rimenna Procópio e coreografias de Eliatrice Gischewski.

Após apresentação no Parque Municipal de BH, o espetáculo poder ser visto pela primeira vez no teatro.

FICHA TÉCNICA

Direção geral: Paula Manata
Criação de trilha sonora: John Ulhoa e Richard Neves
Produção, mixagem e gravação: John Ulhoa
Gravações adicionais: Richard Neves
Direção de arte: Paula Manata, Rogério Araújo e Cristiano Araújo
Assistência de direção: Rogério Araújo
Direção de Produção: Tina Dias

Atuação e manipulação: Grupo Armatrux (Cristiano Araújo, Raquel Pedras, Rogério Araújo e Tina Dias) e atores convidados (Diony Moreira, Y.umi, Pablo Xavier e Eliatrice Gischewski)
Preparação corporal e coreografias: Eliatrice Gischewski
Oficina de técnica de manipulação: Liz Schrickte
Texto DJ: Raquel Pedras
Preparação vocal: Ana Hadad
Vozes dos bonecos: Maurício Tizumba, Júlia Tizumba, John Ulhoa, Richard Neves e Hot e Oreia.

Desenhos dos bonecos: Conrado Almada
Confecção de bonecos habitáveis: Atelier Eduardo Félix por Dudu Félix, Tom Pazzo, Mauro Carvalho, Iara Drumond
Figurino: Rimenna Procópio
Assistente de figurino: Ryan Bernardes
Maquiagem: Jéssica Luiza Cardoso
Maquiagem da personagem Fã: Linda Paulino

Cenário: Cenografia Sensível por Camila Buzelin
Criação de luz: Cristiano Araújo
Criação de projeção mapeada: André Veloso
Desenvolvimento técnico de caixa cênica: Cristiano Araújo
Colaboração de pesquisa cenográfica: Rimenna Procópio, Roberto Manata, Ryan Bernardes

Coordenador técnico: Cristiano Araújo
Técnico de montagem: Cleverson Eduardo
Técnico de Som: Denis Martins
Técnico de Luz: Edimar Pinto
Costureiras: Beatriz de Assis Alves, Maura Goncalves Caetano, Nenga, Isabel Rodrigues, Tracy Modas

Produção executiva Nhoque: Nega Thé
Assistente de produção Nhoque: Bruna Bof
Produção Executiva Armatrux: Simone Sigale
Assessoria administrativa: Artmanagers
Assessoria jurídica: Drummond & Neumayr Advocacia

Coordenação de comunicação: Beatriz França (Rizoma Comunicação e Arte)
Rede social: Letícia Leiva, Paloma Morais e Matheus Carvalho (Rizoma Comunicação e Arte)
Assessoria de imprensa: Beatriz França e Cristina Sanches (Rizoma Comunicação e Arte)
Criação de arte gráfica: Bruno Ramos
Fotografia: Guto Muniz
Vídeos de divulgação: Gabriel Delano e Macau Amaral

GRUPO ARMATRUX

Formado em 1991, o Grupo Armatrux vem, ao longo desse caminho, investindo em pesquisa teatral. Formado pelos atores Paula Manata, Tina Dias, Raquel Pedras, Cristiano Araújo e Rogério Araújo, sempre buscou a inovação em seus espetáculos e, ao longo dos anos, trouxe diferentes possibilidades para a cena, a cada montagem. O teatro físico, a música, o circo, o objeto, a dança e o boneco sempre fizeram parte da sua investigação cênica, resultando, assim, na criação de uma dramaturgia poética e imagética, bem original.

São 22 espetáculos, além de 3 curtas metragens e 1 exposição interativa. O Armatrux já se apresentou em vários países, em todas as regiões brasileiras, e em mais de 60 cidades do interior de Minas Gerais, totalizando um público de mais de 600 mil pessoas em suas apresentações e oficinas, voltadas para o público adulto e infantil.

SOBRE INSTITUTO UNIMED-BH

Associação sem fins lucrativos, o Instituto Unimed-BH, desde 2003, desenvolve projetos socioculturais e ambientais visando a formação da cidadania, estimular o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, fomentar a economia criativa, valorizar espaços públicos e o meio ambiente. Ao longo de sua história, o Instituto destinou cerca de R$155 milhões por meio das Leis municipal e federal de Incentivo à Cultura, fundos do Idoso e da Infância e Adolescência, com o apoio de mais de 5,2 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH. No último ano, mais de 6,5 mil postos de trabalho foram gerados e 4,8 milhões de pessoas foram alcançadas por meio de projetos em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030. Acesse www.institutounimedbh.com.br e saiba mais.

SERVIÇO: Grupo Armatrux com temporada de “Nhoque” pela primeira vez no teatro
Data: 07/10, sexta – 19h (ESTREIA) com a cantora convidada Júlia Tizumba
Temporada: 7 a 24 de outubro de 2022 - sextas e segundas – 19h | sábados e domingos - 17h
Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450 – Funcionários - Belo Horizonte - MG)
Ingressos a R$30 e 15 (meia)
Na bilheteria do teatro ou pelo site bb.com.br/cultura
Classificação indicativa: livre | Duração: 50 minutos | gênero: musical de atores e bonecos

Mais informações pelo telefone (31) 3431-9400 ou nas redes sociais do CCBB BH

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Foto: Guto Muniz

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