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McDonald’s comemora empregabilidade e inclusão profissional no Dia Nacional da Luta PCD
Rede acaba de contratar 75 PCDs e já possui vários outros funcionários com diferentes tipos de deficiência atuando em todo o estado de Minas Gerais
Um dos principais focos do McDonald’s é a inclusão social. Por isso, no Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, comemorado nesta quinta-feira, 21 de setembro, é importante destacar o cuidado e o respeito que a empresa tem quando se fala em diversidade. A Rede acaba de contratar 75 PCDs e já possui vários outros funcionários com diferentes tipos de deficiência atuando em todo o estado de Minas Gerais. As três características que a empresa procura identificar nos seus candidatos são: a capacidade de se adaptar aos processos estabelecidos nos restaurantes; motivação e vontade de fazer parte do time; e disponibilidade para realizar as entregas necessárias.
O processo de seleção ocorre por meio de abertura das vagas, de acordo com as necessidades e possibilidades de cada local de trabalho, sejam restaurantes ou escritórios.
Somente em Belo Horizonte e Região Metropolitana, o McDonald’s emprega hoje quase 100 pessoas portadoras de algum tipo de deficiência. Quase 24% da população brasileira é composta por pessoas que possuem algum tipo de deficiência. De acordo com o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui 45 milhões de Pessoas com Deficiência (PCDs).Segundo os dados da Relação Anual de Informações Sociais 2015, 403,2 mil pessoas com deficiência trabalham formalmente.
Paulo Eduardo Coutinho Oliveira, de 47 anos, tem Síndrome de Down e trabalha há 16 anos no restaurante McDonald's do Diamond Mall, localizado no bairro de Lourdes, na Zona Sul de Belo Horizonte. Quando os pais eram vivos, Paulo vivia uma vida reduzida, sem autonomia e com baixo convívio social. A superproteção da mãe, preocupada com sua segurança, limitava suas ações ao bairro Salgado Filho, na Zona Oeste, onde mora até hoje. Quando a mãe adoeceu, o rapaz precisou ir morar com uma tia num bairro vizinho e rapidamente aprendeu a ir sozinho, de ônibus, de uma casa a outra. Pouco tempo depois a mãe faleceu e os irmãos, vendo que ele era capaz, resolveram investir na sua independência. O irmão mais velho foi quem o levou para trabalhar no McDonald's. E, para a surpresa de todos, superou as melhores expectativas. Não só conseguiu adaptar-se rápido ao emprego, como trabalhava no período noturno, até à meia noite, indo e voltando sozinho do trabalho. Há uns três anos, ele passou a trabalhar de dia e continua adorando o emprego. A estação de frituras de batatas é seu local preferido no restaurante. Quando está de folga, assistir a filmes na TV e brincar com o sobrinho de 1 ano e seis meses são suas atividades prediletas. Bem humorado e extremamente carinhoso, Paulo Eduardo tem outros três irmãos.
Renata Lima Chagas, de 38 anos, trabalha no McDonald's da Av. Afonso Pena, no Bairro Mangabeiras, Zona Sul da capital mineira. Possui deficiência mental e motora moderadas, que lhe impõe algumas limitações na fala e no equilíbrio, mas não a impedem de desenvolver com entusiasmo funções como servir bebidas, atender o movimento do drive e limpeza do salão. Filha de pais separados, Renata mora com o pai durante a semana, pela conveniência dele morar muito próximo ao restaurante e com a mãe nos finais de semana. A mãe, Virgínia Alves Lima, que também a superprotegia e achava que ela seria incapaz de trabalhar, conta que hoje tem orgulho da filha e admite que seu ingresso no McDonald's acelerou seu desenvolvimento e sua socialização. "Ela concluiu o ensino médio, estudou artes e artesanato, lê muito, escreve muito bem, adora música Sertaneja, tem perfis nas redes sociais, posta muito e já namorou um rapaz durante vários anos. Além de estar sempre atenta ao noticiário e ficar revoltada com os políticos corruptos", conta vaidosa.
Com 35 anos e trabalhando há seis no restaurante McDonald's do Bairro Belvedere, um drive-thru em frente ao BH Shopping, na rodovia BR356, Daniela Nahas, carinhosamente chamada pelos colegas de McDani, é portadora de deficiência mental leve. No restaurante, entretanto, ela faz de tudo e só não trabalha no caixa. Os colegas de trabalho e o gerente do restaurante, Nilton Daniel, a elogiam e dizem que além de extremamente responsável e impecável no cumprimento das suas tarefas, ela ainda corrige colegas que não estão trabalhando de acordo com as normas.
A mãe da Daniela, Maria Luíza Nahas, que mora com a família em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, cidade muito próxima ao restaurante, conta que a oportunidade surgiu a partir de uma indicação de uma assistente social. "A Prefeitura de Nova Lima tem um programa que se chama Trabalhar é Legal!, foi através dele e desta assistente social que a Daniela Nahas chegou ao McDonald's, aos 29 anos", explica. Maria Luíza comenta que tem outra filha mais velha, a Roberta, que também tem deficiência mental e chegou a trabalhar no McDonald's, mas não se adaptou. A irmã mais nova, ao contrário, adora o que faz e briga com quem fala mal da empresa. "Este emprego no McDonald's fez muito bem à Daniela. Hoje ela é totalmente independente e feliz, vai e volta do emprego sozinha, vai a bancos, tem amigos, é adorada pelos colegas, concluiu o segundo grau e vive uma vida absolutamente normal", concluiu.
Em Contagem, por sua vez, os restaurantes McDonald's operados pelo franqueado Edmundo Massoni, também dão oportunidade a vários PCDs, com diferentes tipos de deficiência.
Samuel Viana Ribeiro, por exemplo, tem insuficiência mental leve e trabalha no McDonald's do Shopping Via Brasil, no Bairro do Barreiro. Foi admitido em julho deste ano. Leonardo Luiz Soares da Silva mora em Ibirité, na Região Metropolitana de BH, tem retardo mental moderado e trabalha no McDonald's do Via Shopping Barreiro há dois anos. O mesmo acontece com Deula Izabel Vieira, da mesma cidade, que trabalha no mesmo restaurante e tem deficiência intelectual e mental, admitida em maio deste ano.Thiago Lucas Alves de Mouratem deficiência intelectual e também trabalha neste mesmo restaurante. Dayana Gregório Gonçalves, admitida em julho deste ano, tem uma deficiência física chamada hemiplegia, uma paralisia cerebral que paralisa os movimentos de um dos lados do corpo, e trabalha no restaurante McDonald's do Itaú Power Shopping, em Contagem. Paula Mirelly Rocha tem deficiência intelectual e mental e trabalha no restaurante McDonald's do Big Shopping, em Contagem. E Deivid Júnio Belchior da Silva, que tem uma deformidade congênita dos dedos da mão direita, trabalha desde julho deste ano no drive-tru do McDonald's da Avenida General David Sarnoff, em Contagem.
O DNA da diversidade faz parte do McDonald's desde sua fundação. "Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos", pregava o fundador da rede, Ray Kroc, em 1955, há 62 anos, portanto.
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