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Mostra Tullio Marques Cinema Mineiro

Serão exibidos seis curtas e um longa-metragem do cineasta, tropeiro e agitador cultural mineiro Tullio Marques, que estará presente e fará uma breve conversa com o público na abertura das sessões.

No dia 05 de setembro serão exibidos quatro curtas:
1 - Tropeiro - Último Testemunho (13 min)
2 - Carrancas/Ouro Preto (10 min)
3 - Ouro Preto/Diamantina (65 min)
4 - África do Sul (15 min).

No dia 06 de setembro serão dois curtas e um longa-metragem:
1 - Em nome da Fé (5 min)
2 - As Amazonas (16 min)
3 - Cocoré (104 min)

TULLIO MARQUES
Tullio Marques Lopes Filho é um provocador cultural. Tropeiro, cineasta, agitador social, o cavaleiro andante se dedica a aventuras nas “selvas” de Nova Lima, em uma área de 55 mil metros quadrados, onde o turista pode se deliciar com rapel, tirolezas, pintball, arvorismo e até com passeios a cavalo, ou muares, na serra do Curral.
Criador do Museu do Tropeiro, em Ipoema, e idealizador da Estrada Real.
Este tropeiro urbano tem uma história tumultuada, como produtor, diretor, roteirista e ator de seus próprios filmes, como “Cocoré”, "uma web série em 19 capítulos e quase duas horas de duração", “As Amazonas”, “Em Nome da Fé” e “Hoje é sempre”, entre outros.
Tullio Marques foi co-roteirista de vários filmes do premiado diretor mineiro Nevile de Almeida, especialmente nos filmes “A Dama do Lotação” e “Rio Babilônia”.

AS AMAZONAS
Curta-metragem com 16 minutos, filmado em 16 mm, nos anos 70, participou de vários Festivais de Cinema.
A lenda com base em fatos históricos é narrada com poesia e liberdade, registrando ainda dados da mitificação popular. As personagens caracterizadas em tom verde, confundem-se à vegetação numa estratégica camuflagem. Sem qualquer caracterização, armas ou acessórios que definam uma época determinada, a tribo transita de forma quântica, desde a origem da lenda a tempos atuais e futuros, em trajetória natural e orgânica do gênero feminino na história da humanidade.

COCORÉ
Longa metragem com 103 minutos, produzido em Belo Horizonte no formato vídeo digital, em 2006, e finalizado em 2007 na DGT filmes de São Paulo, com mixagem e sonorização de Damião Lopes, do Rio de Janeiro, o filme conta com o trabalho voluntário de inúmeros talentos em todas as suas fases de produção.
Personagens reais e moradores de rua se misturam aos atores, criando um retrato próximo da realidade para contar a história do personagem principal, Cocoré , que, no resgate de um direito sobre terras herdadas e
roubadas, acaba constituindo um grupo bastante heterogêneo e juntos criam uma solução alternativa de sobrevivência e moradia ecológica na selva urbana, formando uma fazenda ecológica vertical.
O longa conta com Alberto Ruz, tanto como assistente do diretor Tullio Marques, quanto como "O Mexicano", companheiro de Cocoré em sua luta por procurar uma alternativa ao grupo de moradores de rua que o acompanha. Merece destaque o trabalho do músico e ator Dimir Viana, que deu vida ao personagem Cocoré.
Ao misturar ficção com fatos jornalísticos usando uma linguagem documental e enquadramentos feitos por várias câmeras de vídeo simultâneas, o diretor faz com que o espectador sinta-se participante da história.

Foto: Divulgação

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