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Mônica Salmaso é convidada da Orquestra Sesiminas Musicoop para a live Dando Corda

No dia 15 de junho, quarta, às 21h30, a artista fala sobre “A voz como instrumento musical” e sobre os projetos futuros em temos de pandemia, no instagram@orquestrasesiminasmusicoop

No dia 15 de julho, quarta, a Orquestra Sesiminas Musicoop recebe a artista Mônica Salmaso (SP), na live Dando Corda, que toda semana traz, para um papo descontraído, personalidades da cena musical brasileira. Uma das grandes cantoras da MPB, elogiada por Edu Lobo, Wisnik e outras referências da música no país, fala sobre a voz como instrumento musical e sobre os projetos futuros em período de isolamento social. A transmissão começa às 21h30, no instagram @orquestrasesiminasmusicoop.

“A voz é um instrumento de som. Muitas vezes como ela canta canção, e canção tem letra, a palavra - aquilo que está sendo dito - descola um pouco a voz da sua função genuína de instrumento. Na festa da música, existe para o cantor, o luxo de estar envolvido com o texto, e ao mesmo tempo, fazendo música”, reflete Salmaso sobre o tema da live, que tem apresentação do maestro Felipe Magalhães.

Mônica Salmaso e a Orquestra se apresentaram juntos no Teatro Sesiminas, em agosto de 2018. “Minha experiência com o grupo foi muito feliz, afetuosa. Me receberam super bem. Quando cheguei estava tudo quentinho e com muita vontade de fazer música. Fizemos algo emocionante”, relembra.

Apesar de já ter cantado ao lado da OSESP, OSB, Jazz Sinfônica de São Paulo, Orquestra Jovem Tom Jobim, entre outras, para Mônica, que normalmente se apresenta acompanhada de formações como quartetos e quintetos, a experiência de dividir palco com uma orquestra é sempre desafiadora. “Gosto de ensaiar virada para a orquestra, ver o rosto de todo mundo tocando. Acho lindo aquele organismo musical. Não é flexível, não pode mudar de ideia igual a gente faz num duo. Mas tem um conforto. É uma roupa boa de vestir, uma casa. Porque tem muito som, aquele som que envolve tudo entorno de você”, conta.

SOBRE MONICA SALMASO

Iniciou sua carreira na peça "O Concílio do Amor", em 1989. Em 1995, gravou o disco “Afro-Sambas”, um duo de voz e violão com o instrumentista Paulo Bellinati, incluindo todos os afro-sambas de Baden Powell e Vinícius de Moraes. Em 1997, foi indicada ao Prêmio Sharp como revelação na categoria MPB. Lançou “Trampolim”, em 1998, e “Voadeira”, um ano depois, com o qual ganhou um prêmio APCA. O quarto CD de Mônica, “IAIÁ”, nasceu em 2004, seguido por “Noites de Gala, Samba na Rua”, de 2007, com músicas de Chico Buarque. Nesse meio tempo, foi convidada como solista de várias orquestras, como a OSESP, OSB, Jazz Sinfônica de São Paulo, Orquestra Jovem Tom Jobim, entre outras, tendo inclusive participado de um CD da OSESP sob regência de John Neschling, em 2006. Com o CD “Alma Lírica Brasileira”, com Teco Cardoso e Nelson Ayres, lançado pela Biscoito Fino em 2011, recebeu o 23º Prêmio da Música Brasileira, na categoria Melhor Cantora. Seu penúltimo CD, “Corpo de Baile” (2014), com músicas de Guinga e Paulo César Pinheiro, recebeu quatro indicações ao Prêmio da Música Brasileira, das quais venceu duas – melhor cantora MPB e melhor canção. Em 2017 lançou o álbum “Caipira” que recebeu elogios da crítica especializada e ganhou Melhor Álbum e Melhor Cantora – Categoria Regional no 29º Prêmio da Música Brasileira. Em dezembro passado foi lançado o DVD Corpo de Baile, pelo Selo SESC, com direção de Walter Carvalho e produção musical de Teco Cardoso. Últimos projetos da cantora Mônica Salmaso inclui o lançamento no Brasil do CD gravado na turnê pelo Japão com o Guinga em 2019 e a continuação da turnê nacional do CD Caipira.

Foto: DaniGurgel

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