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TAMARA FRANKLIN E PROJETO MANOBRA AGITAM O CIDADE HIP HOP DESTA SEXTA-FEIRA, 08 DE SETEMEBRO, NO NECUP EM BELO HORIZONTE
BH RECEBE ARTISTAS DA CENA MINEIRA PARA AGITAR A FESTA QUE TERÁ O GRAFFITI DE NICA, DA CREW MINAS DE MINAS. DJ PAT MANOESE COMPLETA O LINE-UP
“Mais uma preta marrenta, vinda das ruas barrentas dos versos sujos e puros”, “Nossa luta é de classe e sempre será, até que a dor passe, se é que vai passar”. Estes trechos das músicas “Anônima”, de Tamara Franklin, e “Ainda pareço suspeito”, do Projeto Manobra, vão embalar mais uma edição do projeto Cidade Hip Hop, que acontece no dia 08 de setembro. Os artistas mineiros comandam a festa que acontece a partir das 22h, no Núcleo de Estudos de Cultura Popular (Necup). Os ingressos já podem ser adquiridos no site Sympla e custam R$10 (inteira) e R$5 (meia-entrada).
O projeto chega para dar voz e visibilidade ao Hip Hop feito por artistas do estado. No line-up da sexta-feira, 08/9, a mineira de Ribeirão das Neves, Tamara Franklin, e os artistas do Barreiro do Projeto Manobra. Para completar a festa, a dj Pat Manoese e os grafites de Nica, da Crew Minas de Minas O projeto realiza mais três eventos até outubro: dias 23 de setembro, 06 e 20 de outubro.
“O Cidade Hip Hop retorna com novo formato, focado na vertente musical. E, para isso, teremos sempre duas ou três atrações principais, com representações do Hip Hop da Grande BH. A primeira edição em agosto foi um sucesso e queremos colocar o Hip Hop em destaque na capital mineira”, explica Roberto Raimundo, curador artístico do Cidade Hip Hop.
Esta edição do Projeto Cidade Hip Hop é realizada por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura com produção e curadoria de Rômulo Silva e Roberto Raimundo.
Sobre o Line-up
Um dos destaques da cena do hip-hop mineiro, Tamara incorpora estilos como baião, batidas africanas e reggae. No seu primeiro álbum recém-lançado “Anônima”, músicas fortes, autorais, com forte discurso racial, da mulher e da favela e letras que trazem denúncias, discussões e protestos de empoderamento para essas minorias.
Já o projeto Manobra surgiu em 2014 e propõe um rap orgânico, em uma profusão de timbres e referências musicais. A proposta surge da necessidade de se afirmar a identidade e a memória das margens e das "quebradas". Os integrantes Anna Lages, Eduardo Dw, Gleison Junio, Heberte Almeida, Manu Ranila, Marcos Chagas e Raíssa Uchôa trabalham a musicalidade negra brasileira e a personalidade dos tambores de minas em diálogo com o rap.
Foto: Athos Souza
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