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Consagrada banda Azymuth traz seu “Samba Doido” para BH

Uma das formações brasileiras mais influentes no país se apresenta na Praça Floriano Peixoto, na série de shows BH Instrumental

Com turnês pelo país e pelo mundo, o Azymuth, formado por Alex Malheiros (contrabaixo e vocais), Ivan Mamão Conti (bateria e vocais) e Kiko Continentino (teclados), chega a capital mineira para um show único na série BH Instrumental, dia 15 de setembro, a partir das 19h3, na Praça Floriano Peixoto. A apresentação faz parte da programação BH Instrumental, realizada pela Veredas Produções, com patrocínio do Instituto Unimed-BH por meio da adesão de mais de 4.700 médicos cooperados e colaboradores ao seu Programa Cultural, via Lei Federal de Incentivo à Cultura. O acesso é gratuito.

E para somar à apresentação, quem abre o show são os pratas da casa Matheus Barbosa e Marcus Abjaud. Selecionados pelo edital 2018 da série, a apresentação faz parte do projeto colaborativo Religare, que conta ainda com a participação dos músicos Felipe Continentino na batera e Frederico Heliodoro no contrabaixo. A banda propõe uma sonoridade jazzística nas improvisações e solos, além de passear por ritmos como afoxé, baião, samba, bossa nova e maracatu.

Falando em mistura e diálogos sonoros, em mais de 40 anos de carreira e 30 álbuns originais, o Azymuth sabe muito bem como fazer conexões musicais. Combinando soul, funk e jazz com o samba, criou um estilo próprio, que foi intitulado de “Samba Dois (Crazy Samba)”.

A banda surgiu no Rio de Janeiro, no final da década de 1960, quando a bossa nova e o jazz estavam emergindo, e foi originalmente formada por José Roberto Bertrami, Ivan Conti e Alex Malheiros.

A primeira gravação do grupo foi um compacto de quatro faixas que passou a ser usado em uma novela de sucesso. Daí em diante, não pararam mais. O segundo álbum, Águia Não Come Mosca, lançou o Azymuth para o cenário internacional. Eles tocaram em festivais de jazz como Montreaux Jazz (Suíça), Washington Park (UK), Brazilian Fest Berlin (Alemanha), Athennas (Grécia), Tijuana Jazz Festival (México), Free Jazz Festival Rio e São Paulo, entre outros. O trio também trabalhou com músicos como Stevie Wonder, Ivan Lins, Milton Nascimento, Elis Regina, Airto Moreira, Clara Nunes, Tim Maia e Gal Costa.

Em 2015, Kiko Continentino foi convidado para integrar a banda e dar continuidade ao som e a chama acesa do grupo, após a saída de Bertrami. E a chama realmente não se apagou. Um ano depois, eles gravaram o CD Fênix, que será apresentado em Belo Horizonte.

Instituto Unimed-BH

Associação sem fins lucrativos, o Instituto Unimed-BH, há 15 anos, contribui com o desenvolvimento social em localidades de atuação da Unimed-BH. Para isso, desenvolve cinco grandes programas: Comunidade, Meio ambiente, Voluntariado, Adoção de espaços públicos e Cultura. Saiba mais em www.institutounimedbh.com.br .

Circuito Instituto Unimed-BH

Criado para estimular o bem-estar e a convivência ao ar livre, o Circuito Instituto Unimed-BH oferece gratuitamente atividades socioculturais e de lazer em espaços públicos de Belo Horizonte, Contagem e Betim. No último ano, foram realizadas mais de 80 atrações culturais, prestigiadas por mais de 55 mil pessoas. Em 2018, todas as atrações acontecem em comemoração aos 15 anos do Instituto Unimed-BH. Saiba mais em www.circuitoinstitutounimedbh.com.br .

Série BH Instrumental

Realizado pela Veredas Produções, o projeto integra o Circuito Instituto Unimed-BH e busca divulgar a música instrumental. A série traz aos palcos grandes instrumentistas, com o objetivo de formar público para música e popularizar o acesso a espetáculos de qualidade, desenvolvendo, assim, a consciência crítica dos cidadãos. Conta com o patrocínio do Instituto Unimed-BH, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, através do incentivo de 4,7 mil médicos cooperados e colaboradores.

Foto: Giovanni Turiaco

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