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Músicos da Filarmônica de minas gerais realizam concerto de câmara com obras que destacam instrumentos de cordas, flauta, harpa e oboé
Em mais uma edição da série Filarmônica em Câmara, os músicos da Filarmônica de Minas Gerais se unem em pequenas formações para apresentar ao público novas sonoridades e possibilidades musicais. A apresentação será realizada no dia 13 de agosto, às 20h30, na Sala Minas Gerais. O concerto é gratuito e os ingressos estão sendo distribuídos na bilheteria da Sala Minas Gerais.
Nesta noite, o violinista Luka Milanovic, o violista Roberto Papi e o violoncelista William Neres interpretam a Serenata em Dó maior para trio para cordas, op. 10, de Dohnányi. Na sequência, a flautista Cássia Lima e a harpista Clémence Boinot apresentam a Fantasia para flauta e harpa, op. 124, de Saint-Saëns. A obra Fantasia para oboé e trio de cordas, op. 2, de Britten, será executada pelo oboísta Israel Muniz, o violinista Rodrigo Oliveira, o violista Roberto Papi e o violoncelista William Neres. O violinista Ara Harutyunyan e a violinista Hyu-Kyung Jung, o violista Mikhail Bugaev e o violoncelista Eduardo Swerts finalizam o programa com o Quarteto de cordas nº 1 em si menor, op. 50, de Prokofiev.
Este concerto é apresentado pelo Ministério da Cidadania e Governo de Minas Gerais e conta com o incentivo da Lei Federal de Incentivo à Cultura e da Lei Estadual de Cultura de Minas Gerais.
Sobre a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais
Criada em 2008, desde então a Filarmônica de Minas Gerais se apresenta regularmente em Belo Horizonte. Em sua sede, a Sala Minas Gerais, realiza 57 concertos de assinatura e 12 projetos especiais. Apresentações em locais abertos acontecem nas turnês estaduais e nas praças da região metropolitana da capital. Em viagens para fora do estado, a Filarmônica leva o nome de Minas ao circuito da música sinfônica. Através do seu site, oferece ao público diversos conteúdos gratuitos sobre o universo orquestral. O impacto desse projeto artístico, não só no meio cultural, mas também no comércio e na prestação de serviços, gera em torno de 5 mil oportunidades de trabalho direto e indireto a cada ano. Sob a direção artística e regência titular do maestro Fabio Mechetti, a Orquestra conta, atualmente, com 90 músicos provenientes de todo o Brasil, Europa, Ásia, Américas Central e do Norte e Oceania, selecionados por um rigoroso processo de audição. Reconhecida com diversos prêmios culturais e de desenvolvimento econômico, ao encerrar seus 10 primeiros anos de história, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais recebeu a principal condecoração pública nacional da área da cultura. Trata-se da Ordem do Mérito Cultural 2018, concedida pelo Ministério da Cultura, a partir de indicações de diversos setores, a realizadores de trabalhos culturais importantes nas áreas de inclusão social, artes, audiovisual e educação. A Orquestra foi agraciada, ainda, com a Ordem de Rio Branco, insígnia diplomática brasileira cujo objetivo é distinguir aqueles cujas ações contribuam para o engrandecimento do país.
O corpo artístico Orquestra Filarmônica de Minas Gerais é oriundo de política pública formulada pelo Governo do Estado de Minas Gerais. Com a finalidade de criar a nova orquestra para o Estado, o Governo optou pela execução dessa política por meio de parceria com o Instituto Cultural Filarmônica, uma entidade privada sem fins lucrativos qualificada com os títulos de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) e de Organização Social (OS), um modelo de gestão flexível e dinâmico, baseado no acompanhamento e avaliação de resultados.
Foto: Livia Aguiar.
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