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MEMORIAL VALE PROMOVE SESSÃO COMENTADA “MULHERES NEGRAS NA TELA” NO DIA 28/7

“Quem são e onde estão as realizadoras negras e periféricas?” foi a pergunta que motivou o encontro de educadoras e pesquisadoras negras no Memorial Minas Gerais Vale na sessão comentada “Mulheres negras na tela”. A iniciativa faz parte do projeto Diversidade Periférica e tenta responder a esta e outras questões com nomes como Dayane Gomes, Labibe Araújo, Luana Costa, Simone Moura e Vanessa Beco. A integrante do Coletivo Malva Letícia Souza será a mediadora do encontro. O evento é aberto ao público e será realizado no dia 28/7 (sábado), das 15h às 17h, com entrada gratuita. Interessados devem retirar senhas com uma hora de antecedência.

Em cartaz, três curtas dirigidos por mulheres negras: “Maria”, de Elen Linth (Manaus); “Casca de Baobá”, de Mariana Luiza (RJ); e “Em busca de Lélia”, de Beatriz Vieirah (Cachoeira/BA). A apresentação faz parte do projeto Diversidade Periférica, que se fundamenta no conceito de acessibilidade como aquilo que é atingível, que tem acesso fácil. A iniciativa – que deu início em setembro de 2017, busca aproximar moradores dos aglomerados à programação e às atividades do Memorial Minas Gerais Vale, além de dar visibilidade às iniciativas, às manifestações e às práticas artístico-culturais existentes em cada comunidade.

SINOPSES

 

Maria – Diretora: Elen Linth | 16’44 | Manaus AM Brasil 2017 | Sinopse: Nascida aos 16, numa cidade ensanguentada por corpos de peito e pau.

 

Casca de Baobá – Diretora: Mariana Luiza | 12' | RJ | 2017 | Fic Sinopse: Maria, uma jovem negra nascida em um quilombo no interior do estado, é cotista na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Sua mãe, Francisca, leva a vida cortando cana nas proximidades do quilombo. As duas trocam mensagens para matar a saudade e refletir sobre o fim de uma era econômica-social.


Em busca de Lélia – Diretora: Beatriz Vieirah | 15' | Cachoeira BA Brasil | 2017 Sinopse: Lélia Gonzalez. Seguindo os passos desse nome, começo a busca pela minha ancestralidade e por retratá-la. Professora e antropóloga, mulher à frente do seu tempo, protagonista na militância junto ao Movimento Negro nos anos 1970/1980, período no qual percorreu diversas cidades e países, sempre afirmando sua identidade e denunciando o mito da democracia racial. Um símbolo de resistência e da luta pelos direitos de indígenas, negros e mulheres. Os afetos de Lélia me guiam por toda caminhada.

Foto: Coletiva Malva

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