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“Festival fartura – comidas do brasil belo horizonte” reuniu 70 atrações gastronômicas de todas as regiões do brasil

CAPITAL MINEIRA RECEBEU 10 MIL PESSOAS NO EVENTO, COM 25 MIL PRATOS SERVIDOS, ALÉM DE AULAS, PALESTRAS, COZINHAS AO VIVO E ESTANDES DE PRODUTORES

A quinta edição do Festival Fartura – Comidas do Brasil Belo Horizonte, no último fim de semana, dias 22 e 23 de setembro, reuniu mais de 70 atrações gastronômicas, de todas as regiões do Brasil. Dez mil pessoas passaram pela rua Tenente Brito Melo (em frente à Sala Minas Gerais) durante os dois dias, o que resultou em 25 mil pratos servidos, um total de 7,5 toneladas de alimentos. Houve atrações para todos os gostos, das mineiridades do tropeiro e do pão de queijo até sabores variados da cozinha amazônica. O evento integra a Plataforma Fartura – Comidas do Brasil, que tem como objetivo mapear personagens, produtores, cozinheiros, chefs, receitas, produtos, ingredientes e seu caminho da origem até o prato.

Com tempo bom e céu azul durante todo o fim de semana, o Fartura BH teve como um dos destaques o prato da chef Nati Tussi, do restaurante Roister (Porto Alegre, RS). No espaço Chefs e Restaurantes ePetiscos, Lanches e Doces, ela serviu bochecha de boi, aligot com queijo Canastra, picles de abóbora e farofa de pão com alho. Também chamaram a atenção as coxinhas de caranguejo da chef Lia Quinderé, da Sucré Pâtisserie (Fortaleza, CE); o farfalle com ragu de linguiça do chef Flávio Trombino, do Xapuri (Belo Horizonte, MG); o peito bovino braseado ao molho de tamarindo do chef Rodolfo Mayer, do Angatu (Tiradentes, MG); os pastéis de queijo curado e bochecha de porco do chef Caetano Sobrinho, do Caê (Belo Horizonte, MG); e as empanadas da Pizza Sur (Belo Horizonte, MG).

A plataforma Fartura trouxe a Belo Horizonte o Cozinha ao Vivo Fogo de Chão, em que o chef Kiki Ferrari, do Chef’n Boss (Belo Horizonte, MG), assou carnes de leitão por quatro horas no fogo de chão. Os dois núcleos do espaço Cozinha ao Vivo também despontaram em sabores, a exemplo do pintado assado na palha de banana, da chef Maria Ruth Almeida, do Raízes Gastronômicas (Palmas, TO); e da vaca atolada com farofa defumada do chef Rafael Pires, do Pacco & Bacco (Tiradentes, MG). Mas o ingrediente-destaque foi o arroz, em todas as suas variações, desde o arroz negro, com linguiça da chef Ana Estela Marcondes, do Stella Bistrô (Montes Claros, MG); o arroz de pato do chef Carlos Bertolazzi , do Zena Caffè (São Paulo, SP); o risoto de açafrão com ragu de costela do chef João Diamante, do projeto Diamantes na Cozinha (Rio de Janeiro, RJ); o arroz de jacaré da chef Danielle Thomaz (Campo Grande, MS); o arroz com galinha caipira, tucupi e taioba, do chef Ilmar de Jesus (Belo Horizonte, MG); o arroz de frutos do mar do chef Jaime Barcelos, do Ostradamus (Florianópolis, SC); e a paella cabocla da chef Eliana Ferreira, do Mercado Ver-O-Peso (Belém, PA).

O espaço Conhecimento Senac promoveu a oportunidade de aprender sobre diversos aspectos da gastronomia, com dez aulas e palestras. Os temas foram desde a farinha de tapioca, com a produtora Joanna Martins, da Manioca (Belém, PA); a diversidade de cachaças no país, com o consultor em destilados Cesar Adames, do Senac São Paulo; e os sabores da cozinha paraibana, com o chef Onildo Rocha, do Cozinha Roccia (João Pessoa, PB). Já no espaço Interativo foi possível cozinhar com os chefs César Santos, do Oficina do Sabor (Olinda, PE); Julio Lemos, do Papaguth (Vitória, ES); André Castro, do Cozinha Authoral (Brasília, DF), entre outros.

 

Para levar um gostinho do Fartura BH para casa, o espaço Produtos e Produtores era só tentação. Teve queijo do Serro, doce de leite Rocca (Pouso Alegre, MG), bala delícia do Xuru (Macacos, MG), cachaças Dona Beja (Araxá, MG), croissants, madeleines, queca e financier da Du Pain (Belo Horizonte, MG), entre outros quitutes e quitandas. Idem para o espaço Food Truck e Bike, a exemplo dos sorvetes da Alento (Belo Horizonte, MG) e do bolo búlgaro da Deliceria (Belo Horizonte, MG).

Os palcos também receberam diversas atrações, que animaram o público, como os cantores Curumin e Phill Veras, o duo entre o baterista Jimmy Duchowny e a cantora Taryn Szpilman, o trombonista Leonardo Brasilino, a banda Refinaria e a UFSJazz BigBand.

O acesso ao evento foi mediante a troca de 5 quilos de alimento não perecível (exceto sal, fubá e açúcar) ou 5 litros de leite nos pontos de troca ou doação via cartões de débito ou crédito de R$ 15. Foram arrecadados dez toneladas de alimentos e R$ 52,2 mil reais. A verba e os alimentos foram doados integralmente ao Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas).

Todas as atrações gastronômicas do evento foram pesquisadas por meio da Expedição Fartura – Comidas do Brasil, que já percorreu todos os Estados brasileiros, mais o Distrito Federal. Foram mais de 70 mil quilômetros, visitando mais de 200 cidades e entrevistando mais de 550 personagens da culinária do país, coletando informações sobre chefs, produtores, produtos, ingredientes, mercados e receitas.

Neste ano, os Festivais acontecem do Sul ao Norte, em todas as regiões do Brasil. Além de Belo Horizonte, já passou por Porto Alegre (maio), São Paulo (agosto) e Tiradentes (agosto-setembro). As próximas edições serão: Fortaleza (10 e 11 de novembro), Brasília (24 e 25 de novembro), Kids Belo Horizonte (a informar) e Belém (26 e 27 de janeiro/19). A Plataforma Fartura também expandiu suas fronteiras e foi atrás de suas origens, em Portugal. Em novembro, acontece a segunda edição do Festival Fartura – Comidas do Brasil em Lisboa.

A presença dos Festivais Fartura em todas as regiões, assim como a amplitude de suas pesquisas e o detalhamento dos conteúdos produzidos, consolida o Fartura – Comidas do Brasil como a mais completa plataforma e fonte gastronômica do país.

Foto: Edson Teixeira

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