Notícias

Belo Horizonte recebe nos dias 6 e 7 de setembro o 1º Simpósio Conservador

“Guerra Cultural” é o tema escolhido para este primeiro encontro

Nos dias 6 e 7 de setembro, a capital mineira será palco do 1º Simpósio Conservador BH que trará à cidade nomes como Miguel Nagib, fundador do movimento Escola Sem Partido; professora Paula Marisa, uma das mais influentes youtubers da atualidade e José Carlos Sepúlveda, analista político e participante do Canal Terça Livre. O tema de estreia é “Guerra Cultural”. Durante dois dias, os participantes terão palestras e um bate-papo com os convidados.

O1º Simpósio Conservador BH pretende inaugurar uma série de discussões sobre o atual momento brasileiro. O objetivo é trazer informações relevantes que contribuam para o amadurecimento e o confronto de ideias.

De acordo com o professor Thomas Magnum, um dos organizadores do evento, o que se pretende é oferecer a oportunidade de compartilhar experiências. “Queremos formar uma nova mentalidade nas pessoas para que o debate seja saudável e produtivo. O objetivo é fazer possíveis reflexões sobre os embates existentes no campo cultural, sobre o conservadorismo e suas implicações no atual cenário brasileiro”.

Contextualizando o tema

A expressão “Guerra Cultural” originou-se na Alemanha, no Século XIX, quando o país passava pela sua unificação. Pode ser a ideia de um conflito existente na sociedade para decidir qual é a natureza do Estado; quais as políticas públicas a serem adotadas e, o mais importante, como devem ser os valores traduzidos nessas políticas e na estrutura do Estado.

No Século XX, a noção desse tema veio dos Estados Unidos da América e se baseia em três pilares: Etnia/Religião e Sexualidade.

Essas questões dividem a sociedade e traduzem as dificuldades de grupos distintos de viverem juntos.

No Brasil, o embate cultural ganhou força nos anos 1990 com a chamada cultura progressista, facilmente percebida nos meios de comunicação, nas universidades e no meio editorial.

Em sua obra- “A Origem da Linguagem”- o jurista e filósofo alemão Eugen Rosenstock-Huessy diz que toda guerra começa com a recusa de escutar o outro. Isso acontece quando não queremos ouvir nada do que vem de fora, só temos ouvidos ao que vem de dentro do nosso grupo. Traduzindo para os dias atuais, podemos ver isso claramente ocorrendo dentro das chamadas “bolhas culturais”. “Hoje as pessoas criam suas próprias ‘bolhas’, polarizam o debate público tornando-o vazio e, muitas vezes, histérico”, analisa Thomas Magnum.

Link: https://bit.ly/2lO1AcO

Selecionamos os melhores fornecedores de BH e região metropolitana para você realizar o seu evento.