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Filarmônica de Minas Gerais recebe a mezzo-soprano Ana Lucia Benedetti neste sábado, dia 11, às 18h, na Sala Minas Gerais
Será transmitido ao vivo pelo canal da Filarmônica no YouTube e pela Rede Minas de Televisão. O público também poderá assistir presencialmente
Os últimos anos do século 19 e os primeiros do século 20 aprofundaram a percepção sobre o potencial dos instrumentos e da própria orquestra como conjunto. O concerto de 11 de setembro, às 18h, na Sala Minas Gerais, dá continuidade ao tema da série “Fora de Série” nesta temporada, A orquestra no tempo, e apresenta a terceira parte da orquestra romântica, com participação da mezzo-soprano Ana Lucia Benedetti na obra Seis Canções, de Mahler. Ainda no repertório, O idílio de Siegfried, de Wagner, e Metamorfoses, de R. Strauss. A regência é do maestro Fabio Mechetti, Diretor Artístico e Regente Titular da Filarmônica de Minas Gerais.
O concerto terá presença de público e a venda de ingressos estará disponível no site www.filarmonica.art.br ou na bilheteria da Sala Minas Gerais a partir de sexta-feira, dia 10 de setembro. O concerto também terá transmissão ao vivo pelo canal da Filarmônica no YouTube e pela Rede Minas de Televisão. De acordo com o protocolo de segurança para prevenção da covid-19, a ocupação da Sala Minas Gerais está limitada a 393 pessoas, o que corresponde a 26% da sua lotação total (1.493 lugares).
Na Temporada 2021, a série Fora de Série conta a história do desenvolvimento das orquestras ao longo do tempo, em 9 concertos que abordam: Orquestra barroca, Orquestra pré-clássica, Orquestra clássica, Orquestra romântica I, II e III, Orquestra Moderna I e II e a Orquestra contemporânea.
Este projeto é apresentado pelo Ministério do Turismo, Governo de Minas Gerais, Aliança Energia e Cemig, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Apoio: Rede Minas. Realização: Instituto Cultural Filarmônica, Secretaria Estadual de Cultura e Turismo de MG, Governo do Estado de Minas Gerais, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.
Maestro Fabio Mechetti, diretor artístico e regente titular
Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde sua criação, em 2008, Fabio Mechetti posicionou a orquestra mineira no cenário mundial da música erudita. Além dos prêmios conquistados, levou a Filarmônica a quinze capitais brasileiras, a uma turnê pela Argentina e Uruguai e realizou a gravação de oito álbuns, sendo três para o selo internacional Naxos. Ao ser convidado, em 2014, para o cargo de Regente Principal da Filarmônica da Malásia, Fabio Mechetti tornou-se o primeiro regente brasileiro a ser titular de uma orquestra asiática.
Nos Estados Unidos, Mechetti esteve quatorze anos à frente da Orquestra Sinfônica de Jacksonville e, atualmente, é seu Regente Titular Emérito. Foi também Regente Titular das sinfônicas de Syracuse e de Spokane, da qual hoje é seu Regente Emérito. Regente associado de Mstislav Rostropovich na Orquestra Sinfônica Nacional de Washington, com ela dirigiu concertos no Kennedy Center e no Capitólio. Da Sinfônica de San Diego, foi Regente Residente. Fez sua estreia no Carnegie Hall de Nova York conduzindo a Sinfônica de Nova Jersey. Continua dirigindo inúmeras orquestras norte-americanas e é convidado frequente dos festivais de verão norte-americanos, entre eles os de Grant Park em Chicago e Chautauqua em Nova York.
Igualmente aclamado como regente de ópera, estreou nos Estados Unidos dirigindo a Ópera de Washington. No seu repertório destacam-se produções de Tosca, Turandot, Carmem, Don Giovanni, Così fan tutte, La Bohème, Madame Butterfly, O barbeiro de Sevilha, La Traviata e Otello.
Suas apresentações se estendem ao Canadá, Costa Rica, Dinamarca, Escócia, Espanha, Finlândia, Itália, Japão, México, Nova Zelândia, Suécia e Venezuela. No Brasil, regeu todas as importantes orquestras brasileiras.
Natural de São Paulo, Fabio Mechetti é Mestre em Regência e em Composição pela Juilliard School de Nova York e vencedor do Concurso Internacional de Regência Nicolai Malko, da Dinamarca.
