Notícias

Em setembro, “Música na Árvore – Solar” volta a agitar periferias e regionais de BH

Nova edição será realizada no dia 16 (sábado) e fomentará o artesanato e a gastronomia local, além de promover a geração de renda

A próxima etapa do projeto gratuito “Música na Árvore – Solar” levará um vasto repertório brasileiro – do pop, baião, bossa nova, afro samba ao hip hop – para as regionais e periferias da capital mineira, no dia 16 de setembro, no Centro Cultural Jardim Guanabara/Regional Norte. A abertura contará com uma oficina de dança e um aulão de forró: “Queremos estimular a regionalização da produção cultural e artística, por meio da valorização de recursos humanos e conteúdos locais, da sustentabilidade e da acessibilidade”, declara o coordenador geral, Robson Assis. 

Na sequência da programação, o público irá desfrutar de um intercâmbio musical e cultural ao som da Charanga Pop, Will Motta Trio, DJ Edd e Eduardo DW.  “O objetivo desta edição é dar palco a artistas locais que desenvolvem trabalhos autorais ou pesquisas de estilos musicais não comerciais, e envolver toda a comunidade do Jardim Guanabara”, descreve o diretor artístico do coletivo cultural, João Vianna. 

O “Música na Árvore – Solar” nasceu com viés sustentável e social, pautas prioritárias em todas as suas apresentações. Toda a matriz energética do evento é fotovoltaica, obtida por meio de uma van equipada com placas solares e um sistema avançado de armazenamento. A idealização do projeto, utilizando transição energética, contou com a consultoria técnica da Universidade de Brasília (UNB), por meio de contrato com a empresa Júnior Matriz Engenharia de Energia. A iniciativa já circulou pela Inglaterra, Portugal, Suíça e contou com edições em Brasília, Belo Horizonte, Itaúna, Teixeiras, Viçosa, dentre outras. Em 2022 foi premiado pelo IMEC (Instituto Mineiro de Engenharia e Tecnologia.

“Temos orgulho em ser um dos pioneiros no país a associar cultura à sustentabilidade e pretendemos ser referência em ESG (da sigla em inglês, Environmental, Social, Governance, e na tradução livre para o português, Meio Ambiente, Social e Governança). Na prática, o ESG compreende uma série de critérios para avaliar o impacto e o desempenho das empresas em cada um dos três pilares que a compõem”, destaca André Trindade, idealizador e gestor de sustentabilidade do projeto. Haverá ainda recolhimento de lixo eletrônico inservível – metarreciclagem – em parceria com a MG Recicla. 

Já entre as ações de desenvolvimento socioeconômico, além de dar voz aos talentos das periferias, haverá arrecadação de alimentos que serão doados para organizações sociais. O programa também montará uma estrutura com comidinhas, bebidas e artesanato dos comerciantes locais. A inciativa será feita em parceria com os centros culturais de cada regional e as associações dos bairros.

Esta edição do “Música na Árvore – Solar” será executada por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, com patrocínio da Blip e realização da Muzak Promoções e Eventos. 

Serviço: “Música na Árvore – Solar”
Entrada franca
16/09 (sábado)
Local: Centro Cultural Jardim Guanabara/Regional Norte

Programação da aula e dos shows: 
14h: Aulão de forró 
15h30: Charanga Pop
16h: No Stress 
17h30: DJ Edd
18h30: Eduardo DW (hip hop e brasilidades)
20h: Encerramento

Oficina: 16/09 (sábado), 10h: Oficina de dança no Centro Cultural Jardim Guanabara (rua João Álvares Cabral, 277, Jardim Guanabara)

Sobre as atrações musicais

Charanga Pop (@charangapop) - João Vianna, músico que dividiu palco com Skank, Lulu Santos, Pepeu Gomes, dentre outros, e seu trompete, lidera este grupo que mistura música pop de todos os tempos com ritmos brasileiros. O som dos metais, a força da percussão e o swing da guitarra fazem a galera vibrar. Como as bandas de jazz de New Orleans e as charangas dos estádios de futebol, o grupo circula e interage de perto com o público e sente a energia e pulsação das pessoas para ditar o ritmo.

Will Motta Trio - Contando com experiências junto ao grupo Lombinho com Cachaça, Fernando Ângelo, Hocus Pocus, o músico vem se apresentando com artistas renomados como Beto Guedes, Tadeu Franco, Paulinho Pedra Azul, Nepal, Código B, Bauxita, Play, dentre outros. Em seu trabalho atual, Will (@willmottap4) se apresenta com Neo Andrade (baixo, @neo.andrade) e Robinho Batera (bateria, @robinho_batera_08), executando repertório instrumental variado de músicas nacionais e internacionais, caminhando do pop ao baião, passando pelo samba e bossa nova.

DJ Edd (@djeddvsd) – De simpatizante a ativista da cultura hip hop, Edivanio Silveira iniciou sua carreira como grafiteiro em 1998, quando assinava COISA (apelido de infância). Junto com os parceiros Mano HK e Cristiano Santos, foram voluntários em um projeto/oficina de grafite por 10 anos na E.M. José Maria dos Mares Guia, chamado de IDC (Ideia Criativa), cujo foco era trabalhar a formação de caráter dos jovens. Em 2003, começou a atuar como DJ Edd, sendo o co-fundador do Verdade Seja Dita. Desde 2010 é DJ do W.Will, Dokttor Bhu e Shabê, Edy-X, Cristiano Santos e Eduardo DW. 

Eduardo DW (@eduardo.dw.9) – Agitador cultural de Belo Horizonte, poeta e MC do Coletivoz Sarau de Periferia, Slam Clube da Luta, da banda de Rap Projeto ManObra e do grupo A Corte, além de suas produções de postais poéticos com a coleção do [Manual do amor Extranho]. DW também é proponente da oficina Palavreando, na qual trabalha gatilhos criativos na escrita. Para este show, DW convida DJ EDD, que é morador da Região Norte e representa a comunidade local. 

Ficha técnica: 
Direção Geral: Robson Assis
Produção executiva: André Trindade e Perla Horta
Direção artística: João Vianna
Coordenador de palco: Mauro Sater 
Mais informações: @instrumentalsolar, @musicanarvoresolar, https://musicanaarvore.com.br

Foto: Pedro Bichuete

Selecionamos os melhores fornecedores de BH e região metropolitana para você realizar o seu evento.