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Wilmar Silva de Andrade, poeta e performer, se destaca na literatura neolatina

Consagrando sua habilidade no espaço literário, Wilmar Silva de Andrade participou de uma temporada de apresentações na Finlândia, onde foi publicado em edição bilíngue pela Aviador Kustannus o seu livro "Estilhaços no Lago de Púrpura". Por hora, ele estará em São Paulo, no dia 19 de setembro de 2015, no Museu de Língua Portuguesa, onde ocorrerá a apresentação da "Poesia Biossonora Solo de uma não-língua" de sua autoria, e os cantos de Alberto Pimenta & Ezra Pound & Fernando Aguiar & Fernando Pessoa & Gonçalves Dias & Luiz Edmundo Alves & Rodrigo Garcia Lopes e Bianka de Andrade Silva , no evento "Poesia Agora".

 

Na construção de uma poesia avidamente viva em diálogo de ruptura com as vanguardas experimentais do século XX, passando pela metamorfose das línguas e a mutação entre a etnopoesia, body art e pop art, o artista tem chamado a atenção no Brasil e no exterior, dando ênfase em uma poesia de invenção, em busca do grau zero da arte através da vida, sendo a linguagem uma espécie de espelho da vida e sua condição. 

 

O poeta e performer Wilmar Silva de Andrade é um dos artistas mais criativos de sua geração, com uma poética de invenção própria e original, sendo a poesia a medula de diálogos entre a literatura e a performance, chamando a atenção para uma linguagem onde liberdade e disciplina se fundem em nome da poesia; criador e ecoperformerda Poesia Biossonora, experiência de linguagem provocada por elementos de vanguarda da bodyarte da pop art, com performances apresentadas no Brasil e no exterior; ensaísta, criador e curador do projeto de pesquisa de poesia de línguas neolatinas Portuguesia: Minas entre os povos da mesma língua, antropologia de uma poética (Anome Livros/Brasil/2009), contraantologia em livro/DVD com 101 poetas de Portugal, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Brasil; criador e curador do Encontro Internacional de Leitura, Vivência e Memória de Poesia Terças Poéticas, projeto que acontece desde 2005, semanalmente, no Palácio das Artes/Belo Horizonte/MG, recebendo criadores brasileiros e estrangeiros; curador e apresentador do Café com Poesia, projeto que acontece desde 2011, mensalmente, no MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal; fundador e editor da Anome Livros, prêmio Jabuti/2009, com mais de uma centena de autores/títulos publicados;diretor, roteirista e apresentador do programa TROPOFONIA Poesia Biossonora (Prêmio Roquette-Pinto/2010Arpub e Minc),rádio educativa 104,5 UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). Poesia traduzida e publicada em espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, finlandês, húngaro. 

 

Wilmar Silva de Andrade participou do Encontro Internacional de Poetas de Coimbra (Portugal), Festival Internacional de Poesia de Venezuela, Festival Internacional de Poesia Tropofonia (Argentina e Bolívia), Feira do Livro de Santo Domingo (República Dominicana), Encontro Internacional de Poesia Portuguesia (Portugal, Guiné-Bissau, Cabo Verde e Brasil), FestiPoa (Porto Alegre), Bienal do Livro de Fortaleza (Ceará), Bienal do Livro de Minas (Belo Horizonte), Poesia Voa e Labirinto Poético (Rio de Janeiro), Com a Palavra o Escritor (Salvador), Fórum das Letras (Ouro Preto), Congresso Brasileiro de Poesia (Bento Gonçalves), Bienal do B (Brasília), Quinta Poética (São Paulo), Feira do Livro de São Luís (Maranhão), etc.

 

Wilmar Silva de Andrade organizou as antologias O achamento de Portugal, Terças Poéticas: jardins internos, Poesia Inédita de Minas Gerais, o Amor no terceiro milênio; a contra antologia PORTUGUESIA, com 101 poetas contemporâneos de Portugal, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Brasil (Minas Gerais). Wilmar Silva de Andrade participou das antologias Oiro de Minas a nova poesia das Gerais (Portugal), Máscaras de Orfeo (República Dominicana), Enlaotraorilladel silencio (México), A arqueologia da Palavra e a Anatomia da Língua (Moçambique),Clepsydra (Portugal),Antologia da Nova Poesia Brasileira, A Poesia Mineira no Século XX; poemas publicados no Suplemento Literário de Minas Gerias, na revista Poesia Sempre da Fundação Biblioteca Nacional, além de jornais e revistas impressos e virtuais (Brasil e exterior);  integra o acervo do Museu da Língua Portuguesa (São Paulo/Brasil) com o video poema ANU.

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