Ana Lucia Benedetti, mezzo-soprano
Natural de São Paulo, Ana Lucia estudou piano no Conservatório de Música Ars et Scientia e é bacharel em Canto pela Faculdade Mozarteum, na classe de Francisco Campos Neto. Estudou também com Hildalea Gaidzakian, Marcos Thadeu, Regina Elena Mesquita, Gabriel Rhein-Schirato e Eliane Coelho. Desde 2010, obtém orientação vocal de Isabel Maresca. Foi 1º lugar no IX Concurso de Canto Maria Callas, Melhor Voz Feminina no IV Concurso de Canto Carlos Gomes, 3º lugar no IX Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão e finalista do VI Concurso de Interpretação da Canção de Câmara Brasileira. Ana Lucia cantou a Sinfonia nº 2 de Mahler, a Sinfonia nº 9 de Beethoven, A danação de Fausto de Berlioz, o Requiem de Verdi, o Magnificat-Aleluia de Villa-Lobos, sob regência dos maestros Roberto Minczuk, Silvio Viegas, John Neschling e Roberto Tibiriçá, entre outros. Destacou-se como Jacinthe e Ursule em Le Domino Noir de Auber; como Dorothea Frescopane em Le convenienze ed inconvenienze teatrali de Donizetti; como Juno em Orfeu no inferno de Offenbach; e como Lola em Cavalleria Rusticana de Mascagni.
Repertório
Richard Wagner (Leipzig, Alemanha, 1813 – Veneza, Itália, 1883) e a obra O idílio de Siegfried, WWV 103 (1870)
É raro ouvir um Wagner tão terno, tão intimista e sem tantos arroubos melodramáticos como o que se vê em O idílio de Siegfried. Nela, o compositor soube registrar em música um desses raros momentos epifânicos da psiquê humana em que realidade e sonho se confundem, os problemas se dissolvem e os desejos brevemente não precisam existir. Wagner escreveu o Idílio como um presente de aniversário para sua segunda esposa, Cosima, que havia dado à luz Siegfried, filho do casal, nascido em 1869. Os Wagner residiam em Tribschen, na Suíça, em uma villa pitoresca às margens do lago Lucerna. Ele intitulou a obra, antes de sua publicação, apenas “Idílio”, mas acresceu-lhe um rebuscado subtítulo: “Idílio em Tribschen, com o canto de passarinho de Fidi e um nascer do sol alaranjado”. Trata-se quase de uma sinopse, que faz referência à villa dos Wagner, ao filho do casal (cujo apelido familiar era Fidi), ao lago e até ao papel de parede ao lado da porta do quarto de Cosima. Mais íntima ainda foi a primeira execução da peça: na manhã de Natal de 1870, Wagner agremiou um pequeno conjunto da Orquestra do Tonhalle de Zurique e a fez executar nas escadas da casa da família. Ao que parece, Cosima foi despertada naquela manhã pela melodia de abertura.
Richard Strauss (Munique, Alemanha, 1864 – Garmisch-Partenkirchen, Alemanha, 1949) e a obra Metamorfoses (1945)
Aos 79 anos, Richard Strauss descreveu a destruição da Ópera de Munique em um bombardeio na Segunda Guerra Mundial como “a maior catástrofe da minha vida”. Naquele espaço, onde seu pai havia trabalhado como Primeira Trompa durante 49 anos, se deu seu contato com as mais emblemáticas obras de Weber e Wagner. Esta dor e o desgosto motivado pela guerra motivaram a criação deste “estudo para vinte e três cordas solistas”. Dez violinos, cinco violas, cinco violoncelos e três contrabaixos retratam esta meditação fúnebre, um longo Adagio sombrio e triste no qual não se vê respiro. A tristeza dá lugar a uma fugaz esperança que, por sua vez, retorna ao desânimo. À música se junta a literatura: referências a Mozart, Wagner e à Sinfonia Eroica de Beethoven se unem à obra poética de Goethe. Metamorfoses, obra-prima de Richard Strauss, foi escrita entre 13 de março e 12 de abril de 1945, nos últimos compassos da Segunda Guerra, e estreada com a presença do compositor em 25 de janeiro de 1946, em Zurique. A peça foi conduzida por Paul Sacher e tocada pelo Collegium Musicum da cidade, grupo para o qual a obra foi dedicada.
