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No palco da Sala Minas Gerais, músicos se reúnem para Mais um concerto da série “filarmônica em câmara”

Na terça-feira, dia 10 de setembro, às 20h30, na Sala Minas Gerais, instrumentistas da Filarmônica de Minas Gerais se reúnem em trios e quintetos para concerto da série Filarmônica em Câmara. Em formações menores, os músicos têm a possibilidade de explorar outras dimensões e sonoridades das obras que serão executadas. O concerto é gratuito e os ingressos estão sendo distribuídos na bilheteria da Sala Minas Gerais.

Jonatas Bueno (clarinete), Rodrigo Monteirom (violino) e Ayumi Shigeta (piano) interpretam Contrastes, de Bartók. Alexandre Braga (flauta), Públio Silva (oboé), Rommel Fernandes (violino), Nathan Medina (viola) e Eduardo Swerts (violoncelo) executam o Quinteto nº6 em Ré maior, op.11, de Bach. Já Alexandre Barros (oboé), Públio Silva (oboé) e Maria Fernanda Gonçalves (corne inglês) tocam Variações sobre o tema “Là ci darem la mano”, de Beethoven. Finalizando o programa da noite, Jonatas Bueno (clarinete), Rodrigo Monteiro (violino), Gideôni Loamir (violino), Mikhail Bugaev (viola) e Lucas Barros (violoncelo) apresentam o Quinteto para clarinete e cordas em Lá maior, K. 581, de Mozart.

Este concerto é apresentado pelo Ministério da Cidadania e Governo de Minas Gerais e conta com o incentivo da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Sobre a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

Criada em 2008, desde então a Filarmônica de Minas Gerais se apresenta regularmente em Belo Horizonte. Em sua sede, a Sala Minas Gerais, realiza 57 concertos de assinatura e 12 projetos especiais. Apresentações em locais abertos acontecem nas turnês estaduais e nas praças da região metropolitana da capital. Em viagens para fora do estado, a Filarmônica leva o nome de Minas ao circuito da música sinfônica. Através do seu site, oferece ao público diversos conteúdos gratuitos sobre o universo orquestral. O impacto desse projeto artístico, não só no meio cultural, mas também no comércio e na prestação de serviços, gera em torno de 5 mil oportunidades de trabalho direto e indireto a cada ano. Sob a direção artística e regência titular do maestro Fabio Mechetti, a Orquestra conta, atualmente, com 90 músicos provenientes de todo o Brasil, Europa, Ásia, Américas Central e do Norte e Oceania, selecionados por um rigoroso processo de audição. Reconhecida com diversos prêmios culturais e de desenvolvimento econômico, ao encerrar seus 10 primeiros anos de história, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais recebeu a principal condecoração pública nacional da área da cultura. Trata-se da Ordem do Mérito Cultural 2018, concedida pelo Ministério da Cultura, a partir de indicações de diversos setores, a realizadores de trabalhos culturais importantes nas áreas de inclusão social, artes, audiovisual e educação. A Orquestra foi agraciada, ainda, com a Ordem de Rio Branco, insígnia diplomática brasileira cujo objetivo é distinguir aqueles cujas ações contribuam para o engrandecimento do país.

O corpo artístico Orquestra Filarmônica de Minas Gerais é oriundo de política pública formulada pelo Governo do Estado de Minas Gerais. Com a finalidade de criar a nova orquestra para o Estado, o Governo optou pela execução dessa política por meio de parceria com o Instituto Cultural Filarmônica, uma entidade privada sem fins lucrativos qualificada com os títulos de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) e de Organização Social (OS), um modelo de gestão flexível e dinâmico, baseado no acompanhamento e avaliação de resultados.

 

Foto: Livia Aguiar

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