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FCS realiza primeira edição do programa MINAS POCKET e convida integrantes do GRUPO CORPO para bate-papo sobre o universo da dança
Gabriel Pederneiras, Janaína Castro e a convidada Cassi Abranches participam do Minas Pocket – Fala Sobre Dança, edição inaugural do programa
Com a proposta de integrar diferentes segmentos culturais, a Fundação Clóvis Salgado realiza a primeira edição do programa Minas Pocket, iniciativa que reúne profissionais de saberes distintos, para debaterem o mercado de trabalho no meio artístico. Para dar início às atividades,Gabriel Pederneiras e Janaína Castro, do Grupo Corpo, e a coreógrafa e ex-bailarina, Cassi Abranches, participam de um bate-papo com o público sobre o universo da dança.
Por meio do Minas Pocket, a FCS pretende realizar uma programação diferenciada, promovendo eventos sobre Literatura, Design,Arquitetura, Dança, Performance e Teatro. Desse modo, o programa garante e estimula a ocupação do complexo cultural do Palácio das Artes, potencializando a produção e a fruição cultural na cidade.
Para Philipe Ratton, da diretoria de programação artística da Fundação Clóvis Salgado, a realização do primeiro Pocket Minas representa um esforço conjunto da atual administração da FCS para ampliar a formação de público e garantir que mais pessoas tenham acesso aos equipamentos culturais da instituição.
“Temos realizado um trabalho que prioriza a formação de novos públicos. Por esse motivo, optamos em dar início ao Minas Pocket com o intuito de ampliar e fortalecer o diálogo entre profissionais de diferentes áreas com o público que circula pelo Palácio das Artes”, destaca.
A Dança e suas perspectivas – Para dar início ao Minas Pocket, a FCS convidou o coordenador técnico, Gabriel Pederneiras, e a bailarina, Janaína Castro, do Grupo Corpo, tradicional companhia de Belo Horizonte, e a coreógrafa e ex-integrante, Cassi Abranches. Os profissionais vão participar de um bate-papo sobre o mercado da dança, na edição inaugural do programa, intitulada Minas Pocket – Fala Sobre Dança.
Durante o encontro com o público, Gabriel, Janaína e Cassi vão explicar sobre o atual cenário no mercado da dança, principalmente em Minas Gerais, e contar detalhes a respeito da carreira de um bailarino, as singularidades de uma grande companhia artística, passando, também, pelos vários desafios que a profissão demanda.
Para Cassi Abranches, essa iniciativa da FCS permite que o público tenha uma imagem dos artistas e profissionais da dança que vai além dos palcos. Natural de São Paulo (SP), encerrou, em 2013 sua carreira como bailarina no Grupo Corpo, no qual se dedicou por 12 anos. Atualmente, assume um novo desafio na carreira, dedicando-se exclusivamente à profissão de coreógrafa.
“O que eu acho mais bacana na proposta do Minas Pocket é que ele pretende aproximar a gente do público. Então, ao mesmo tempo, eu posso falar sobre a minha carreira, que começou como bailarina e agora se estende como coreógrafa, e ouvir as dúvidas e as curiosidades de quem estiver na plateia”, comenta Cassi.
Ela também destaca que o formato do Minas Pocket estimula uma conversa mais horizontal entre público e artistas. “O grande barato do bate papo é contribuir com as pessoas interessadas em aprender. A conversa sempre flui de acordo com o interesse da plateia, e eu, o Gabriel e a Janaína podemos contar mais sobre o nosso trabalho”, finaliza.
Sobre os convidados:
Gabriel Pederneiras – Gabriel Pederneiras nasceu em 1981, ano em que o Grupo Corpo, criado pelo seu pai e seus tios, já estava estabelecido como uma importante companhia de dança no Brasil. Desde criança acompanhou a família nas turnês da companhia – e até os 18 anos, sempre como espectador. Numa viagem em que o Grupo levava à Europa os balés “Parabelo” e “Benguelê”, Gabriel passou a se aproximar do universo da montagem dos espetáculos. Buscava aprender com os tios, responsáveis por essa área, e começou a trabalhar informalmente: descarregando caminhões, ajudando no cenário. Voltando ao Brasil, começou a frequentar quase todos os ensaios e apresentações do Corpo, estagiando na técnica e montagem. Em 2013, junto ao seu tio Paulo Pederneiras, assinou a iluminação do espetáculo “Triz”, e em 2015, na comemoração dos 40 anos do Grupo Corpo, os inéditos “Dança Sinfônica” e “Suíte Branca”. Atualmente é coordenador técnico da companhia e responsável pela iluminação de todas as montagens.
Janaína Castro – Janaína Castro é bailarina profissional e integrante do Grupo Corpo desde 2000. Formada em Artes Plásticas pela escola Guignard em Belo Horizonte. Trabalhou com outros coreógrafos como Rodrigo Pederneiras e Henrique Rodovalho. No teatro, em parceria com Maria Luiza Magalhães, assinou o figurino para a Cia. Burlantins, ganhando o 10˚ Prêmio Sinparc de Artes Cênicas/Melhor Figurino.
Cassi Abranches – Cassi Abranches é bailarina e coreógrafa natural de São Paulo e iniciou seus estudos na Escola Municipal de Bailados. Em 1999 foi convidada a integrar o Ballet do Teatro Castro Alves em Salvador (BA). Em 2000 entrou para o Teatro Guaíra em Curitiba (PR). Encerrou em maio de 2013 sua carreira como bailarina no Grupo Corpo, no qual se dedicou por 12 anos. Atualmente assume exclusivamente a profissão de coreógrafa. Desde então, vem experimentando seu modo de fazer em meio à apertada rotina de bailarina e mãe. Muitos de seus intérpretes vêm da própria companhia, como Uátila Coutinho, para quem criou Traço (2011), ou Ana Paula Cançado, que dançou Núbia (2012).
Foto: JOSE LUIZ PEDERNEIRAS
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