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Cantautor independente Léo Brasil lança dois novos singles que foram produzidos durante a pandemia, trazendo fortes influências filosóficas e musicais
“A pandemia apesar de tantas questões lamentáveis tem sido importante para interiorização e o choque dos ditos contrários, impulsionando como catarse a criação. Agora estou mais aliviado com os lançamentos e a retomada dos shows”
O cantor e compositor multicultural, Léo Brasil, que surgiu na cena musical de Belo Horizonte há cerca de 20 anos, há cinco anos reside em São Paulo e acaba de lançar dois novos singles. Seu trabalho sempre foi enraizado num rock cosmopolita caleidoscópico, com fortes temperos da MPB e latinidades. E agora não é diferente. Seus dois singles, recém-lançados, também trazem essa essência e viceralidade . "Canção para um Novo Mundo" é um daqueles reggaes libertários , um grito de esperança contra o fantasma da terceira guerra que nos ronda, já “Desatando nós”, como ele mesmo define: “é um folkrock-zen, cantando o que nos habita além do nosso já batido maniqueísmo”.
"O trabalho autoral já é por si só desafiador. A pandemia também tem desafiado a todos nós. Consegui com ajuda de vários músicos parceiros de sampa, concluir um novo álbum em 2020 (Queremos Libertação!) e agora, esses novos singles. Já estou finalizando um terceiro, que disponibilizarei em breve nas plataformas de streaming de áudio. Agora é o momento da retomada da carreira e de mostrar ao público o que foi reajustado e alquimizado. Estamos ressurgindo das cinzas depois desse árduo inverno”, comentou Léo Brasil.
Léo canta e compõe buscando revelar por meio da arte, as mais profundas indagações e lutas humanas, anarquizando o perverso status quo e celebrando potências culturais. Suas apresentações refletem seus sentimentos sobre o viver, nesses tempos bélicos e mais turbulentos que se intensificaram, desde a virada pro século XXI. As canções trazem críticas políticas e existenciais, as vezes são clareiras de consciência, denuncia e compreensão do momento civilizatório e nos provocam a refletir sobre esteriótipos em geral, angústia e superação, história e tradições espirituais. Para ele, compaixão e razão são "armas de Jorge" que nos auxiliarão a vencer tantas batalhas.
Nesse recente trabalho, o cantor comemora dois importantes shows já marcados nas maiores capitais do Brasil. Dia 26 de agosto no Teatro da Rotina, em São Paulo. O Espaço Multicultural com conceito livre e plural comemora 10 anos recebendo novos espetáculos, dando espaço para uma arte forte e vibrante. A proposta do teatro é dar visibilidade para artistas de diversas origens e talentos, fomentando a produção de arte independente em suas variadas possibilidades.
E no dia 10 de setembro, no Pub Panqss Botafogo, no Rio de Janeiro. Conhecida como "casinha" do blues e jazz, o espaço recebe também gêneros musicais do rock, classic rock, pop, rock nacional, MPB e bossa nova. A casa tem a fidelidade de um público que curte a mistura e tem tudo a ver também com o som do Léo Brasil. Além da voz e violão, as apresentações terão sua gaita/blues e participação especial de um rabequista/violinista e bandolinista.
Sobre o artista
Mineiro de Belo Horizonte, Léo Brasil lançou em 2013 seu primeiro disco intitulado “Canção Visionária”. Uma Obra autoral em que é notável a influência da MPB e um híbrido de folkrock antigo e progressivo. "Queremos Libertação" é seu segundo álbum, cheio de belas canções que valorizam a poética do amor e outras visões proféticas do renascimento do ser humano na Terra. Léo também já lançou três clipes dois deles na TV Brasil e TV CULTURA: “Minha estrada é o sol”, “Mandaram avisar” e “Quem te Pariu”. Ao longo de sua carreira, Léo Brasil abriu shows de diversos artistas da música Brasileira, como o cantor Zeca Baleiro, Jorge Mautiner, Antonio Nóbrega, Sá & Garabira, Gilberto Gil, Celso Blues Boy, Dona Jandira, Lô Borges, Sandra de Sá, Paralamas, Paulinho Pedra Azul e Barbatuques.
Foto: Divulgação
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