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As bandas pernambucanas Zé do Estado, Fim de Feira e o poeta Adiel Luna chegam em Belo Horizonte com a turnê PE Mundo Afora

Com uma mistura inovadora e criativa de ritmos, linguagens e gerações da música, a turnê PE Mundo Afora traz pela primeira vez à metrópole, o que há de mais genuíno na cultura, poesia e nos ritmos pernambucanos. Formada por Zé do Estado, Fim de Feira e Adiel Luna, a turnê continua, após passar por São Paulo e Porto Alegre, em terras mineiras trazendo um um recorte da tradição da cultura pernambucana e toda sua alegria, brilho e espontaneidade.

A querida Belo Horizonte recebe as apresentações no dia 06 a partir das 21h, no A Autêntica, e no dia 10, no Baile Perfumado do Grande Hotel Ronaldo Fraga. Os artistas prometem um show alegre e dançante, no qual ritmos como o coco, o baião, o forró, o frevo, a ciranda e o maracatu dialogam com a poesia de cordel, revelando para a todo Brasil, um Nordeste pulsante e inventivo. “A gente tá muito feliz em levar o coco, o baião, o maracatu, o forró, a literatura de cordel e o xaxado, que são os ritmos mais pulsantes do Nordeste e do Sertão, para o Brasil afora”, conta Bruno Lins, vocalista da banda Fim de Feira.

O projeto reúne gerações da velha guarda e os novos artistas responsáveis pela tradição e renovação da música pernambucana. Zé Gago, da banda Zé do Estado, uma das mais antigas e tradicionais do Nordeste acredita que o o ritmo tradicional nordestino é pra todos: “O forró não tem idade, o forró levanta a gente! Vai ser um encontro muito festivo” completa. O projeto PE Mundo Afora também acontece com ações de acessibilidade para pessoas com deficiência durante os shows.

Os ingressos custam a partir de R$20 e estão disponíveis em https://www.sympla.com.br/terca-feira--forro-na-savassi-especial--a-autentica__600616. A realização do projeto é da Theia Produtores Associados e LM Soluções, com incentivo do Funcultura, Fundarpe, Secult e Governo de Pernambuco. Informações através do (81) 99172-5169.

Sobre os artistas

Zé do Estado - Natural de Caruaru, Agreste Pernambucano, a banda Zé Do Estado foi fundada em meados da década de 30, pelo músico José Feliciano Rodrigues. A banda é um dos mais tradicionais grupos do gênero, em todo o Brasil. Atualmente representada por Basto, Zé Gago e Mestre Tonho, todos filhos do “Zé do Estado”. O grupo já realizou inúmeras turnês nacionais e internacionais. O “Buena Vista Social Club” do Forró Pernambucano têm se consagrado pela capacidade de envolver as plateias e pela atitude brincante e carismática dos seus integrantes, quase todos sexagenários. Entre grandes eventos realizados dentro o fora do Brasil, a banda foi convidada para participar da edição do Rock in Rio, em 2017, no palco Sunset, dentro do show “O Grande Encontro”, de Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo.

Fim de Feira - Uma das principais responsáveis pela renovação do forró pernambucano na última década, o grupo recifense Fim de Feira teve projeção no cenário musical brasileiro em 2009, quando venceu o Prêmio da Música Brasileira, na categoria Melhor Grupo Regional, com seu disco de estreia. A partir daí, a junção de coco, forró e baião com a poesia de cordel ganhou os palcos do Brasil e da Europa. Com 3 CD’s e 1 DVD lançados e mais de 15 anos de carreira, os shows da banda remetem à tradição da música de mestres como Jackson do Pandeiro e Luiz Gonzaga, sem perder de vista a conexão da música rural do nordeste com os sons mais contemporâneos dos grandes centros urbanos.

Adiel Luna - O Poeta e coquista participou das principais sambadas do Estado de Pernambuco e é considerado o único representante da renovação do coco de São João. Em 2010, ganhou o prêmio de primeiro lugar do Festival Pré-Amp e a oportunidade de gravar o seu primeiro CD – o Camará. Com ele, em 2014, conquistou o segundo lugar no Premio Saraiva de Música. No ano seguinte, lançou o elogiado Baionada, com incentivo do FUNCULTURA. Também é mestre de baque solto, tendo passado por grandes maracatus como o Piaba de Ouro, o Leãozinho de Aliança, o Estrela da Tarde e o Leão do Norte. Adiel é ainda violeiro, cantador, repentista e cordelista. De família de poetas, participou de recitais ao lado de importantes nomes da cantoria de Pernambuco. Sua matriz é o repente e a poesia.

Foto: Felipe Dias

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