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Grupo de mulheres comanda roda de choro no Mercado Central
Pioneiro na capital mineira, grupo Abre a Roda – Mulheres no Choro é o convidado do Festival Cultural do Mercado
O público o Mercado Central de Belo Horizonte abraçou a ideia do Festival Cultural do Mercado, que tem patrocínio do Instituto Unimed-BH, viabilizado pelo incentivo de mais de 4,7 mil médicos cooperados e colaboradores ao seu Programa Cultural. Por isso, a programação musical não para em um dos principais pontos turísticos da capital mineira.
No dia 28 de setembro, às 18h30, o festival apresenta o grupo Abre a Roda – Mulheres no Choro, primeiro projeto de Belo Horizonte a fortalecer a presença feminina nas rodas de choro na cidade.
A capital mineira é referência no país quando o assunto é música instrumental. Neste rico cenário, o choro é um dos gêneros mais populares. Porém, em BH e em outras cidades brasileiras, é visível a menor participação das mulheres nas rodas de choro, apesar do gênero ter como um dos principais precursores a pianista, maestrina e compositora Chiquinha Gonzaga.
Buscando o espaço da mulher neste cenário majoritariamente masculino, o grupo Abre a Roda surgiu em 2016, para incentivar a presença feminina nesta cena, criando uma roda aberta e democrática, na qual talentosas instrumentistas e compositoras são as protagonistas.
“A ideia não é proporcionar um encontro exclusivo de mulheres e excludente dos homens que já estão nestes lugares, mas sim incluir também a presença feminina neste lugar. A roda de choro tradicionalmente apresenta-se de forma aberta, os músicos vão chegando e se organizando e revezando entre si, e assim será a nossa roda: toca que quiser, independente do gênero. Sempre atentas, é claro, em respeitar o espaço de todos”, explica Michelle Barreto, integrante do grupo.
Doze musicistas expoentes na cidade vão interpretar um repertório escolhido a dedo. São elas Michelle Barreto (voz), Alice Valle (flauta transversal), Claudia Sampaio (sax), Raissa Anastasia (bandolim), Thamiris Cunha (clarineta), Camila Menezes (violão), Tauini Mauê (violão), , Maria Bragança (sax tenor e alto), Marina Gomes (pandeiro), Mariana Bruekers (flauta transversal) e Maria Elisa Pompeu (cavaco).
A temporada de apresentações do festival seguirá até novembro deste ano.
INSTITUTO UNIMED-BH
Associação sem fins lucrativos, o Instituto Unimed-BH, há 15 anos, contribui com o desenvolvimento social em localidades de atuação da Unimed-BH. Para isso, desenvolve cinco grandes programas: Comunidade, Meio ambiente, Voluntariado, Adoção de espaços públicos e Cultura.
Saiba mais em www.institutounimedbh.com.br.
Foto: Leticia Ferreira
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