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91 ESTUDANTES ESTRANGEIROS ESCOLHEM BH PARA ESTUDAR
Oriundos de nove países diferentes, alunos da escola internacional de negócios SKEMA escolheram o Brasil pelo perfil econômico, pelos desafios, pela cultura e pelas belezas naturais
“O Brasil é uma escolha inteligente para quem quer acumular e capitalizar experiência internacional. É um meio ambiente de forte energia e transformações, com muitas áreas de inovação (na economia digital e biotecnologia, por exemplo), mas também com muitos contrastes, que vão desafiar a capacidade de entendimento e adaptação de todos.”
Essa foi a mensagem de boas-vindas da reitora da escola de negócios internacional SKEMA, Geneviève Poulingue, que ontem recebeu 91 estudantes estrangeiros na aula inaugural do semestre letivo que esses jovens, de nove nacionalidades diferentes, cumprirão a partir de agora em Belo Horizonte.
A recepção aconteceu no auditório da Fundação Dom Cabral, no Alphaville, com a qual a SKEMA possui convênio de parceria. Os alunos conheceram o programa do semestre letivo. “Esperamos muita participação por parte dos estudantes. Desejamos que a temporada no Brasil fortaleça a maturidade acadêmica dos alunos e que esta vivência proporcione um novo olhar em relação ao que o mercado de trabalho mundial vem demandando.”, explica Geneviève Poulingue.
O estudante francês Antoine Phelep, que já trabalhou na África (no Congo) na área de finanças, veio ao Brasil com a expectativa de aprender mais sobre países em desenvolvimento. A mesma perspectiva tem a marroquina Inas Rachidi, que já estudou na Europa e na China com a SKEMA. “Estudar finanças em um país economicamente em maturação pode ajudar a entender melhor o processo de evolução dos mercados.”, explica ela. Aman Agrawal, da Índia, acha o Brasil parecido com seu país de origem. “Estudar marketing nesses ambientes econômicos vai me proporcionar uma comparação multicultural interessante”, disse ele, que fará em BH um semestre do curso da SKEMA de Marketing e Desenvolvimento de Negócios.
“A proposta da SKEMA é o ensino multicultural para a mais completa adaptação ao mundo globalizado e culturalmente diversificado em que vivemos”, explicou a reitora Geneviève. Os 91 estudantes cumprirão esse semestre letivo até o final do ano. Entre eles há um brasileiro, mas eles vêm de países como Dinamarca, Estados Unidos, Finlândia, França, Holanda, Ilhas Maurício, Índia e Marrocos. Em fevereiro, a SKEMA iniciará seu primeiro curso de graduação destinado a alunos brasileiros. O curso (Gestão em Negócios Globais) já está com matrículas abertas.
Dicas culturais, de saúde e segurança
Com essa turma, a SKEMA completa 1.200 estudantes em seus cursos brasileiros desde que eles começaram a ser organizados no Brasil em 2015. Como todos os outros que os precederam, os estudantes que acabaram de chegar receberam várias dicas de comportamento cultural, social e de saúde. Foram alertados com relação ao problema de segurança urbana do país, incluindo uma palestra do capitão Stevan de Oliveira, da Polícia Militar de Minas Gerais. A psiquiatra Heloise Delavenne falou sobre como é viver em um país tropical, recomendando muito filtro solar, água à vontade, cuidado com a caipirinha e, claro, com o que ela chamou de o “inimigo número 1” da saúde brasileira, o aedes aegypti.
“Em muitos aspectos o Brasil pode ser mais avançado que países europeus, em outros não”, adicionou Geneviève Poulingue, ao comentar os avanços em termos de tolerância sexual e de gênero no Brasil. Os estudantes ainda conheceram projetos culturais em andamento na Grande BH e projetos sociais apoiados pela SKEMA e outras instituições. O dia terminou com um espetáculo de capoeira. E um farto café mineiro, oferecido à beira da Lagoa dos Ingleses, parte do campus da Fundação Dom Cabral.
Foto: Divulgação
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