Notícias

Sinfônica Pop está de volta com concerto que tem como convidados o grupo Cobra Coral e o músico Zé Ibarra

Evento é gratuito e acontece dia 22 de agosto, às 20h30, no Grande Grade Teatro Cemig Palácio das Artes

A série de concertos “Sinfônica POP” está de volta. E para celebrar o retorno após dois anos, a atração, que terá regência de Ligia Amadio, maestra titular da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG), leva ao público show com a participação do grupo mineiro Cobra Coral e do cantor e multi-instrumentista Zé Ibarra. O evento acontece em 22 de agosto, às 20h30, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos por meio do site Eventim ou na bilheteria do Palácio das Artes no dia do concerto, a partir das 12h. O espetáculo é fruto de uma parceria entre a Fundação Clóvis Salgado e o Festival Já Raiou a Liberdade – Os Sons do Brasil.

A fusão de dois estilos musicais aparentemente distintos é a ideia por trás da “Sinfônica POP”. A combinação entre a OSMG e artistas contemporâneos da música brasileira dá outra dimensão às canções populares. A conexão de instrumentos, como violinos, violas, violoncelos, flautas, oboés, clarinetes, trompetes, trombones, com guitarra, baixo, e bateria trazem ainda mais riqueza para as harmonias, melodias e os ritmos das canções populares. O concerto que celebra a volta da série traz como arranjadores os músicos Fred Natalino, Marcelo Ramos, Túlio Mourão e Paulo Galvão, que irão adequar as melodias e harmonias originais à instrumentação e ao estilo sinfônico.

Com uma década de banda, o Cobra Coral vai levar para o concerto um repertório que perpassa diferentes momentos da carreira do trio. Dentre as músicas estão E o que for já é, Casa Aberta e Quadros Modernos, composta por Toninho Horta, Murilo Antunes e Flávio Henrique, um dos fundadores do grupo e que faleceu em 2018. Já o músico Zé Ibarra toca, convidado do Cobra Coral, apresenta, dentre outras composições, Do a dó, Dos cruces e Lua comanche.

O Festival Já Raiou a Liberdade – Os Sons do Brasil é uma celebração da musicalidade e cultura brasileira. O projeto valoriza e potencializa os encontros, as trocas, as vivências, e toda a mistura cultural que forma a identidade do povo brasileiro. Belo Horizonte e Ouro Preto estão recebendo as atividades de projeto durante todo o ano de 2023, que inclui apresentações musicais dos mais diversos estilos musicais, em parceria com os principais centros culturais do estado.

O Ministério da Cultura e Instituto Cultural Vale, apresentam o Festival Já Raiou a Liberdade - Os Sons do Brasil. O festival é realizado através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com o patrocínio master do Instituto Cultural Vale, patrocínio Gerdau, Cedro Mineração e Ferro Puro Mineração. Tem a parceria do MM Gerdau, Museu Boulieu, apoio Rádio Inconfidência, Rede Minas - Empresa Mineira de Comunicação. É uma correalização da Fundação Clóvis Salgado e uma realização Bento Produção Cultural e Governo Federal Brasil: União e Reconstrução.

PROGRAMA

1) Faísca na medula – Kadu Vianna / Murilo Antunes - Arranjo: Fred Natalino

2) Luz do sol / Lindeza – Caetano Veloso - Arranjo: Tulio Mourão

3) Qualquer palavra – Kadu Vianna/Pedro Morais/Magno Mello - Arranjo: Fred Natalino

4) Quadros Modernos – Toninho Horta/Flávio Henrique/Murilo Antunes - Arranjo: Tulio Mourão

5) Canção da minha vida – Pedro Morais/Magno Mello - Arranjo: Marcelo Ramos

6) Cigana – Flávio Henrique/Brisa Marques - Arranjo: Fred Natalino

7) Encontros e despedidas – Milton Nascimento/Fernando Brant - Arranjo: Marcelo Ramos

8) Força estranha – Caetano Veloso - Arranjo: Fred Natalino

9) E o que for já é – Pedro Morais/Kadu Vianna/Magno Mello - Arranjo: Fred Natalino

10) Casa aberta – Flávio Henrique e Chico Amaral - Arranjo: Tulio Mourão

11) Do a dó – Dora Morelembaum /Tom Veloso - Arranjo: Paulo Galvão (Participação Zé Ibarra)

12) Dos cruces – Carmelo Larrea - Arranjo: Paulo Galvão (Participação Zé Ibarra)

13) Lua comanche – Dora Morelenbaum / Julia Mestre / Lucas Nunes / Zé Ibarra - Arranjo: Fred Natalino (Participação Zé Ibarra)

14) Como eu queria voltar - Zé Ibarra/ Lucas Nunes/ Tom veloso - Arranjo: Paulo Galvão (Participação Zé Ibarra)

15) Sob o Sol – Flávio Henrique/Pedro Morais - Arranjo: Paulo Galvão (Participação Zé Ibarra)

16) Esquecimento – Samuel Rosa - Arranjo: Paulo Galvão

17) Capullito de Aleli – Rafael Hernández - Arranjo: Paulo Galvão

18) Lança perfume – Rita Lee e Roberto de Carvalho - Arranjo: Fred Natalino ( participação Zé Ibarra)