Gustav Mahler (Kaliste, Império Austríaco, Hoje República Tcheca, 1860 – Viena, Áustria, 1911) e a obra Seis Canções (1898/1902)
Gustav Mahler, como compositor de Lieder, inscreve-se na tradição romântica austro-germânica, no universo poético descortinado a partir das canções de Schubert e de Schumann. Como seus antecessores, mergulha, com sua música, nos sentidos do texto e subverte as características particulares dos domínios envolvidos: a linguagem musical parece dotada de conteúdo semântico e a obra revela a musicalidade da palavra. Nos Lieder com orquestra, essas características se evidenciam, de modo particular, através da paleta mahleriana, rica em matizes, contrastes, de uma inventividade que põe à prova a percepção do ouvinte. Duas das Seis Canções que ouviremos pertencem ao ciclo A Trompa Mágica do Menino [Des Knaben Wunderhorn], coleção de poemas folclóricos publicados entre 1805 e 1808. Nos Lieder, a orquestra também canta, dialoga com o poema; não acompanha apenas, como mera espectadora, mas participa do argumento literário. Nos Rückert Lieder, esse diálogo chega mesmo a se apresentar com um tratamento orquestral específico para cada peça. As canções a serem apresentadas são: Canção do perseguido na torre | Lá onde soam os belos trompetes | Blicke mir nicht in die Lieder! | Ich atmet einen Linden Duft | Liebst du um Schönheit? | Ich bin der Welt abhanden gekommen
PROGRAMA
Orquestra Filarmônica de Minas Gerais
Série Fora de Série – A orquestra romântica III
11 de setembro – 18h
Sala Minas Gerais
Fabio Mechetti, regente
Ana Lucia Benedetti, mezzo-soprano
WAGNER O idílio de Siegfried, WWW 103
R. STRAUSS Metamorfoses
MAHLER Seis Canções
INGRESSOS:
R$ 50 (Coro), R$ 50 (Terraço), R$ 50 (Mezanino), R$ 60 (Balcão Palco), R$ 80 (Balcão Lateral), R$ 105 (Plateia Central), R$ 135 (Balcão Principal) e R$ 155 (Camarote).
Ingressos para Coro e Terraço serão comercializados somente após a venda dos demais setores.
Meia-entrada para estudantes, maiores de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação.
Informações: (31) 3219-9000 ou www.filarmonica.art.br
Funcionamento da bilheteria:
A bilheteria está funcionando em horário reduzido.
— De terça-feira a sábado – 13h a 19h
— Terça, quinta e sexta-feira com concerto – 15h a 21h
Cartões e vale aceitos:
Cartões das bandeiras American Express, Elo, Hipercard, Mastercard e Visa.
Vale-cultura das bandeiras Ticket e Sodexo.
A Sala Minas Gerais e os protocolos sanitários
A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais reabriu as portas da Sala Minas Gerais. Para isso, o Instituto Cultural Filarmônica desenvolveu um protocolo sanitário que adequa o uso da Sala às medidas preventivas à transmissão da covid-19. A reabertura da Sala Minas Gerais tem respaldo em autorização emitida pela Prefeitura de Belo Horizonte.
Para receber o público na Sala Minas Gerais, foi desenvolvido e implementado, junto à médica infectologista Dra. Silvana de Barros Ricardo, um rigoroso Protocolo de Segurança, que prevê diversas restrições, como a presença de, no máximo, 393 pessoas por apresentação, o que corresponde em torno de 26% da capacidade total da Sala (1.493 lugares).
MEDIDAS GERAIS
Aferição de temperatura corporal de todas as pessoas nas portas de acesso à Sala Minas Gerais. A entrada será permitida somente àqueles que apresentarem temperatura igual ou inferior a 37,5° C.
Uso obrigatório de máscara facial em todos os ambientes.
Disponibilização de álcool em gel a 70% para higienização das mãos nas áreas de circulação e nas portas de entrada da sala de concertos.
Intensificação da limpeza e desinfecção do ambiente com produtos aprovados pela Anvisa.
Sistema de ar-condicionado operante de acordo com as determinações da legislação vigente, bem como os padrões referenciais de qualidade do ar interior.
Redução da ocupação da Sala Minas Gerais para, aproximadamente, 30% da sua capacidade total.
Controle dos fluxos de entrada e saída para evitar aglomeração e garantir o distanciamento de 1,5m entre as pessoas.
Interdição de dois assentos entre as cadeiras disponibilizadas para o público na sala de concertos.
