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O Poço e Pêndulo, de Edgar Allan Poe, com adaptação de Heloísa Seixas, abre projeto Histórias Extraordinárias no CCBB
Ciclo levará ao palco do CCBB sete clássicos da Literatura Fantástica e de Terror, apresentados na forma de leituras dramatizadas, seguidas de debate, com mediação de Marcia Tiburi e Manuel da Costa Pinto.
Mesclando literatura fantástica, teatro, cultura pop e filosofia, na quarta-feira, 26 de julho, o CCBB-BH dá início ao ciclo Histórias Extraordinárias, com a apresentação do monólogo O Poço e o Pêndulo, clássico de Edgar Allan Poe, na versão para o palco da escritora carioca e dramaturga Heloisa Seixas. Escrito especialmente para o projeto, o texto será apresentado, na forma de leitura dramática, pelo ator Zécarlos Machado, com direção de Eduardo Tolentino, ambos do Grupo Tapa. O encontro será das 19h30 às 21h, no Teatro I.
Após a leitura, será realizado bate-papo com Zécarlos e Tolentino, mediado pela escritora e filósofa Marcia Tiburi.
O Projeto
As sessões do Histórias Extraordinárias serão realizadas uma vez por mês, sempre em uma quarta-feira, de julho deste ano a janeiro de 2018, das 19h30 às 21h. "Nosso objetivo é levar ao palco do CCBB sete clássicos da Literatura Fantástica e de Terror, adaptados por dramaturgos de São Paulo e do Rio de Janeiro, e apresentados, na forma de monólogos, em leituras dramatizadas, por grandes atores e atrizes brasileiros", sintetiza a curadora, Beatriz Gonçalves.
Contando com recursos de imagem e de som, as performances teatrais terão em média 40 minutos de duração e serão seguidas de debate com o ator e diretor, mediado pela filósofa e escritora Marcia Tiburi, que se revezará com o jornalista e crítico literário Manuel da Costa Pinto. O público poderá participar com intervenções e perguntas.
Além de O Poço e o Pêndulo, que inaugura o ciclo, serão levados à cena os clássicos: Drácula, de Bram Stoker, adaptado por Pedro Kosovski; A Guerra dos Mundos, de H.G. Wells, por Daniela Pereira de Carvalho; Frankenstein, de Mary Shelley, por Sérgio Roveri; O Duplo/O Horla, de Guy de Maupassant, por Eduardo Tolentino de Araujo; A Cor que Caiu do Espaço, de H.P. Lovecraft, por Beatriz Carolina Gonçalves; O Médico e o Monstro, de Robert Louis Stevenson, por Rodrigo de Roure.
Depois de Zécarlos Machado, sobem ao palco Emílio de Mello, Juliana Galdino, Guilherme Weber, Norival Rizzo, Mariana Lima e Orã Figueiredo, dirigidos por nomes representativos da cena teatral contemporânea, como Fabiano de Freitas, Marco André Nunes, Roberto Alvim, Marcio Abreu e Ana Kfouri.
Foto: Divulgação
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