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Carlos Bolívia e os Médicos Cubanos estreiam nos palcos com show n’A Autêntica, no dia 17 de agosto (sábado)
Cantautor boliviano-mineiro apresenta seu primeiro disco solo; noite também contará com Minimalista, projeto do músico Thales Silva
Uma ironia do destino reservou o dia 17 (de agosto) para iniciar uma nova fase na carreira de Carlos Bolívia. O cantautor chega ao palco da casa de shows A Autêntica com o show de estreia do seu projeto solo: Carlos Bolívia e os Médicos Cubanos. Integrante dos grupos Djalma não entende de Política e Orquesta Atípica de Lhamas, o músico lançou, entre abril e julho, canções marcadas por uma estética tropical, bem-humorada e antifascista. As cinco faixas disponíveis na web receberam lyric videos assinados pelo artista audiovisual Gabriel Martins, conhecido por seu trabalho na produtora Filmes de Plástico.
“Eu confesso que 17 não está entre meus números favoritos, mas acredito que essa estranha coincidência vai evitar que eu associe apenas coisas ruins a essa cifra. Com certeza, o show vai nos trazer mais felicidade do que as urnas”, brinca o compositor, que é nascido na La Paz, Bolívia, e radicado em Belo Horizonte desde criança.
A apresentação contará com convidadas que participaram da gravação das faixas lançadas pelo projeto: as cantoras Laura Lopes (Atípica de Lhamas) e Drica Mitre (Djalma não entende de Política e Pisa na Fulô), além da clarinetista Mariana Diniz (Sagrada Profana). O repertório mistura músicas de seu trabalho solo canções interpretadas em outros projetos – inclusive, algumas ainda inéditas.
No Youtube: bit.ly/2wlmC4P | No Spotify: https://spoti.fi/2IWVL7a
Os Médicos Cubanos
Buscando dar vazão uma proposta mais pessoal, Bolívia começou a recrutar os “médicos cubanos” em 2018. “A primeira pessoa que procurei foi o André Albernaz, que é tecladista do Djalma e já foi das Lhamas. Ele é um músico extraordinário, que criou a maioria dos arranjos e dividiu a direção musical comigo. Depois, chamamos a banda de apoio, formada por Fernando Feijão Monteiro, na bateria e Rodrigo Boi Magalhães, baixista das Lhamas. Tenho muita afinidade com eles por conta das Lhamas e do bloco da Juventude Bronzeada”, conta.
"Montamos também um trio de sopros com João Machala (trombone), Ygor Rajão (trompete) e Marcelo Pereira (Sax), que sem dúvida contribuíram para o alto nível do trabalho” continua Bolívia, lembrando ainda as participações especiais de Chaya Vazquez (percussão), Mariana Diniz (clarineta), Rafael José Azevedo (guitarra). Houve também a presença das cantoras Drica Mitre e Laura Lopes. Artista visual costarriquenha e radicada em BH, Nancy Mora Castro, desenvolveu uma arte para cada um dos singles.
Gravadas e produzidas por Rafael Dutra (Estúdio Motor), com masterização de Kiko Klaus (Estúdio Camarada), todas as cinco faixas ganharam criativos lyric videos dirigidos pelo premiado artista audiovisual Gabriel Martins, conhecido pelo seu trabalho na Filmes de Plástico.
Minimalista também traz novidades
A noite terá início com a apresentação de um novo formato do projeto Minimalista, trabalho solo do cantor e compositor mineiro Thales Silva. Integrante do grupo A Fase Rosa e membro fundador do bloco Juventude Bronzeada, o músico estará em trio: com violão, baixo acústico e percussão.
“A formação mais enxuta traz alguns dos caminhos que vão direcionar meu próximo disco”, explica Thales, que já conta com dois álbuns solo lançados. Os trabalhos “Minimalista” (2014) e “Banzo” (2017) tiveram boa recepção no público e na crítica, figurando em várias listas dos “melhores álbuns do ano”.
Recentemente, o músico tem se dedicado a fomentar a atuação de outros cantautores por meio do projeto #tranquilo. Toda terça-feira, um público cada vez mais fiel assiste a apresentações de compositores de diferentes cenas musicais. Os encontros costumam acontecer no quintal da casa do próprio Thales e já se tornaram referência para a vida cultural de Belo Horizonte.
No Youtube: https://youtu.be/GPyoOPjRUJQ | No Spotify: https://spoti.fi/2Ml04dJ
Parceria de outros carnavais
Thales Silva e Carlos Bolívia já dividiram palco em diferentes ocasiões, mas o disco “Tropical Lacrador”, da Juventude Bronzeada, é, sem dúvida, o trabalho mais marcante dessa parceria. Lançado em 2017, o álbum contou com composições dos dois músicos e se destacou como o primeiro disco completamente autoral produzido por um bloco da nova cena carnavalesca de Belo Horizonte.
No Youtube: https://youtu.be/0aKtbw_7GPs | No Spotify: https://spoti.fi/2y7zEUh[
Foto: Área de Serviço
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