Pessoas do mesmo grupo familiar poderão ocupar, no máximo, duas cadeiras, lado a lado.
ACESSO À SALA MINAS GERAIS
A partir da área externa coberta, que dá acesso à bilheteria e antecede a porta principal da Sala Minas Gerais, serão instalados pedestais para organização da fila de entrada e demarcações no piso para garantir o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas. O uso de máscara é obrigatório para todos aqueles que ingressarem na fila.
Em frente às portas de acesso ao foyer principal, antes do ponto de controle de ingresso, será implantada uma barreira sanitária para medição de temperatura com termômetro digital sem contato. A entrada será permitida somente dos indivíduos que apresentarem temperatura igual ou inferior a 37,5° C e estiverem utilizando máscara de proteção facial adequadamente. O procedimento será realizado por funcionários utilizando equipamentos de proteção individual.
Serão afixados cartazes informativos no local detalhando as medidas sanitárias adotadas e que devem ser observadas por todos durante a permanência nas dependências da Sala Minas Gerais. O sistema de som também poderá ser utilizado para orientar o público.
BILHETERIA
Na bilheteria, a ocupação máxima será de 3 pessoas simultaneamente, distantes 1,5m entre si. Elas serão organizadas em filas, cumprindo rotas de entrada e saída. O uso de máscara é obrigatório.
LEITURA DO INGRESSO
O controle do ingresso será feito por leitura óptica, sem contato físico com o funcionário. Para realização do procedimento, o espectador deverá inserir seu ingresso de papel ou digital (celular) no leitor do equipamento, conforme indicação local, aguardar a validação e retirá-lo após a leitura. A verificação dos ingressos se encerrará cinco minutos antes do horário estipulado para o início da apresentação, possibilitando a acomodação do público de forma organizada na sala de concertos. Os funcionários da área de controle de ingressos utilizarão equipamentos de proteção individual.
FOYERS – TÉRREO, PRIMEIRO E SEGUNDO ANDARES
Nos foyers também será observado o distanciamento de 1,5m entre as pessoas. A sala de concertos estará liberada para o acesso do público meia hora antes do início da apresentação.
SALA DE CONCERTOS
O acesso do público à sala será permitido até cinco minutos antes do início do concerto, quando as portas serão fechadas. Os assentos disponíveis ao público serão reduzidos a, aproximadamente, 30% da capacidade total da sala. Eles serão sinalizados e separados por dois assentos interditados ao uso. Os assentos disponíveis serão apenas para uso individual ou em duplas, sendo estes últimos para pessoas do mesmo grupo familiar que cheguem juntos à Sala Minas Gerais.
Os fluxos para entrada e saída do público da sala de concertos serão definidos de tal maneira a evitar, ao máximo, a proximidade entre as pessoas, podendo ser alterados conforme a densidade de espectadores presentes. A ocupação das poltronas deverá ocorrer a partir do centro das fileiras em direção aos corredores, e das fileiras mais próximas ao palco em direção às portas de saída. Nossos recepcionistas estarão dispostos nos corredores para organizar esse fluxo e evitar o contato próximo entre os espectadores. O uso de máscara é obrigatório durante toda a permanência no interior da sala de concertos.
BANHEIROS
O uso dos banheiros destinados ao público da Sala Minas Gerais será limitado a 6 pessoas simultaneamente, de acordo com sinalização afixada nas portas de acessos. Em frente aos lavatórios será indicado, através de sinalização adesivada no piso, o local para posicionamento dos usuários, garantindo o distanciamento de 1,5m. Uma sinalização semelhante será adesivada no piso dos sanitários masculinos, em frente aos mictórios.
ELEVADORES
O público será incentivado a utilizar as escadas, reservando-se os elevadores para uso das pessoas com alguma dificuldade de locomoção. A ocupação dos elevadores será de, no máximo, cinco pessoas, conforme sinalização adesivada no piso de cada equipamento. Nas escadas também deverá ser observado o distanciamento de 1,5m entre os indivíduos.
ROTINAS DE DESINFECÇÃO DO AMBIENTE
A desinfecção de todos os ambientes da Sala Minas Gerais será intensificada, sendo empregados produtos com ação comprovada contra o coronavírus. Conforme recomendação da Nota Técnica Anvisa nº 26/2020, são utilizados o álcool a 70% e o hipoclorito de sódio 0,5%, além de detergente neutro. Os sanitários e as superfícies frequentemente tocados, como chamadas dos elevadores, corrimãos, maçanetas, bebedouros etc. serão higienizados de forma intensificada durante a presença do público. Os assentos liberados para o uso do público na sala de concertos serão desinfetados antes de cada apresentação.
