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Ansiedade, depressão e insônia. Como combater estes e outros efeitos que a pandemia de Covid-19 deixará na população
Rotina saudável e neurotrópicos são a resposta para a resiliência mental
“O impacto da pandemia na saúde mental das pessoas já é extremamente preocupante”, afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS). “O isolamento social, o medo de contágio e a perda de membros da família são agravados pelo sofrimento causado pela perda de renda e, muitas vezes, de emprego.”
Antes de decretar a pandemia, a Organização Mundial da Saúde já classificava toda a situação como uma infodemia. Em outras palavras, a abundância de vídeos, textos, gráficos, ilustrações e áudios, sejam eles verdadeiros ou mentirosos, dificulta o entendimento das orientações e gera uma crise de confiança entre a população. Das duas, uma: ou você fica totalmente paranoico ou passa a duvidar de tudo que brota na tela do seu celular.
Os efeitos do Covid-19 na saúde mental
Uma coisa é certa, o Covid-19 é uma doença que requer atenção e cuidados diretos, principalmente para as pessoas do grupo de risco, porém indiretamente, ela pode ascender muito mais efeitos colaterais.
Primeiro por do confinamento em casa. Um estudo da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, estima que a falta de contatos sociais traz riscos à saúde comparáveis a fumar 15 cigarros por dia e chega a ser duas vezes mais danosa que a obesidade. Um aumento no consumo de álcool é outra área de preocupação dos especialistas em saúde mental. Estatísticas do Canadá relatam que 20% das pessoas de 15 a 49 anos aumentaram seu consumo de álcool durante a pandemia. Afinal, lidamos com uma doença em que não há perspectiva de vacinas ou remédios com capacidade de cura para os próximos meses.
Segundo pela crise econômica mundial que vem chegando. O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que o mundo entrará na maior crise desde 1929, ano em que ocorreu a quebra da bolsa de valores de Nova York, nos Estados Unidos.
E uma coisa acabando levando a outras, mais graves. O colapso econômico que acometeu a Europa a partir de 2008 afetou a saúde mental da população. Nesse período, houve um aumento significativo das taxas de suicídio no continente.
Terceiro pela pressão cotidiana na vida das pessoas como por exemplo a tripla jornada entre as mulheres, que ficam responsáveis por cuidar de vários quesitos do lar, da família estando ainda em home-office. Na China, o primeiro epicentro do coronavírus, alguns cartórios registraram um aumento nos pedidos de divórcio quando a vida começou a voltar ao normal. Nas províncias de Shaanxi e Sichuan, por exemplo, houve um recorde nos índices de separação a partir das últimas semanas de março, de acordo com informações do jornal chinês The Global Times. Ainda na China; Durante a pandemia, os profissionais de saúde relataram altas taxas de depressão (50%), ansiedade (45%) e insônia (34%) e, no Canadá, 47% dos profissionais de saúde relataram a necessidade de suporte psicológico. Dados do Núcleo de Gênero e do Centro de Apoio Operacional Criminal do Ministério Público de São Paulo revelam que casos de agressões aumentaram 30% em março de 2020, quando o isolamento social foi iniciado.
O que fazer
Esse compilado de informações é assustador, mas existem soluções para minimizar tudo isso. Quando estamos em casa, temos a tendência de atrasar os compromissos diários: acordamos, almoçamos, jantamos e voltamos a dormir cada vez mais tarde. Precisamos manter uma regularidade nos horários durante todos os dias da semana, especialmente neste período de quarentena.
O hábito de tomar sol todos os dias também ajuda muito. Reserve alguns minutos da manhã, antes das 11 horas, para relaxar na varanda, no quintal ou na laje. Esse banho de luz estimula a liberação de serotonina, substância que, entre os neurônios, produz a sensação de bem-estar.
Manter uma rotina de exercícios físicos é outra via para garantir o equilíbrio da química cerebral, além da utilização de vitaminas para um melhor equilíbrio do corpo e da mente.
Existem também suplementos pro cérebro que auxiliam na resiliência mental, eles trazem uma melhoria cognitiva, no foco, na memória, no raciocínio e consequentemente na produtividade diária. “O nome desses suplementos são os Nootrópicos, suplementos naturais que estimulam a performance cerebral e que não possuem efeitos colaterais” explica Bruno Motti, um dos sócios da Gobrain. A maioria dos nootrópicos são importados, mas recentemente no Brasil foram lançados algumas formulas condizentes com as diretrizes da Anvisa. O Gobrain Brasil é o suplemento que chega mais perto das formulações de fora e traz uma comunicação mais atenta a nossa saúde mental.
“Uma coisa é certa, em tempos de pandemia agradeça pelas coisa simples da vida e valorize quem está contigo nessa nós só descobrimos o quão forte nós somos quando ser forte nossa única escolha” finaliza Bruno Motti.
O Gobrain pode ser comprado no site https://www.gobrainbrasil.com.br ou em lojas como Carrefour.
Foto: Divulgação
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