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Em Obra para o Teatro

Cia carioca apresenta duas peças no Teatro Bradesco

Fundada há cinco anos, a trupe teatral Cia em Obra, do Rio de Janeiro, tem como característica experimentar espaços de trabalho em que todos do grupo possuem a mesma autonomia para se expressar. Dessa forma, o grupo conquistou prêmios e chega ao Teatro Bradesco do Centro Cultural Minas Tênis Clube para apresentar duas peças em três sessões.  “Sobra”, voltada para o público adulto nos dias 4 e 5, sexta e sábado, às 21h, e o infantil “O confuso e misterioso roubo das vírgulas”, no dia no dia 5, às 16h. Os ingressos custam,respectivamente, R$60 (inteira) R$30 (meia), e R$22 (inteira) R$11 (meia).

 

Há cinco anos, ainda estudantes de arte cênicas, os jovens que formaram a Cia. em Obra notaram que o trabalho coletivo e colaborativo, em que cada um faz sua parte para a máquina funcionar, era o melhor caminho para se fazer arte com inteligência e prazer. A pesquisa por encontrar uma cena em que os envolvidos tenham voz ativa durante o processo de criação foi o objetivo e desafio do grupo. Hoje a trupe é formada por cinco atores, Eduardo Parreira, Mario Terra, Paula Valente, Pedro Emanuel, Pedro Casarin (que tem participações nas novelas da Rede Globo “Os dias eram assim”, “Novo Mundo” e “Fina Estampa”), Rubi Schumacher e Zeca Richa e nenhum ocupa o espaço de diretor, sendo assim, todos atuam, dirigem e inventam a arte da interpretação.

 

A peça “Sobra”, que será apresentada para o público mineiro nos dias 4 e 5 de agosto, é o quinto espetáculo da trupe e tem como tema principal a sobrevivência, em seu sentido literal, social e profissional. Quatro atores se revezam entre 12 personagens e sete histórias, até que sobre apenas uma. Sobra é um thriller teatral, uma proposta de diálogo com esse gênero cinematográfico, adaptado para a linguagem da companhia. Sete diferentes realidades se cruzam numa mesma cidade, através de uma jornada de mistério e intrigas, onde o instinto de sobrevivência e a busca por respostas se apresentam como força motriz dessa história. O texto é de Zeca Richa e a cena possui a interlocução dramatúrgica de Pedro Emanuel.

 

Já o texto infantil “O Confuso e misterioso roubo das vírgulas”, conta a história de um inusitado crime em um sítio: todas as vírgulas são roubadas. Cartas, cheques, receitas de comida e tudo o que possa ser escrito, respeitando a utilização das vírgulas, está ameaçado. Joãozinho, Fabiana e Pedroca mergulham numa investigação que dá o tom divertido da peça. A dramaturgia e direção de Pedro Emanuel e o texto original é de e Iuri Kruschewsky.

 

Foto: Aline Macedo

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