PURIFICADORES DE ÁGUA
Serão disponibilizados copos descartáveis para utilização nos purificadores. Não será permitida ingestão direta de água por aproximação da boca.
ÁLCOOL EM GEL
Na barreira sanitária, nas áreas de circulação, foyers e acessos à sala de concertos haverá dispensadores com álcool em gel a 70%. Nos banheiros será reforçada, através de comunicação visual específica, a necessidade de higienização das mãos utilizando-se água e sabonete.
AR-CONDICIONADO
A Sala Minas Gerais mantém o Plano de Manutenção, Operação e Controle de sistemas de climatização (PMOC) rigorosamente atualizado, de acordo como determinações da Lei nº 13.589, de 4/01/2018. As análises microbiológicas, físicas e químicas atestam a conformidade com os padrões referenciais de qualidade do ar interior definidos pela Resolução-RE Anvisa nº 9/2003. Todas as informações técnicas pertinentes podem ser obtidas em nosso site.
ESTACIONAMENTO
O estacionamento da Sala Minas Gerais é terceirizado e não opera com cancela eletrônica. No entanto, os procedimentos adotados pelos funcionários da empresa seguem os padrões de segurança recomendados pelas autoridades sanitárias e supressão do contato físico direto com os usuários.
Sobre a Orquestra
A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais foi fundada em 2008 e tornou-se referência no Brasil e no mundo por sua excelência artística e vigorosa programação. Conduzida pelo seu Diretor Artístico e Regente Titular, Fabio Mechetti, a Orquestra é composta por 90 músicos de todas as partes do Brasil, Europa, Ásia e das Américas. O grupo recebeu numerosos menções e prêmios, entre eles o Grande Prêmio da Revista CONCERTO em 2020 e 2015, o Prêmio Carlos Gomes de Melhor Orquestra Brasileira em 2012 e o Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Artes (APCA) em 2010 como o Melhor Grupo de Música Clássica do Ano. O CD Almeida Prado – obras para piano e orquestra, com Fabio Mechetti e Sonia Rubinsky, lançado em 2020 pelo selo internacional Naxos em parceria com o Itamaraty, foi indicado ao Grammy Latino 2020. A recente premiação dada pela Revista Concerto teve como tema “Reinvenção na Pandemia” e destacou as transmissões ao vivo de concertos realizadas pela Filarmônica em 2020, em sua Maratona Beethoven, e ações educacionais como a Academia Virtual.
Suas apresentações regulares acontecem na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, em cinco séries de assinatura em que são interpretadas grandes obras do repertório sinfônico, com convidados de destaque no cenário da música orquestral. Tendo a aproximação com novos ouvintes como um de seus nortes artísticos, a Orquestra também traz à cidade uma sólida programação gratuita – são os Concertos para a Juventude, os Clássicos na Praça, os Concertos de Câmara e os concertos de encerramento do Festival Tinta Fresca e do Laboratório de Regência. Para as crianças e adolescentes, a Filarmônica dedica os Concertos Didáticos, em que mostra os primeiros passos para apreciar a música de concerto. Além disso, desde 2008, várias cidades receberam a Orquestra, de Norte a Sul, passando também pelas regiões Leste, Alto Paranaíba, Central e Triângulo.
A Orquestra possui 9 álbuns gravados, entre eles dois que integram o projeto Brasil em Concerto, do selo internacional Naxos junto ao Itamaraty, com obras dos compositores brasileiros Alberto Nepomuceno e Almeida Prado. O álbum de Almeida Prado, lançado em 2020, foi indicado ao Grammy Latino de melhor gravação de música erudita. A Sala Minas Gerais, sede da Orquestra, foi inaugurada em 2015, em Belo Horizonte, tornando-se referência pelo seu projeto arquitetônico e acústico e uma das principais salas de concertos da América Latina. A Filarmônica de Minas Gerais é uma das iniciativas culturais mais bem-sucedidas do país. Juntas, Sala Minas Gerais e Orquestra vêm transformando a capital mineira em polo da música sinfônica nacional e internacional, com reflexos positivos em outras áreas, como, por exemplo, turismo e relações de comércio internacional.
Foto: Flora
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