COBRA CORAL – Formado em 2021, o grupo Cobra Coral segue com os 3 integrantes da formação original, após a perda de Flávio Henrique - renomado compositor, produtor musical e fundador do então quarteto. A soma dos timbres completamente diferentes, em ricos arranjos vocais é o grande diferencial do conjunto, que tem dois discos lançados ("Cobra Coral" - 2012 e "Pra cada um ser o que é" - 2015), além de um show com repertório de músicas de Caetano Veloso, montado em homenagem aos 75 anos do artista. Em 2018, o grupo fez duas apresentações junto com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, no projeto Sinfônica POP, com grande teatro do Palácio das Artes completamente lotado. Cobra Coral também se apresentou em importantes festivais como a Virada Cultural BH, Tudo é Jazz, Tudo é Jazz no Porto (Rio de Janeiro), Projeto Vozzes (São Paulo), Festival Fartura (BH e Tiradentes), Festival Desperta (BH) entre vários outros. O grupo recebeu grandes nomes da música brasileira como convidados que participaram em suas apresentações, entre eles, Milton Nascimento, João Donato e Ed Mota, além de dividir o palco com outros nomes de destaque como Toninho Horta, Boca Livre, Renato Braz, Cláudio Nucci, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Túlio Mourão e Wagner Tiso. Tiveram a honra e privilégio de abrir o show de João Bosco em quatro eventos e momentos diferentes, sendo o último em dezembro de 2019 e o primeiro, bem no início da carreira do grupo, fato que rendeu matéria de capa no caderno de cultura do jornal Estado de Minas e a admiração do mestre registrada no encarte do primeiro disco num belo texto de apresentação. Enquanto preparam um novo projeto, seguem circulando os shows de repertório autoral ou o que interpretam o mestre Caetano Veloso.

ZÉ IBARRA - É cantor, compositor, multi-instrumentista e produtor musical. Iniciou sua carreira em 2012, com a Dônica, banda formada em parceria com Lucas Nunes, Tom Veloso, Deco Almeida e Miguel Guimarães. O álbum de estreia “Continuidade dos Parques” (2015) tem arranjos complexos e uma mistura única de MPB com Rock Progressivo, o disco foi bem recebido pelo público e pela crítica, conquistando o 27º Prêmio da Música Brasileira na categoria “Melhor Grupo”, em 2016. Em 2019, Zé Ibarra foi convidado a integrar a banda do seu ídolo Milton Nascimento, participando como cantor e músico das duas últimas turnês do artista, dedicadas ao álbum “Clube da Esquina” (2019) e no show emblemático “Última sessão de música” (2022), que marcou o encerramento da carreira do artista. Durante a pandemia da Covid-19, em 2020, Zé Ibarra, Julia Mestre, Dora Morelenbaum e Lucas Nunes se juntaram para criar, cantar e tocar juntos. O encontro deu origiem ao grupo Bala Desejo e ao disco “SIM SIM SIM”. Ao longo de sua carreira, Zé Ibarra teve a oportunidade de cantar com uma série de artistas importantes da música brasileira, como Milton Nascimento, Caetano Veloso, Ney Matogrosso, Gal Costa, Ivete Sangalo e Margareth Menezes, até seus amigos mais próximos, como Tim Bernardes, Duda Beat, Criolo, Josyara, Sophia Chablau e Ana Frango Elétrico. Em 25 de maio de 2023, Zé Ibarra lançou o seu primeiro projeto solo, o álbum e curta-metragem “Marquês, 256.", pelo selo Coala Records. Zé Ibarra se prepara para o lançamento de seu primeiro e aguardado disco, em 2024.

FUNDAÇÃO CLÓVIS SALGADO – Com a missão de fomentar a criação, formação, produção e difusão da arte e da cultura no Estado, a Fundação Clóvis Salgado (FCS) é vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult). Artes visuais, cinema, dança, música erudita e popular, ópera e teatro, constituem alguns dos campos onde se desenvolvem as inúmeras atividades oferecidas aos visitantes do Palácio das Artes, CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais – e Serraria Souza Pinto, espaços geridos pela FCS. A Instituição é responsável também pela gestão dos corpos artísticos – Cia. de Dança Palácio das Artes, Coral Lírico de Minas Gerais e Orquestra Sinfônica de Minas Gerais –, do Cine Humberto Mauro, das Galerias de Arte e do Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart). A Fundação Clóvis Salgado também é responsável pela gestão do Circuito Liberdade. Em 2020, quando celebrou 50 anos, a FCS ampliou sua atuação em plataformas virtuais, disponibilizando sua programação para público amplo e variado. O conjunto dessas atividades fortalece seu caráter público, sendo um espaço de todos e para todos.

SINFÔNICA POP – OSMG, COBRA CORAL E ZÉ IBARRA
Data: 22 de agosto
Horário: 20h30
Local: Grande Teatro Cemig Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1537, Centro, Belo Horizonte)
Classificação Indicativa: Livre
ENTRADA GRATUITA

Foto: Divulgação/CobraCoral.

Selecionamos os melhores fornecedores de BH e região metropolitana para você realizar o seu evento.